Olá flores! Saudades dos nossos textinhos? Pois podem sorrir, pois Julho começou e muita coisa boa vem aí... Pra começar bem o mês, hoje resolvemos falar um pouquinho de um filme que vinhamos esperando muito, e que deu uma combinação delicia de falar sobre.
No último Junho estreou aqui no Brasil o já falado desde Maio, quando estreou no 66º Festival de Cannes, O Grande Gatsby, adaptação pras telonas do livro de Scott Fitzgerald, e tida por muitos como a maior obra literária norte-americana. Sim, eu, a estilista que vos fala, já havia lido o livro, e também já tinha visto a versão cinematográfica com Mia Farrow e Robert Redford. Mas não vou mentir que esperei muito por este filme e levei as amigas pro cinema. ;)
Deixando de lado que é muito, muito difícil um filme chegar próximo de todo o poder que um livro tem, impossível é não se encantar pela atmosfera demonstrada na história: os "loucos" anos 20, as festas desenfreadas, a vibração de Nova Iorque, a inteligência dos diálogos, e os mistérios que cercam os personagens.
Agora quer saber por qual motivo esta história veio parar aqui no blog? Porque é difícil deixar passar o fato de que a Tiffany & Co. - joalheria sonho que já falamos no blog anteriormente aqui - fez sua mágica e criou peças totalmente inspiradas na atmosfera que envolvia os Estados Unidos no período que falamos acima. Algumas peças que vemos no filme de Baz Luhrmann, como o conjunto de platina, pérolas e diamantes, ou a combinação mais do que impecável de tiara estilo melindrosa e pulseiras de brilhantes e pérolas, foram criações especias pro longa-metragem. Tais peças abrilhantam ainda mais a imagem de moçinha rica e delicada de Daisy, a personagem da linda Carey Mulligan.
Mas não foi só pra sonhar que a Tiffany desenvolveu tais peças. No último mês de Maio a empresa lançou a coleção Blue Book, com festa repleta de celebridades e peças no estilo art déco. Um mês depois chegou ao mercado a coleção Ziegfield. Regada a muitas pérolas, prata, brilhantes, pedras coloridas e etcetera, e contendo o charme por também serem protagonistas no filme. Peças como os anéis e as abotoaduras de prata e ônix presentes na coleção Ziegfield, foram usados na telona por Tom Buchanan (Joel Edgerton) e Jay Gatsby (Leonardo DiCaprio).
Deixo vocês agora com muitas lindezas das coleções Blue Book e Ziegfield, respectivamente, e com os personagens em seus momentos marcantes da produção cinematográfica usando estas verdadeiras obras de arte da Tiffany & Co. O mais puro luxo!
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segunda-feira, 1 de julho de 2013
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Maria ama: Tiffany & Co.
A trajetória da Tiffany & Co. muito se confunde com o filme Bonequinha de Luxo, mas esta joalheria de 175 anos tem muito mais pra mostrar, e brilhar! Criada em 1837 e com mil dólares de capital inicial, há décadas para as mulheres em torno do mundo, a joalheria vende magia.
Imortalizada no cinema em 1961, quando Holly Golightly, interpretada pela também icônica Audrey Hepburn, diz que em poucos lugares do mundo se sente tão bem quanto na loja da marca na Quinta Avenida, a Tiffany entrou para a história do cinema. Mas os primeiros diamantes a reluzirem na grande tela foram exatamente em 1953, muito bem usados pela diva Marilyn Monroe em Os Homens Preferem as Loiras. De lá pra cá foram 24 filmes no total, incluindo os mais recentes Legalmente Loira, Guerra das Noivas e, acredite se quiser, Shrek 2 (afinal a Fiona é uma ogra, mas antes de tudo uma princesa)!
Aliás, Legalmente Loira foi um marco pra Tiffany no Brasil. A loja havia acabado de aterrissar por aqui, quando as mulheres lotaram a loja recém inaugurada no shopping Iguatemi em São Paulo pra adquirirem uma pulseira de elos de prata com um pendente de coração, a mesma usada pela personagem de Reese Whitterspoon no filme.
Aliás, a joalheria se orgulha de lançar modismos e acompanhar a cultura em cada país em que está presente. Nos Estados Unidos o solitário de diamante, símbolo-mor da joalheria, é o carro chefe da marca. Isto se deve ao anel de noivado, quase uma instituição de tão sagrado que é o ritual para os norte-americanos. No Brasil, claro que nas lojas há a presença de peças como anéis de mais de meio milhão de reais, mas o carro chefe das vendas é outro: os charms, pingentes de pulseiras que custam pouco mais de 200 reais cada. Não se trata bem da popularização do luxo, mas sim da realização de um sonho. Se não dá pra ter as jóias que fazem os olhos das mulheres brilharem usados em Bonequinha de Luxo, dá pra ter uma parcela menor da marca. Falando em parcela, somente aqui no Brasil é possível parcelar a compra em até dez vezes sem juros!
