Hoje resolvemos falar de uma suuuper musa, que sempre enche nossos olhos com filmes incríveis, com seu rosto lindo, e com o sorrisão meio mulher/meio menina. E mesmo com a pouca idade ele é Musa sim! Com direito a M maiúsculo.
A Natalie Portman é natural de Jerusalém, Israel. Reza a lenda que quando ela tinha dez anos foi descoberta por um olheiro da empresa de cosméticos Revlon enquanto comia pizza. A primeira abordagem seria pra iniciar a carreira de modelo, mas a jovem Natalie Hershlag (seu nome de batismo) queria mesmo era ser atriz. Seja por birra, talento, ou ambos, dois anos depois veio sua estreia nas telonas como Mathilda no incrível O Profissional de Luc Besson. Que sorte, hein? Estrear ao lado dos grandes Jean Reno e Gary Oldman.
O Profissional virou um marco na carreira da atriz, já que foi depois deste papel que convites não pararam de surgir: fez parte da trilogia Star Wars como Padmé Amidala; fez uma ponta em Cold Mountain, brilhou em Closer - Perto Demais (achamos, pro mundo do cinema, inesquecível a imagem dela com uma peruca rosa neste filme, vocês concordam?); emocionou com sua entrega a um papel e ao raspar a cabeça em V de Vigança; sofremos junto com a perda da sua personagem Emilia em As Coisas Impossíveis do Amor; e está presente até em blockbusters como o Thor.
Agora não dá pra deixar de falar de Cisne Negro, o drama psicológico de Darren Aronofsky, mesmo diretor dos elogiados Réquiem para um Sonho e O Lutador. Com o papel de Nina Sayers, a jovem bailarina inocente e graciosa de forma exata pra interpretar o Cisne Branco de O Lago dos Cisnes, mas que precisa descobrir seu lado malicioso e sensual pra interpretar o Cisne Negro e assegurar o papel. Com este longa veio sua consagração como atriz. Já havia sido indicada ao Oscar por Closer, e ganhou o Globo de Ouro por este último trabalho. Mas foi com Cisne Negro que ganhou o Oscar na categoria de melhor atriz, e também O Globo de Ouro, O SAG Awards, O BAFTA e o Independent Spirit Awards, ufa!
Quem tá super ansioso pra ver tudo o que esta atriz pode abrilhantar num filme em Thor - O Mundo Sombrio em Novembro deste ano? o/
quarta-feira, 17 de julho de 2013
sábado, 13 de julho de 2013
Maria mostra: it bags (parte 2)
Oie! Sabe, é tanta bolsa linda no mundo, que seria pecado não continuarmos a falar delas, não é? Então bora aproveitar o sabadão pra tricotar sobre bolsas lindas?!
E se é pra falar de bolsa, tem que se começar pela linda Speedy Da Louis Vuitton. Existem três razões pra ela ser tudo o que dizem: é atemporal, afinal seu modelo estilo baúzinho, com alças curtas e zíper e cadeado pra fechar, nunca vai deixar de ser elegante; é versátil, uma vez que com a correria da rotina muitas mulheres não querem se dar ao trabalho de trocar de bolsa diariamente. A Speedy lhe acompanha a semana inteira no trabalho, faz bonito arrematando de terninhos a jeans, e vai pra eventos mais formais de forma muito prática. Sem contar o símbolo de elegância que ela é. Só precisamos dizer que Audrey Hepburn já usava!
No site da Louis aqui no Brasil você encontra esta bolsa com suas três variações de estampa e tamanho, além de opções de personalização. E o preço inicial é de R$2300. Legal, né?
Falando da famosa selaria francesa Hermès, fica difícil dizer qual amamos mais, Kelly ou Birkin. Mas se é pra escolher uma, que seja a primeira! Uma bolsa de traços discretos e clássicos, com visual mais quadrado, criada tendo como inspiração a eterna musa Gracie Kelly. Seja como atriz, seja como a princesa de Mônaco, ela era linda e elegante, assim como o acessório que carregava. A Kelly é feita em couro extremamente macio e metais resistentes a ferrugem e arranhões (tirando a bolsa da foto acima, que é a Kelly Picnic, em couro e palha, e um sonho de consumo nosso, aqui na Maria). Possui zíper pra compartimento interno e acabamentos perfeitos. Assim como sua colega de sucesso, a Birkin, a Kelly custa por volta de R$30.000 e não basta ter o dinheiro em mãos pra comprar. Você tem que entrar numa fila de espera que pode durar anos.
E se é pra falar de bolsa, tem que se começar pela linda Speedy Da Louis Vuitton. Existem três razões pra ela ser tudo o que dizem: é atemporal, afinal seu modelo estilo baúzinho, com alças curtas e zíper e cadeado pra fechar, nunca vai deixar de ser elegante; é versátil, uma vez que com a correria da rotina muitas mulheres não querem se dar ao trabalho de trocar de bolsa diariamente. A Speedy lhe acompanha a semana inteira no trabalho, faz bonito arrematando de terninhos a jeans, e vai pra eventos mais formais de forma muito prática. Sem contar o símbolo de elegância que ela é. Só precisamos dizer que Audrey Hepburn já usava!
