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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Musas da Maria: Jessica Chanstain

Linda, talentosa e ruiva! Bastou a atuação dela como a senhora O'Brian em A Árvore da Vida pra estarmos caindo de paixão por esta atriz natural de Sacramento. E depois de tantos trabalhos de sucesso, tem como não amar Jessica Chanstain?


Jessica Michelle Chanstain é filha de uma chefe de cozinha vegetariana e de um bombeiro. Estudou na Universidade de Sacramento e depois de se formar, em 1997, resolveu levar a carreira de atriz mais a sério unindo-se a uma companhia profissional de teatro. No ano seguinte já fazia sua estreia nos palcos. Era a protagonista de uma adaptação de Romeu e Julieta. Após o papel de Julieta, a nossa ruiva achou que era hora de se aperfeiçoar nas artes cênicas e resolveu ingressar na famosa escola Juilliard, em Nova Iorque. Foi aceita no departamento dramático e se formou em 2003.

Ao sair da Julliard foi sua vez de se jogar nas telinhas e testar suas habilidades como atriz recém-formada. Fez participações nas séries ER e Law & Order. Mas brilhou no ano de 2011. Arrebatou corações dos espectadores como a delicada e quase angelical esposa de Brad Pitt no longa A Árvore da vida de Terrence Malick. Recebeu críticas super positivas ao dar vida a esposa de um homem perturbado por visões apocalípticas em O Abrigo e estrelou a inesquecível Celia Foote em Histórias Cruzadas. Foi por este longa que a moça recebeu indicações ao Oscar e ao Globo de Ouro, e ainda levou o SAG de melhor elenco.


Mas premiação maior recebeu agora em 2013. Pelo filmaço A Hora Mais Escura, dirigido pela também premiada Kathryn Bigelow, Jessica recebeu o Globo de Ouro, o Oscar, O Bafta e o SAG de melhor atriz.

Agora vocês já notaram o quanto ela é linda? Pra nós, é mistura de beleza natural com traços delicados de fazer babar. E já que tamos falando de beleza, já viram o editorial para a Vogue US, clicado pela talentosíssima Annie Leibovitz, em que a ruiva é a estrela? A Jessica Chanstain encarna imagens imortalizadas como a fotografia de Julia Margaret Cameron, ou as telas La Mousmé de Vincent van Gogh e Ria Munk de Gustav Klimt. É muita beleza num editorial só, não acham?



domingo, 27 de outubro de 2013

Musas da Maria: Penélope Cruz

Estávamos aqui pensando em que personalidade seria legal falar neste domingo, daí, minutinhos depois, veio a mente uma morenaça de sorriso iluminado. Ok, ela é linda! Mas pra lá de talentosa também.  Afinal, pra ter mais de 60 filmes em sua bagagem como atriz, em títulos do aclamado diretor espanhol e amigo próximo Pedro Almodóvar como Tudo Sobre Minha Mãe e Volver, até blockbusters como Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas é preciso ter talento de sobra, concordam? Então, topam admirar um pouquinho a Penélope Cruz junto com a gente?!


Penélope Cruz Sanchez é natural de Alcobendas, uma cidade a 15 km de Madri. Atriz talentosa e fluente em inglês, italiano e francês, vem de origem simples. Filha de um vendedor e de uma cabeleireira, sempre se disse apaixonada por cinema. Uma de suas lembranças mais felizes é a de quando o pai, ainda no início dos anos 80, comprou um videocassete, e ela passou a alugar filmes diariamente. Segundo suas próprias palavras foi nesta época que nasceu sua paixão pela carreira de atriz.

Nos anos 90 tornou-se musa do cinema espanhol, muito devido aos vários filmes do amigo Almodóvar em que atuou. Hoje é conhecida como a Madonna de Madri, e tem orgulho do título apesar da simplicidade e raízes que faz questão de manter. Conquistou Hollywood e a crítica especializada também ao abocanhar o Oscar de melhor atriz coadjuvante pelo ótimo Vicky Cristina Barcelona de Woody Allen. Foi no set de filmagem deste longa, em 2008, que começou a namorar o ator também latino Javier Bardem (já falamos um pouquinho dele aqui no blog, lembram?). Hoje, casada com ele desde 2010, possuem dois filhos: Leo  e Luna Encinas. Mas o casal estrelado - uma vez que Javier também já foi premiado com um Oscar de melhor ator coadjuvante, e estima-se que o cachê de Penélope esteja por volta de 10 milhões de dólares por filme - insistem em não optar por Los Angeles como cidade pra morar. Ainda vivem em Madri, e voam para os EUA sempre que é necessário filmar. O casal mora na capital espanhola próximo aos irmãos de Penélope, a também atriz Monica Cruz e o compositor Eduardo Cruz.