Os diamantes da Tifany possuem corte singular que obedecendo as leis da física fazem as pedras refletirem. Mas o luxo da marca é o atendimento. Voltando ao longa Bonequinha de Luxo e a personagem Holly, não há publicidade maior da marca do que a cena em que ela tenta comprar algo com dez dólares e mesmo assim recebe a atenção de um simpático vendedor. Charles Tiffany foi o primeiro comerciante americano do ramo a fixar um preço-padrão para determinadas joias. Ele se queixava que o mercado da joalheria não podia ficar preso no passado onde o preço da peça iria variar de acordo com a aparência do cliente e a boa vontade do vendedor. Hoje, absolutamente tudo, tem o preço colocado ao lado da peça na vitrine.
Muitas divas da atualidade já se renderam aos charmes da Tiffany como Kate Winslet, Anne Hathaway, Lea Michele, Blake Lively e Natalie Portman. Mas não há charme maior na marca do que o azul-tiffany, uma cor tão fortemente associada a uma grife como raramente vemos no mundo. O azul usado nas caixas da empresa era famoso no período vitoriano e serviu de inspiração para as embalagens. As caixinhas azuis envoltas em um laço branco que se desfazem com um simples puxar são mágicas! É a única coisa que não pode ser comprada, é dada a você. E desde 1906, quando foi criada a famosa blue box, nenhuma saiu da Tiffany & Co. vazia.
Imortalizada no cinema em 1961, quando Holly Golightly, interpretada pela também icônica Audrey Hepburn, diz que em poucos lugares do mundo se sente tão bem quanto na loja da marca na Quinta Avenida, a Tiffany entrou para a história do cinema. Mas os primeiros diamantes a reluzirem na grande tela foram exatamente em 1953, muito bem usados pela diva Marilyn Monroe em Os Homens Preferem as Loiras. De lá pra cá foram 24 filmes no total, incluindo os mais recentes Legalmente Loira, Guerra das Noivas e, acredite se quiser, Shrek 2 (afinal a Fiona é uma ogra, mas antes de tudo uma princesa)!
Aliás, Legalmente Loira foi um marco pra Tiffany no Brasil. A loja havia acabado de aterrissar por aqui, quando as mulheres lotaram a loja recém inaugurada no shopping Iguatemi em São Paulo pra adquirirem uma pulseira de elos de prata com um pendente de coração, a mesma usada pela personagem de Reese Whitterspoon no filme.
Aliás, a joalheria se orgulha de lançar modismos e acompanhar a cultura em cada país em que está presente. Nos Estados Unidos o solitário de diamante, símbolo-mor da joalheria, é o carro chefe da marca. Isto se deve ao anel de noivado, quase uma instituição de tão sagrado que é o ritual para os norte-americanos. No Brasil, claro que nas lojas há a presença de peças como anéis de mais de meio milhão de reais, mas o carro chefe das vendas é outro: os charms, pingentes de pulseiras que custam pouco mais de 200 reais cada. Não se trata bem da popularização do luxo, mas sim da realização de um sonho. Se não dá pra ter as jóias que fazem os olhos das mulheres brilharem usados em Bonequinha de Luxo, dá pra ter uma parcela menor da marca. Falando em parcela, somente aqui no Brasil é possível parcelar a compra em até dez vezes sem juros!
Os diamantes da Tifany possuem corte singular que obedecendo as leis da física fazem as pedras refletirem. Mas o luxo da marca é o atendimento. Voltando ao longa Bonequinha de Luxo e a personagem Holly, não há publicidade maior da marca do que a cena em que ela tenta comprar algo com dez dólares e mesmo assim recebe a atenção de um simpático vendedor. Charles Tiffany foi o primeiro comerciante americano do ramo a fixar um preço-padrão para determinadas joias. Ele se queixava que o mercado da joalheria não podia ficar preso no passado onde o preço da peça iria variar de acordo com a aparência do cliente e a boa vontade do vendedor. Hoje, absolutamente tudo, tem o preço colocado ao lado da peça na vitrine.
Muitas divas da atualidade já se renderam aos charmes da Tiffany como Kate Winslet, Anne Hathaway, Lea Michele, Blake Lively e Natalie Portman. Mas não há charme maior na marca do que o azul-tiffany, uma cor tão fortemente associada a uma grife como raramente vemos no mundo. O azul usado nas caixas da empresa era famoso no período vitoriano e serviu de inspiração para as embalagens. As caixinhas azuis envoltas em um laço branco que se desfazem com um simples puxar são mágicas! É a única coisa que não pode ser comprada, é dada a você. E desde 1906, quando foi criada a famosa blue box, nenhuma saiu da Tiffany & Co. vazia.
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