No site da Louis aqui no Brasil você encontra esta bolsa com suas três variações de estampa e tamanho, além de opções de personalização. E o preço inicial é de R$2300. Legal, né?
Falando da famosa selaria francesa Hermès, fica difícil dizer qual amamos mais, Kelly ou Birkin. Mas se é pra escolher uma, que seja a primeira! Uma bolsa de traços discretos e clássicos, com visual mais quadrado, criada tendo como inspiração a eterna musa Gracie Kelly. Seja como atriz, seja como a princesa de Mônaco, ela era linda e elegante, assim como o acessório que carregava. A Kelly é feita em couro extremamente macio e metais resistentes a ferrugem e arranhões (tirando a bolsa da foto acima, que é a Kelly Picnic, em couro e palha, e um sonho de consumo nosso, aqui na Maria). Possui zíper pra compartimento interno e acabamentos perfeitos. Assim como sua colega de sucesso, a Birkin, a Kelly custa por volta de R$30.000 e não basta ter o dinheiro em mãos pra comprar. Você tem que entrar numa fila de espera que pode durar anos.
A Céline é uma marca de luxo francesa existente desde 1945, e com uma história bem interessante. Criada por Céline Vipiana, e com o objetivo de fabricar sapatos infantis, com o tempo também passou a produzir acessórios femininos. Daí vemos o quão experiente a marca é na arte de trabalhar couro. O engraçado é que a Céline até os anos 90 não tinha experiência no read-to-wear, ou seja, na produção de peças do vestuário. O primeiro designer feminino que ela contratou foi o jovem talento Michael Kors em 1997 (pasmem!). Foi através do trabalho dele que os acessórios de couro da casa viraram hit, sem contar nos elogios pra parte de roupas, com peças funcionais e elegantes. Hoje Michael Kors, com toda a experiência adquirida na casa francesa, comanda sua marca super poderosa, e a Céline, dirigida por Phoebe Philo desde 2008, segue como um grande exemplo do estilo da mulher francesa: acessórios poderosos, peças sofisticadas, porem clássicas, corte perfeito, e elegância natural, sem esforço.
Voltando por tema bolsas, a bolsa na imagem acima é a desejo Céline Luggage, que figura na lista entre as dez mais de luxo mais vendidas no mundo. Vai dizer que você também não ficou babando por ela?
domingo, 7 de julho de 2013
Sonzinho com a Maria: Aloe Blacc
Apesar do fim-de-semana tá acabando, somos fãs de domingo a noite. Vocês também são? É tempo de cinema com namorado, café com as amigas, jantar com a família, fazer um passeio mais prolongado com os cachorros, ver filme esparrada no sofá de casa... Só coisa simples e gostosa! E pra um momento tão especial assim, a Maria só podia trazer um sonzinho a altura.
Pra gente promessa é dívida, e não esqueçamos daquele post já longe da fofa Asa (que você pode vê-lo aqui) em que ficamos de falar do Aloe Blacc também. Pois bem, agora ele chegou no blog com música delícia de dançar num domingão.
Apesar de sue nome artístico ser bem sonoro, o Aloe aí em cima nasceu como Egbert Nathaniel Dawkins III no ano de 1979 em Orange County. Ele é natural da Califórnia, mas filho de migrantes do Panamá. Como sempre foi um fã de hip hop, começou a carreira, por volta da metade dos anos 90, cantando neste estilo musical em um dueto chamado Emanon. Já no começinho dos anos 2000, e ainda no Emanon, Blacc se juntou também a banda Lootpack, e participou pela primeira vez numa turnê pela Europa. Foi nesta turnê que o cantor fez contato e trabalhou também com o grupo de jazz francês Jazz Liberatorz.
Todos estes trabalhos com novos grupos/artistas abriu os horizontes do jovem músico e fez o som de Aloe Blacc amadurecer. Numa mistura de hip hop, rap e soul music ele lançou dois álbuns: Shine Through, de 2006, e o Good Things, de 2010.
Foi deste último álbum que tiramos a música que vamos escutar hoje, "I Need a Dollar". Esta canção chegou a parada de sucesso em 15 países diferentes, e na Inglaterra atingiu o segundo lugar entre as mais tocadas do ano. E já que trabalhamos e somos fãs de moda, não custa nada dizer que a série da HBO How to Make it in America tinha a mesma I Need a Dollar como tema de abertura. Conhecem a série? Nós aqui somos fãs das aventuras de Ben e Cam tentando vencer as dificuldades diárias em busca de dinheiro pras necessidades básicas e, ainda assim, vencerem na vida e conquistarem um lugar ao Sol com uma marca de roupas, a Crisp.
Se você nunca parou pra ver a série, recomendamos por vários fatores: por ser um drama-comédia com diálogos muito bem bolados, pela equipe que produz a série (a mesma que produziu outra paixão nossa, Entourage. E já falamos sobre esta última série neste post aqui), pelo elenco, pelos perrengues que os personagens passam e que todos nós nos identificamos em algum momento e, claro, pra escutar I Need a Dollar toda vez que a série começa.