Aos 39 anos Cruz parece estar no topo de sua carreira. Além da maternidade - que aqui pra nós a deixou ainda mais bonita - a atriz também é um ícone fashion. Protagonizou campanhas de peso como a de perfume que fez para Ralph Lauren, e a do perfume Trésor, onde substituiu ninguém menos que Kate Winslet. Também foi estrela da grifada Loewe (já falamos desta parceria neste link que você pode acompanhar na nossa fanpage) e embaixadora da L'Oréal Cosmetics. Mas quem pensa que por causa da carreira, ou dos contratos, que a moça é encucada em relação a velhice, muito se engana. A atriz já deu declarações defendendo que envelhecer é um processo saudável e natural. E que sente pena de colegas de trabalho que viram vítimas da aparência com tratamentos e processos exagerados.

Nos cinemas, desde a última sexta, podemos admirá-la no já bem falado O Conselheiro do Crime. Além dos casting de peso como o seu marido Javier, Cameron Diaz, Michael Fassbender e Brad Pitt, o longa é dirigido por Ridley Scott e a história foi escrita especialmente para as telonas por Cormac McCarthy, autor do livro No Country for Old Men,  que ao virar longa rendeu o Oscar do marido de Penélope. Alguém tem dúvidas de que será um filmaço? ;)

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Maria ama: Tiffany & Co. + O Grande Gatsby

Olá flores! Saudades dos nossos textinhos? Pois podem sorrir, pois Julho começou e muita coisa boa vem aí... Pra começar bem o mês, hoje resolvemos falar um pouquinho de um filme que vinhamos esperando muito, e que deu uma combinação delicia de falar sobre.


No último Junho estreou aqui no Brasil o já falado desde Maio, quando estreou no 66º Festival de Cannes, O Grande Gatsby, adaptação pras telonas do livro de Scott Fitzgerald, e tida por muitos como a maior obra literária norte-americana. Sim, eu, a estilista que vos fala, já havia lido o livro, e também já tinha visto a versão cinematográfica com Mia Farrow e Robert Redford. Mas não vou mentir que esperei muito por este filme e levei as amigas pro cinema. ;)

Deixando de lado que é muito, muito difícil um filme chegar próximo de todo o poder que um livro tem, impossível é não se encantar pela atmosfera demonstrada na história: os "loucos" anos 20, as festas desenfreadas, a vibração de Nova Iorque, a inteligência dos diálogos, e os mistérios que cercam os personagens.


Agora quer saber por qual motivo esta história veio parar aqui no blog? Porque é difícil deixar passar o fato de que a Tiffany & Co. - joalheria sonho que já falamos no blog anteriormente aqui - fez sua mágica e criou peças totalmente inspiradas na atmosfera que envolvia os Estados Unidos no período que falamos acima. Algumas peças que vemos no filme de Baz Luhrmann, como o conjunto de platina, pérolas e diamantes, ou a combinação mais do que impecável de tiara estilo melindrosa e pulseiras de brilhantes e pérolas, foram criações especias pro longa-metragem. Tais peças abrilhantam ainda mais a imagem de moçinha rica e delicada de Daisy, a personagem da linda Carey Mulligan.

Mas não foi só pra sonhar que a Tiffany desenvolveu tais peças. No último mês de Maio a empresa lançou a coleção Blue Book, com festa repleta de celebridades e peças no estilo art déco. Um mês depois chegou ao mercado a coleção Ziegfield. Regada a muitas pérolas, prata, brilhantes, pedras coloridas e etcetera, e contendo o charme por também serem protagonistas no filme. Peças como os anéis e as abotoaduras de prata e ônix presentes na coleção Ziegfield, foram usados na telona por Tom Buchanan (Joel Edgerton) e Jay Gatsby (Leonardo DiCaprio).

Deixo vocês agora com muitas lindezas das coleções Blue Book e Ziegfield, respectivamente, e com os personagens em seus momentos marcantes da produção cinematográfica usando estas verdadeiras obras de arte da Tiffany & Co. O mais puro luxo!







domingo, 3 de março de 2013

Maria ama: Brad Pitt

Sabe aquelas coisas que dizem que ficam melhor com o tempo? Pois bem, é piegas e sabemos. Mas vai dizer  que com o Brad Pitt não é assim?