Pra gente promessa é dívida, e não esqueçamos daquele post já longe da fofa Asa (que você pode vê-lo aqui) em que ficamos de falar do Aloe Blacc também. Pois bem, agora ele chegou no blog com música delícia de dançar num domingão.
Apesar de sue nome artístico ser bem sonoro, o Aloe aí em cima nasceu como Egbert Nathaniel Dawkins III no ano de 1979 em Orange County. Ele é natural da Califórnia, mas filho de migrantes do Panamá. Como sempre foi um fã de hip hop, começou a carreira, por volta da metade dos anos 90, cantando neste estilo musical em um dueto chamado Emanon. Já no começinho dos anos 2000, e ainda no Emanon, Blacc se juntou também a banda Lootpack, e participou pela primeira vez numa turnê pela Europa. Foi nesta turnê que o cantor fez contato e trabalhou também com o grupo de jazz francês Jazz Liberatorz.
Todos estes trabalhos com novos grupos/artistas abriu os horizontes do jovem músico e fez o som de Aloe Blacc amadurecer. Numa mistura de hip hop, rap e soul music ele lançou dois álbuns: Shine Through, de 2006, e o Good Things, de 2010.
Foi deste último álbum que tiramos a música que vamos escutar hoje, "I Need a Dollar". Esta canção chegou a parada de sucesso em 15 países diferentes, e na Inglaterra atingiu o segundo lugar entre as mais tocadas do ano. E já que trabalhamos e somos fãs de moda, não custa nada dizer que a série da HBO How to Make it in America tinha a mesma I Need a Dollar como tema de abertura. Conhecem a série? Nós aqui somos fãs das aventuras de Ben e Cam tentando vencer as dificuldades diárias em busca de dinheiro pras necessidades básicas e, ainda assim, vencerem na vida e conquistarem um lugar ao Sol com uma marca de roupas, a Crisp.
Se você nunca parou pra ver a série, recomendamos por vários fatores: por ser um drama-comédia com diálogos muito bem bolados, pela equipe que produz a série (a mesma que produziu outra paixão nossa, Entourage. E já falamos sobre esta última série neste post aqui), pelo elenco, pelos perrengues que os personagens passam e que todos nós nos identificamos em algum momento e, claro, pra escutar I Need a Dollar toda vez que a série começa.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Maria ama: Tiffany & Co. + O Grande Gatsby
Olá flores! Saudades dos nossos textinhos? Pois podem sorrir, pois Julho começou e muita coisa boa vem aí... Pra começar bem o mês, hoje resolvemos falar um pouquinho de um filme que vinhamos esperando muito, e que deu uma combinação delicia de falar sobre.
No último Junho estreou aqui no Brasil o já falado desde Maio, quando estreou no 66º Festival de Cannes, O Grande Gatsby, adaptação pras telonas do livro de Scott Fitzgerald, e tida por muitos como a maior obra literária norte-americana. Sim, eu, a estilista que vos fala, já havia lido o livro, e também já tinha visto a versão cinematográfica com Mia Farrow e Robert Redford. Mas não vou mentir que esperei muito por este filme e levei as amigas pro cinema. ;)
Deixando de lado que é muito, muito difícil um filme chegar próximo de todo o poder que um livro tem, impossível é não se encantar pela atmosfera demonstrada na história: os "loucos" anos 20, as festas desenfreadas, a vibração de Nova Iorque, a inteligência dos diálogos, e os mistérios que cercam os personagens.
Agora quer saber por qual motivo esta história veio parar aqui no blog? Porque é difícil deixar passar o fato de que a Tiffany & Co. - joalheria sonho que já falamos no blog anteriormente aqui - fez sua mágica e criou peças totalmente inspiradas na atmosfera que envolvia os Estados Unidos no período que falamos acima. Algumas peças que vemos no filme de Baz Luhrmann, como o conjunto de platina, pérolas e diamantes, ou a combinação mais do que impecável de tiara estilo melindrosa e pulseiras de brilhantes e pérolas, foram criações especias pro longa-metragem. Tais peças abrilhantam ainda mais a imagem de moçinha rica e delicada de Daisy, a personagem da linda Carey Mulligan.
Mas não foi só pra sonhar que a Tiffany desenvolveu tais peças. No último mês de Maio a empresa lançou a coleção Blue Book, com festa repleta de celebridades e peças no estilo art déco. Um mês depois chegou ao mercado a coleção Ziegfield. Regada a muitas pérolas, prata, brilhantes, pedras coloridas e etcetera, e contendo o charme por também serem protagonistas no filme. Peças como os anéis e as abotoaduras de prata e ônix presentes na coleção Ziegfield, foram usados na telona por Tom Buchanan (Joel Edgerton) e Jay Gatsby (Leonardo DiCaprio).
Deixo vocês agora com muitas lindezas das coleções Blue Book e Ziegfield, respectivamente, e com os personagens em seus momentos marcantes da produção cinematográfica usando estas verdadeiras obras de arte da Tiffany & Co. O mais puro luxo!
No último Junho estreou aqui no Brasil o já falado desde Maio, quando estreou no 66º Festival de Cannes, O Grande Gatsby, adaptação pras telonas do livro de Scott Fitzgerald, e tida por muitos como a maior obra literária norte-americana. Sim, eu, a estilista que vos fala, já havia lido o livro, e também já tinha visto a versão cinematográfica com Mia Farrow e Robert Redford. Mas não vou mentir que esperei muito por este filme e levei as amigas pro cinema. ;)
Deixando de lado que é muito, muito difícil um filme chegar próximo de todo o poder que um livro tem, impossível é não se encantar pela atmosfera demonstrada na história: os "loucos" anos 20, as festas desenfreadas, a vibração de Nova Iorque, a inteligência dos diálogos, e os mistérios que cercam os personagens.
Agora quer saber por qual motivo esta história veio parar aqui no blog? Porque é difícil deixar passar o fato de que a Tiffany & Co. - joalheria sonho que já falamos no blog anteriormente aqui - fez sua mágica e criou peças totalmente inspiradas na atmosfera que envolvia os Estados Unidos no período que falamos acima. Algumas peças que vemos no filme de Baz Luhrmann, como o conjunto de platina, pérolas e diamantes, ou a combinação mais do que impecável de tiara estilo melindrosa e pulseiras de brilhantes e pérolas, foram criações especias pro longa-metragem. Tais peças abrilhantam ainda mais a imagem de moçinha rica e delicada de Daisy, a personagem da linda Carey Mulligan.
Mas não foi só pra sonhar que a Tiffany desenvolveu tais peças. No último mês de Maio a empresa lançou a coleção Blue Book, com festa repleta de celebridades e peças no estilo art déco. Um mês depois chegou ao mercado a coleção Ziegfield. Regada a muitas pérolas, prata, brilhantes, pedras coloridas e etcetera, e contendo o charme por também serem protagonistas no filme. Peças como os anéis e as abotoaduras de prata e ônix presentes na coleção Ziegfield, foram usados na telona por Tom Buchanan (Joel Edgerton) e Jay Gatsby (Leonardo DiCaprio).
Deixo vocês agora com muitas lindezas das coleções Blue Book e Ziegfield, respectivamente, e com os personagens em seus momentos marcantes da produção cinematográfica usando estas verdadeiras obras de arte da Tiffany & Co. O mais puro luxo!
domingo, 23 de junho de 2013
Maria mostra: it bags (parte 1)
Olá pessoas lindas! Hoje a Maria vem falar um pouquinho sobre um assunto que muito interessa a boa parte da mulherada mundo afora, bolsas! Mas não são simplesmente bolsas, e sim it-bags, as bolsas mais admiradas e desejadas do mundo.
Deixamos logo claro que não existe um rank que classifique estas peças tão lindas em ordem. O que fizemos aqui foi trazer pra vocês, nossos queridos leitores e clientes, uma lista das bolsas que amamos. As que admiramos a história da empresa que as produzem, ou as que desejamos muito ter. Afinal aqui na Maria somos todas mulheres e também nos encantamos por muita coisa linda mundo afora. ;)
Outra dúvida que tentamos esclarecer é como uma peça ganha o título de it-bag. Bem, até hoje não é algo com critérios fixos de classificação, mas o que fica entendido é que toda it-bag, além de um sucesso de vendas, é um produto confeccionado por uma empresa poderosa, com anos e anos de experiência na arte de trabalhar em couro e materiais afins, e ainda carrega um pouco de história. Afinal não é só uma peça em que a cliente põe carteira e outros objetos dentro, mas um bem que conta a história da empresa de onde vem, e que provavelmente será passado de uma geração de consumidoras para outra.
Começamos falando da D-Bag da Tod's, grife italiana especializada em artigos luxuosos de couro pra homens e mulheres. A Tod's é o mais puro exemplo do que é o luxo italiano, design limpo, mas materiais e mão-de-obra da mais alta qualidade. Seus produtos são considerados atemporais e extremamente versáteis, acompanham o dono de um passeio diurno a eventos noturnos. Tanto charme numa peça só poderia atrair muitos admiradores, e pra D-Bag não falta: Diane Kruger, Jessica Alba, Jennifer Garner e Nicole Kidman sempre são vistas usado suas Tod's. Mas se é pra eleger uma fã, a maior de todas é sem sombra de dúvidas Lady Di (você pode ver um pouquinho mais do estilo dos membros da família real britânica neste post aqui). A Tod's era sua marca preferida, juntamente com a Versace, e ela sempre era vista com sua D-Bag, da academia a visitas oficiais. Atualmente a bolsa ganhou uma versão renovada onde o nome passou a ter um D a mais - a D.D. Bag! - e a peça apresenta um desenho mais arredondado e zíper para fechar. A parceria entre a princesa Diana e a marca foi tão grande que a empresa lançou há poucos meses um livro chamado Timeless Icon repleto de fotos da nobre em momentos descontraídos, porém com looks inesquecíveis.
Ainda falando em realeza, não poderíamos deixar de dizer que Kate Middleton também se rendeu ao charme desta grife icônica e desde 2011 é vista circulando com uma D.D. Bag cinza. E se você ficou curiosa pra conhecer um pouquinho mais desta empresa, não deixa de visitar o site oficial deles e babar também com os mocassins coloridos, outro ícone da marca.
Falar de it-bag e não falar da Fendi é tarefa muito difícil. A maison é dona de vários objetos desejos, mas a Peekaboo ou (Peek-a-Boo) é de arrasar corações. Ela surgiu nos desfiles de primavera/verão 2009 e rapidamente virou hit por possuir um formato tradicional, porém pode ser também confeccionada em cores diferenciadas como o amarelo, por exemplo. Mas o charme fica por dentro. Dependendo da vontade da dona ela pode ter seu interior liso em couro ou camurça, ou com padronagens tipo o monograma da Fendi ou onçinha. A Peekaboo era confeccionada nos tamanhos pequeno, médio e grande desde a sua criação, mas a partir deste ano ganhou a versão mini, que chegou pra ser vendida aqui no Brasil agora no último dia 04.
Não faltam fotos circulando pela internet de personalidades como Jennifer Garner, Rachel McAdams, Blake Lively e Kim Kardashian usando a sua Peekaboo, mas se tem uma que sempre enche nossos olhos é a bellísima it-girl Olivia Palermo (já falamos um pouquinho dela aqui, lembram?) e a sua versão mini e preta da bolsa da Fendi. Luxo!
A próxima bolsa pode não vir de uma marca que existe há décadas, mas que mesmo com a pouca idade, já está mais do que estabelecida na área de roupas femininas e acessórios em couro. A Proenza Schouler foi criada em 2002 pelos designers Jack McCollough e Lazaro Hernandez. Suas bolsas em couro e camurça, com alça a tiracolo e alça curta pras mãos, e nas mais variadas cores, conquistou não só famosas como as irmãs Olsen, Kirsten Dunst e Leighton Meester, mas também especializados em moda como membros do CFDA (ficou curioso pra saber o que é CFDA? Pois não deixa de conferir este post aqui). Aqui no Brasil uma Proenza sai, mais ou menos, por seis mil reais e pode ser encontrada em e-commerces.
E pra encerrar por hoje trazemos a bolsa que, particularmente, achamos a mais clássica de todas as it-bags, Lady Dior. O nome vem do nascimento da bolsa: com uma visita programada a Paris onde iria inaugurar uma exposição sobre Cèzanne, Lady Di - sim, ela mais uma vez! - foi presenteada com uma bolsa feita a pedido pela na época primeira-dama francesa a tradicional casa de alta-costura. Nasceu uma bolsa icônica, com costuras externas, alças curtas e confeccionadas nos mais diferentes tipos de couro.
Saõ menos de duas décadas de existência, mas muito sucesso. Difícil encontrar uma mulher que nunca tinha visto e/ou admirado uma Lady Dior. Tanta classe e sofisticação numa peça pedem uma embaixadora a altura, e não dá pra existir campanha mais linda do que a que a Marion Cotillard fez pra Dior onde uma palavra define tudo: luxo!
Deixamos logo claro que não existe um rank que classifique estas peças tão lindas em ordem. O que fizemos aqui foi trazer pra vocês, nossos queridos leitores e clientes, uma lista das bolsas que amamos. As que admiramos a história da empresa que as produzem, ou as que desejamos muito ter. Afinal aqui na Maria somos todas mulheres e também nos encantamos por muita coisa linda mundo afora. ;)
Outra dúvida que tentamos esclarecer é como uma peça ganha o título de it-bag. Bem, até hoje não é algo com critérios fixos de classificação, mas o que fica entendido é que toda it-bag, além de um sucesso de vendas, é um produto confeccionado por uma empresa poderosa, com anos e anos de experiência na arte de trabalhar em couro e materiais afins, e ainda carrega um pouco de história. Afinal não é só uma peça em que a cliente põe carteira e outros objetos dentro, mas um bem que conta a história da empresa de onde vem, e que provavelmente será passado de uma geração de consumidoras para outra.
Começamos falando da D-Bag da Tod's, grife italiana especializada em artigos luxuosos de couro pra homens e mulheres. A Tod's é o mais puro exemplo do que é o luxo italiano, design limpo, mas materiais e mão-de-obra da mais alta qualidade. Seus produtos são considerados atemporais e extremamente versáteis, acompanham o dono de um passeio diurno a eventos noturnos. Tanto charme numa peça só poderia atrair muitos admiradores, e pra D-Bag não falta: Diane Kruger, Jessica Alba, Jennifer Garner e Nicole Kidman sempre são vistas usado suas Tod's. Mas se é pra eleger uma fã, a maior de todas é sem sombra de dúvidas Lady Di (você pode ver um pouquinho mais do estilo dos membros da família real britânica neste post aqui). A Tod's era sua marca preferida, juntamente com a Versace, e ela sempre era vista com sua D-Bag, da academia a visitas oficiais. Atualmente a bolsa ganhou uma versão renovada onde o nome passou a ter um D a mais - a D.D. Bag! - e a peça apresenta um desenho mais arredondado e zíper para fechar. A parceria entre a princesa Diana e a marca foi tão grande que a empresa lançou há poucos meses um livro chamado Timeless Icon repleto de fotos da nobre em momentos descontraídos, porém com looks inesquecíveis.
Ainda falando em realeza, não poderíamos deixar de dizer que Kate Middleton também se rendeu ao charme desta grife icônica e desde 2011 é vista circulando com uma D.D. Bag cinza. E se você ficou curiosa pra conhecer um pouquinho mais desta empresa, não deixa de visitar o site oficial deles e babar também com os mocassins coloridos, outro ícone da marca.
Falar de it-bag e não falar da Fendi é tarefa muito difícil. A maison é dona de vários objetos desejos, mas a Peekaboo ou (Peek-a-Boo) é de arrasar corações. Ela surgiu nos desfiles de primavera/verão 2009 e rapidamente virou hit por possuir um formato tradicional, porém pode ser também confeccionada em cores diferenciadas como o amarelo, por exemplo. Mas o charme fica por dentro. Dependendo da vontade da dona ela pode ter seu interior liso em couro ou camurça, ou com padronagens tipo o monograma da Fendi ou onçinha. A Peekaboo era confeccionada nos tamanhos pequeno, médio e grande desde a sua criação, mas a partir deste ano ganhou a versão mini, que chegou pra ser vendida aqui no Brasil agora no último dia 04.
Não faltam fotos circulando pela internet de personalidades como Jennifer Garner, Rachel McAdams, Blake Lively e Kim Kardashian usando a sua Peekaboo, mas se tem uma que sempre enche nossos olhos é a bellísima it-girl Olivia Palermo (já falamos um pouquinho dela aqui, lembram?) e a sua versão mini e preta da bolsa da Fendi. Luxo!
A próxima bolsa pode não vir de uma marca que existe há décadas, mas que mesmo com a pouca idade, já está mais do que estabelecida na área de roupas femininas e acessórios em couro. A Proenza Schouler foi criada em 2002 pelos designers Jack McCollough e Lazaro Hernandez. Suas bolsas em couro e camurça, com alça a tiracolo e alça curta pras mãos, e nas mais variadas cores, conquistou não só famosas como as irmãs Olsen, Kirsten Dunst e Leighton Meester, mas também especializados em moda como membros do CFDA (ficou curioso pra saber o que é CFDA? Pois não deixa de conferir este post aqui). Aqui no Brasil uma Proenza sai, mais ou menos, por seis mil reais e pode ser encontrada em e-commerces.
E pra encerrar por hoje trazemos a bolsa que, particularmente, achamos a mais clássica de todas as it-bags, Lady Dior. O nome vem do nascimento da bolsa: com uma visita programada a Paris onde iria inaugurar uma exposição sobre Cèzanne, Lady Di - sim, ela mais uma vez! - foi presenteada com uma bolsa feita a pedido pela na época primeira-dama francesa a tradicional casa de alta-costura. Nasceu uma bolsa icônica, com costuras externas, alças curtas e confeccionadas nos mais diferentes tipos de couro.
Saõ menos de duas décadas de existência, mas muito sucesso. Difícil encontrar uma mulher que nunca tinha visto e/ou admirado uma Lady Dior. Tanta classe e sofisticação numa peça pedem uma embaixadora a altura, e não dá pra existir campanha mais linda do que a que a Marion Cotillard fez pra Dior onde uma palavra define tudo: luxo!
terça-feira, 11 de junho de 2013
Estilo: Emilia Clarke
Com certeza, vocês já devem ter visto esse rostinho por aí. É, esses olhos azuis e esse sorriso não enganam que Emilia Clarke é a atriz que interpreta Daenerys Targaryen no seriado Game of Thrones.
Na vida real, Emilia tem os cabelos bem diferentes da sua personagem: castanhos escuros e na altura do ombro. Para o papel, a atriz usa uma peruca loira platinada com fios naturais. Babado!
Emilia é britânica, nascida em Londres, tem 26 aninhos (apenas, hein?) e estilo de sobra! O bacana é que, além de diversificado e nem um pouco óbvio, o estilo da atriz é facinho de copiar e usar... Dá uma espiadinha:
Para o dia a dia, a atriz aposta no combo calça jeans + camiseta + casaco, o qual pode variar entre blazers, trench coats, jaquetas, cardigãs e varsity jackets. Sempre utilizando tons sóbrios como nude, branco, preto e cinza. Ela aposta na sobriedade mas sem perder o estilo!
Em momentos menos casuais, Emilia aposta nas pernas de fora (afinal, ela pode, né?)! Ela prefere vestidos mais acinturados, com saias mais rodadas, atenuando o lado feminino. Para quebrar o romantismo, a atriz costuma seguir firme e forte com as jaquetas, principalmente as de couro. Nesses momentos, as cores são mais vibrantes e as produções mais inusitadas.
No red carpet ela arrasa! A atriz aposta em todas as tendências que valorizem o seu corpo e beleza: transparências, decotes, franjas, bordados e saias geométricas. Aqui, a cor predominante é o vermelho, a qual ressalta a cor do cabelo e olhos!
Estilosa, super talentosa e com uma beleza de tirar o fôlego! Para isso, em festas, Emilia Clarke aposta nos olhos marcados (afinal, eles merecem tooooda a atenção!) e cabelos levemente ondulados ou completamente preso. Para o dia a dia, ela prefere makes mais naturais, apostando apenas no rímel... Ah, fala sério, ela pode sair de casa do jeito que ela acorda, né? ;)
sábado, 8 de junho de 2013
Inspirações da Maria: Burberry
Oi gente! E como anda o fim-de-semana? Já curtiram nossos modelos novos de camisetinhas? ;) O blog tá passando por duas semanas de invasão inglesa, então hoje vamos falar um pouquinho de uma marca inglesa já centenária, que revolucionou a moda ao criar o trench coat e transformá-lo em ícone fashion, e que atualmente investe pesado em inovação nos produtos e tecnologia.
Quem se interessa por moda em geral já ouviu falar da Burberry, mas mesmo que você não se ligue em nomes, pode ter certeza que seus olhos já bateram em cima de alguma peça desta grife. Como? Bem, já viu Bonequinha de Luxo? Filme clássico, né? Mas você sabia que na cena clássica do beijo na chuva do final os atores Audrey Hepburn e George Peppard vestiam casacos da empresa?
A marca foi criada por Thomas Burberry em 1856, quando ele tinha somente 21 anos. Apesar da juventude do proprietário, os negócios iam bem, muito devido a sua visão em investir em propagandas numa espécie de antecessor dos outdoors. Em 1879, num projeto de desenvolver um tecido mais resistente, surgiu o gabardine, tradicional tecido em que os trench coats são atualmente confeccionados, e famoso por suas linhas diagonais e sua propriedade à prova-de-água. O gabardine só foi patenteado pela empresa em 1888, mas ele não era visto como um tecido nobre ou muito menos a peça pronta com ele confeccionada. Eram somente casacos práticos e duráveis. Prova disto foi que em 1895 o Ministério da Defesa britânico encomendou peças com este novo tecido a Burberry. Eram abrigos de chuva que faziam parte do uniforme dos militares. Esta peça, denominada tielocken, foi considerada o antecessor do trench coat.
O trench mesmo só nasceu em 1901, mas chegou ao seu auge com a 1º Guerra Mundial, onde foi adotado pelos militares. O segredo pra uma peça conquistar o Exército britânico foi sua funcionalidade. Além de proteger da chuva, possui aba no peito que servia como apoio pra arma, dragonas nos ombros, que serviam pra prender o quepe dobrado ou mapas, e os punhos ajustáveis, que podiam ser apertados e impedir que o vento frio entrasse. Durante o conflito foram confeccionadas 500.000 peças com fins militares. Logo após a guerra os ex-soldados voltaram pra casa e continuaram usado esta peça, que é muito durável, ou casacos similares em seu dia-a-dia. Assim o trench coat ganha popularidade e levou o nome da Burberry para a boca do povo.
Outra grande marca registrada da maison inglesa é o seu xadrez com tonalidades terrosas. De longe conhecemos, não é verdade? Mais por razões estratégicas, já que esta padronagem é um grande alvo da pirataria mundial, ele vem cada vez sendo menos usado e substituído por estampas coloridas, mas ainda com o espírito da grife.
O legal é que com a Burberry vemos todos os ciclos que uma empresa pode passar: nasceu simples, confeccionou peças de fardamento militar, ganhou popularidade, depois se destacou com seus produtos com alto padrão de qualidade e em 1989 virou a fornecedora oficial de roupas para o príncipe Charles (você pode ver um pouquinho mais sobre o vestuário da família real britânica aqui), ou seja, o pico do luxo e sofisticação. Mas apesar disto tudo a marca também passou por um período de decadência nas vendas e esquecimento pelo grande público. E aí veio a grande virada que nós da Maria somos fãs. Todos passam por períodos de dificuldade, mas como sair deste período define a espírito de muitas marcas.
Em 2001 Christopher Bailey foi contratado como diretor de estilo da grife. Sacada de mestre! Com o talentoso jovem de 30 anos formado pela Universidade de Westminster a marca passou por um processo de rejuvenescimento e deu nova vida a seu tradicional xadrez. Junto com a contratação de garotas propagandas como Emma Watson (também já falamos mais dela aqui), Kate Moss e Rosie Huntington-Whiteley seria impossível que a Burberry não chamasse atenção pra si novamente.
Atualmente falar de Burberry é falar de qualidade e tradição, mas sem um "peso" pelos anos de existência. Se há uma empresa que investe pesado em tecnologia, esta é a Burberry. Seus desfiles já são famosos: Já choveu e já nevou em plena passarela, e em 2011 houve um show holográfico! Hoje não precisa de ingresso pra ver um desfile da grife por inteiro. Além de serem transmitidos ao vivo via Livestream, a marca também transmitiu pelos famosos telões da praça Piccadilly Circus em Londres. Ela também investe pesado em new faces, modelos ainda desconhecidos do grande público, pras suas campanhas, mantendo o espírito jovem. Outra sacada brilhante são os vídeos da grife, sejam de bastidores ou de tutoriais, onde junto aos produtos e funcionamento da empresa estão atreladas músicas dos novos nomes do cenário artístico britânico. Além de divulgar estes novos artistas a empresa já atingiu mais de 10 milhões de visualizações no YouTube.