William Bradley Pitt nasceu em uma cidade pequena em Oklahoma e foi criado no estado do Missouri. Na vida real é conhecido por falar super rápido, ser um cara bem curioso e com interesses múltiplos e ainda possuir um sotaque de garoto do interior. Com 20 e poucos anos mudou-se pra Los Angeles atrás do sonho de ser uma estrela de cinema. Fez pontas e outras produções e comerciais pra TV além de bicos como motorista de limusine, carregador e mascote de rede de fast-food até chamar atenção como um sexy cáuboi em Thelma & Louise de Ridley Scott.

Sua carreira deslanchou nos anos 90. Fez, entre tantos filmes, Entrevista com o Vampiro, Lendas da Paixão, Seven - Os Sete Crimes Capitais (seu primeiro encontro com o diretor David Fincher), Os Doze Macacos (que lhe rendeu sua primeira indicação ao Oscar como melhor ator coadjuvante) e o marcante Clube da Luta.


Foi em Clube da Luta, longa de 1999, em que Brad Pitt definitivamente se consagrou como astro de Hollywood. O reencontro com Fincher resultou no papel de Tyler Durden, anarquista de mente tumultuada brilhantemente interpretado pelo ator. Engraçado é que foi nesta época em que foi alçado ao status maior de celebridade que Pitt  mas buscava foco e satisfação na vida. Como se sentia vazio, segundo ele mesmo, fumou tantos baseados até quase virar um molusco.

Cansado da sua inércia interna percebeu que muito da sua angústia só passaria por esforços próprios. Largou os baseados e seguiu em busca de novos trabalhos. Veio o começo dos anos 2000 e o período em que ele se destaca cada vez mais. Começou a década com um longa do talentoso cineasta inglês Guy Ritchie, Snatch - Porcos e Diamantes; incorporou o ladrão talentoso, cara-de-pau e incrivelmente charmoso de Onze Homens e Um Segredo e suas duas sequências; atuou também em Babel de Alejandro Iñarritu (já falamos um pouquinho deste cineasta neste post aqui sobre o Javier Barden!), Queime Depois de Ler dos irmãos Coen e O Curioso Caso de Benjamim Button, papel que lhe rendeu sua segunda indicação ao Oscar, só que desta vez como melhor ator.


Ainda neste período de auge Pitt decidiu explorar de outra forma projetos que o interessavam, assim abriu a sua produtora, a Pan B. Foi a Plan B que adquiriu o roteiro e produziu os filmes Os Infiltrados, filmaço dirigido por Martin Scorsese e ganhador de quatro Oscar; O Preço da Coragem, filme em que a estrela principal é a esposa de Pitt, Angelina Jolie; e Kick-Ass, que já falamos vááárias vezes aqui no blog.

Hoje Brad Pitt está com 49 anos e mais bem sucedido do que nunca. Seus personagens são intensos e quase obsessivos, e o ator adora interpretá-los. Billy Beane, o personagem de Pitt no muito bom O Homem que Mudou o Jogo é assim. Usou métodos estatísticos até então pouco usados para levar a sua equipe de beisebol a competir entre os melhores.


Apesar de que com cada lançamento nos surpreendemos mais com a capacidade de interpretação deste ator, Brad Pitt só se considera um ator razoável de uns poucos anos pra cá. Diz que teve que melhorar muito por causa de seus filhos, uma vez que não aceitaria parecer ruim aos olhos deles. Alguém dúvida que dia 28 de Junho ele vai chegar arrebentando nos cinemas no Guerra Mundial Z, uma superprodução sobre zumbis?! :)

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Sonzinho da sexta: Alabama Shakes

Êba! Mal saímos do feriado e já é sexta! Uma delícia ter uma semana curta, não? E pra semana mais curta do ano um sonzinho mais que especial.


Não sabemos quanto a vocês, mas nós da Maria amamos um cineminha. Alegra os domingos, é motivo pra reunir os amigos pra uma pizza depois, ou então pra ficar abraçadinho com o namorado... E recentemente vimos O Lado Bom da Vida. Ok, o Bradley Cooper é lindo, a Jennifer Lawrence mais ainda, a atuação dos dois é gigantesca, Robert de Niro brilha mesmo como coadjuvante, diálogos rápidos e inteligentes, e uma trilha sonora super gostosa que faz uma certa homenagem a região sul dos Estados Unidos. Foi nesta trilha que nos deparamos que uma banda que vem se destacando cada vez mais desde o ano passado, Alabama Shakes.