Vai dizer que você não se apaixonou pela Burberry também? ;)
Quem se interessa por moda em geral já ouviu falar da Burberry, mas mesmo que você não se ligue em nomes, pode ter certeza que seus olhos já bateram em cima de alguma peça desta grife. Como? Bem, já viu Bonequinha de Luxo? Filme clássico, né? Mas você sabia que na cena clássica do beijo na chuva do final os atores Audrey Hepburn e George Peppard vestiam casacos da empresa?
A marca foi criada por Thomas Burberry em 1856, quando ele tinha somente 21 anos. Apesar da juventude do proprietário, os negócios iam bem, muito devido a sua visão em investir em propagandas numa espécie de antecessor dos outdoors. Em 1879, num projeto de desenvolver um tecido mais resistente, surgiu o gabardine, tradicional tecido em que os trench coats são atualmente confeccionados, e famoso por suas linhas diagonais e sua propriedade à prova-de-água. O gabardine só foi patenteado pela empresa em 1888, mas ele não era visto como um tecido nobre ou muito menos a peça pronta com ele confeccionada. Eram somente casacos práticos e duráveis. Prova disto foi que em 1895 o Ministério da Defesa britânico encomendou peças com este novo tecido a Burberry. Eram abrigos de chuva que faziam parte do uniforme dos militares. Esta peça, denominada tielocken, foi considerada o antecessor do trench coat.
O trench mesmo só nasceu em 1901, mas chegou ao seu auge com a 1º Guerra Mundial, onde foi adotado pelos militares. O segredo pra uma peça conquistar o Exército britânico foi sua funcionalidade. Além de proteger da chuva, possui aba no peito que servia como apoio pra arma, dragonas nos ombros, que serviam pra prender o quepe dobrado ou mapas, e os punhos ajustáveis, que podiam ser apertados e impedir que o vento frio entrasse. Durante o conflito foram confeccionadas 500.000 peças com fins militares. Logo após a guerra os ex-soldados voltaram pra casa e continuaram usado esta peça, que é muito durável, ou casacos similares em seu dia-a-dia. Assim o trench coat ganha popularidade e levou o nome da Burberry para a boca do povo.
Outra grande marca registrada da maison inglesa é o seu xadrez com tonalidades terrosas. De longe conhecemos, não é verdade? Mais por razões estratégicas, já que esta padronagem é um grande alvo da pirataria mundial, ele vem cada vez sendo menos usado e substituído por estampas coloridas, mas ainda com o espírito da grife.
O legal é que com a Burberry vemos todos os ciclos que uma empresa pode passar: nasceu simples, confeccionou peças de fardamento militar, ganhou popularidade, depois se destacou com seus produtos com alto padrão de qualidade e em 1989 virou a fornecedora oficial de roupas para o príncipe Charles (você pode ver um pouquinho mais sobre o vestuário da família real britânica aqui), ou seja, o pico do luxo e sofisticação. Mas apesar disto tudo a marca também passou por um período de decadência nas vendas e esquecimento pelo grande público. E aí veio a grande virada que nós da Maria somos fãs. Todos passam por períodos de dificuldade, mas como sair deste período define a espírito de muitas marcas.
Em 2001 Christopher Bailey foi contratado como diretor de estilo da grife. Sacada de mestre! Com o talentoso jovem de 30 anos formado pela Universidade de Westminster a marca passou por um processo de rejuvenescimento e deu nova vida a seu tradicional xadrez. Junto com a contratação de garotas propagandas como Emma Watson (também já falamos mais dela aqui), Kate Moss e Rosie Huntington-Whiteley seria impossível que a Burberry não chamasse atenção pra si novamente.
Atualmente falar de Burberry é falar de qualidade e tradição, mas sem um "peso" pelos anos de existência. Se há uma empresa que investe pesado em tecnologia, esta é a Burberry. Seus desfiles já são famosos: Já choveu e já nevou em plena passarela, e em 2011 houve um show holográfico! Hoje não precisa de ingresso pra ver um desfile da grife por inteiro. Além de serem transmitidos ao vivo via Livestream, a marca também transmitiu pelos famosos telões da praça Piccadilly Circus em Londres. Ela também investe pesado em new faces, modelos ainda desconhecidos do grande público, pras suas campanhas, mantendo o espírito jovem. Outra sacada brilhante são os vídeos da grife, sejam de bastidores ou de tutoriais, onde junto aos produtos e funcionamento da empresa estão atreladas músicas dos novos nomes do cenário artístico britânico. Além de divulgar estes novos artistas a empresa já atingiu mais de 10 milhões de visualizações no YouTube.
Vai dizer que você não se apaixonou pela Burberry também? ;)
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