O grupo foi formado em Athens, cidade de cerca de 20 mil habitantes, no Alabama. A banda começou quando a poderosa vocalista e guitarrista Brittany Howard conheceu o atual baixista, Zach Cockrell ainda no colégio. Zach já era um instrumentista melhor que Howard, e conhecia os clássicos que ela também admirava - e nós também! - como Aretha Franklin, Elton John e Rolling Stones, bem mais a fundo. Os dois não se desgrudaram mais e passaram a escrever músicas juntos. Pouco tempo depois conheceram o baterista Steve Johnsson e o guitarrista Heath Fogg. Assim, formaram a banda The Shakes, mas aumentaram o nome pra Alabama Shakes por conta de outra banda que já utilizava o primeiro nome.


Uma das primeiras músicas que o grupo fez junto foi a linda Hold On, uma canção meio confessional sobre angústias. O álbum da banda, Boys & Girls, lançado em Abril do ano passado, foi muito bem recebido pela crítica e por nomes de peso como o ator Russell Crowe, Adele, Jack White do White Stripes, Alex Turner do Arctic Monkeys, e o pessoal do Strokes. É impossível escutar o som do Alabama Shakes e não se encantar pelo rock retrô sulista e pela voz da Brittany que mais parece uma mistura de Janis Joplin e Aretha Franklin.

Apesar de Always Alright, trilha sonora do lindo O Lado Bom da Vida, ser incrível, agora ficamos com outra música tão boa quanto do Alabama Shakes: Rise to the Sun!





sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Sonzinho da sexta: Hedwig and the Angry Inch

O sonzinho de hoje vai ser um pouco diferente. Fugimos das bandas que gostamos ou bandas que descobrimos a pouco tempo (mas que são um sucesso no atelierzinho da Maria) e vamos explorar uma outra nuance da música.
Quem conhece nossa jornalista, Elaine, sabe que ela é completamente louca por musicais. Então, ontem ela foi assistir ao pocket show do musical Hedwig e o centímetro enfurecido com o lindo e super talentoso Pierre Baitelli. O musical em questão é uma adptação de Hedwig and the Angry Inch, um filme com muito rock'n'roll e conta a história do jovem alemão Hansel, o qual sonha vir para a América se tornar um super rockstar.



Todo o filme perpassa na vinda do jovem rapaz, o qual precisa mudar de sexo e torna-se transsexual para viver o sonho americano. Assim, nasce Hedwig, uma drag de maquiagem carregada e cabelos à la Farrah Fawcett, e sua banda The Angry Inch.
Tanto o musical como o filme são cheias de perfomances espetaculares e de muito, mas muito rock'n'roll. Quem ainda quiser apreciar, o pocket show estará em cartaz até dia 02 de Dezembro no Teatro da Caixa (ao lado do Dragão do Mar). E quem não pode ir, basta ir à locadora mais próxima e assistir ao original.
Enquanto isso, divirtam-se com uma das melhores músicas (na nossa singela opinião) de Hedwig and The Angry Inch:







sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Sonzinho da sexta: Drive OST

Já falamos do Ryan Gosling aqui num post sobre o seu amigo Justin Timberlake, mas hoje não é sobre especificamente do galã que viemos falar, mas de um dos seus últimos trabalhos: o filme Drive e sua fantástica trilha-sonora.


Drive se passa em Los Angeles. É uma linda homenagem aos filmes noir dos anos 80. Nele Gosling vive um rapaz solitário dublê de filmes holywoodianos, mecânico de dia e motorista para a máfia durante a noite. O jovem conhece e se envolve emocionalmente com sua vizinha, Irene, vivida pela linda e também super talentosa Carey Mulligan. Irene tem um filho que também se apega muito ao motorista solitário, até o momento que o marido de Irene, Standard, saí da prisão.

A vida de Irene parece ir bem até o momento que o seu marido se vê obrigado a fazer um serviço em troca da proteção que recebeu enquanto presidiário. Comovido pelo fato de que a família de Standard corre perigo, o motorista se propõe a ajudar o marido de Irene. Mas o roubo não saí como planejado e as consequências para o motorista, Irene e seu filho serão graves.

O que chama a atenção no filme não é a beleza do ator principal, mas uma série de outros fatores que o tornam um filme único. A força da atuação de Ryan Gosling e sua química com a atuação leve de Carey Mulligan. Eles protagonizam cenas em que mal há diálogos, mas os olhares e sorrisos de ambos dizem mais do que mil palavras. A construção de um papel onde durante todo o filme o nome do personagem principal não é revelado. Uma Los Angeles mostrada de um outro ponto-de-vista que vai além da calçada da fama e uma trilha-sonora inteligente, que vai do eletropop a um som mais escapista.

Confiram agora um pouco deste filme com a canção A Real Hero, interpretada por College com uma participação de Eletric Youth: