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sábado, 13 de julho de 2013

Maria mostra: it bags (parte 2)

Oie! Sabe, é tanta bolsa linda no mundo, que seria pecado não continuarmos a falar delas, não é? Então bora aproveitar o sabadão pra tricotar sobre bolsas lindas?!



E se é pra falar de bolsa, tem que se começar pela linda Speedy Da Louis Vuitton. Existem três razões pra ela ser tudo o que dizem: é atemporal, afinal seu modelo estilo baúzinho, com alças curtas e zíper e cadeado pra fechar, nunca vai deixar de ser elegante; é versátil, uma vez que com a correria da rotina muitas mulheres não querem se dar ao trabalho de trocar de bolsa diariamente. A Speedy lhe acompanha a semana inteira no trabalho, faz bonito arrematando de terninhos a jeans, e vai pra eventos mais formais de forma muito prática. Sem contar o símbolo de elegância que ela é. Só precisamos dizer que Audrey Hepburn já usava!

No site da Louis aqui no Brasil você encontra esta bolsa com suas três variações de estampa e tamanho, além de opções de personalização. E o preço inicial é de R$2300. Legal, né?



Falando da famosa selaria francesa Hermès, fica difícil dizer qual amamos mais, Kelly ou Birkin. Mas se é pra escolher uma, que seja a primeira! Uma bolsa de traços discretos e clássicos, com visual mais quadrado, criada tendo como inspiração a eterna musa Gracie Kelly. Seja como atriz, seja como a princesa de Mônaco, ela era linda e elegante, assim como o acessório que carregava. A Kelly é feita em couro extremamente macio e metais resistentes a ferrugem e arranhões (tirando a bolsa da foto acima, que é a Kelly Picnic, em couro e palha, e um sonho de consumo nosso, aqui na Maria). Possui zíper pra compartimento interno e acabamentos perfeitos. Assim como sua colega de sucesso, a Birkin, a Kelly custa por volta de R$30.000 e não basta ter o dinheiro em mãos pra comprar. Você tem que entrar numa fila de espera que pode durar anos.



A Céline é uma marca de luxo francesa existente desde 1945, e com uma história bem interessante. Criada por Céline Vipiana, e com o objetivo de fabricar sapatos infantis, com o tempo também passou a produzir acessórios femininos. Daí vemos o quão experiente a marca é na arte de trabalhar couro. O engraçado é que a Céline até os anos 90 não tinha experiência no read-to-wear, ou seja, na produção de peças do vestuário. O primeiro designer feminino que ela contratou foi o jovem talento Michael Kors em 1997 (pasmem!). Foi através do trabalho dele que os acessórios de couro da casa viraram hit, sem contar nos elogios pra parte de roupas, com peças funcionais e elegantes. Hoje Michael Kors, com toda a experiência adquirida na casa francesa, comanda sua marca super poderosa, e a Céline, dirigida por Phoebe Philo desde 2008, segue como um grande exemplo do estilo da mulher francesa: acessórios poderosos, peças sofisticadas, porem clássicas, corte perfeito, e elegância natural, sem esforço.

Voltando por tema bolsas, a bolsa na imagem acima é a desejo Céline Luggage, que figura na lista entre as dez mais de luxo mais vendidas no mundo. Vai dizer que você também não ficou babando por ela?

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Maria ama: Tiffany & Co.

A trajetória da Tiffany & Co. muito se confunde com o filme Bonequinha de Luxo, mas esta joalheria de 175 anos tem muito mais pra mostrar, e brilhar! Criada em 1837 e com mil dólares de capital inicial, há décadas para as mulheres em torno do mundo, a joalheria vende magia.


Imortalizada no cinema em 1961, quando Holly Golightly, interpretada pela também icônica Audrey Hepburn, diz que em poucos lugares do mundo se sente tão bem quanto na loja da marca na Quinta Avenida, a Tiffany entrou para a história do cinema. Mas os primeiros diamantes a reluzirem na grande tela foram exatamente em 1953, muito bem usados pela diva Marilyn Monroe em Os Homens Preferem as Loiras. De lá pra cá foram 24 filmes no total, incluindo os mais recentes Legalmente Loira, Guerra das Noivas e, acredite se quiser, Shrek 2 (afinal a Fiona é uma ogra, mas antes de tudo uma princesa)!

Aliás, Legalmente Loira foi um marco pra Tiffany no Brasil. A loja havia acabado de aterrissar por aqui, quando as mulheres lotaram a loja recém inaugurada no shopping Iguatemi em São Paulo pra adquirirem uma pulseira de elos de prata com um pendente de coração, a mesma usada pela personagem de Reese Whitterspoon no filme.

Aliás, a joalheria se orgulha de lançar modismos e acompanhar a cultura em cada país em que está presente. Nos Estados Unidos o solitário de diamante, símbolo-mor da joalheria, é o carro chefe da marca. Isto se deve ao anel de noivado, quase uma instituição de tão sagrado que é o ritual para os norte-americanos. No Brasil, claro que nas lojas há a presença de peças como anéis de mais de meio milhão de reais, mas o carro chefe das vendas é outro: os charms, pingentes de pulseiras que custam pouco mais de 200 reais cada. Não se trata bem da popularização do luxo, mas sim da realização de um sonho. Se não dá pra ter as jóias que fazem os olhos das mulheres brilharem usados em Bonequinha de Luxo, dá pra ter uma parcela menor da marca. Falando em parcela, somente aqui no Brasil é possível parcelar a compra em até dez vezes sem juros!


Os diamantes da Tifany possuem corte singular que obedecendo as leis da física fazem as pedras refletirem. Mas o luxo da marca é o atendimento. Voltando ao longa Bonequinha de Luxo e a personagem Holly, não há publicidade maior da marca do que a cena em que ela tenta comprar algo com dez dólares e mesmo assim recebe a atenção de um simpático vendedor. Charles Tiffany foi o primeiro comerciante americano do ramo a fixar um preço-padrão para determinadas joias. Ele se queixava que o mercado da joalheria não podia ficar preso no passado onde o preço da peça iria variar de acordo com a aparência do cliente e a boa vontade do vendedor. Hoje, absolutamente tudo, tem o preço colocado ao lado da peça na vitrine.


Muitas divas da atualidade já se renderam aos charmes da Tiffany como Kate Winslet, Anne Hathaway, Lea Michele, Blake Lively e Natalie Portman. Mas não há charme maior na marca do que o azul-tiffany, uma cor tão fortemente associada a uma grife como raramente vemos no mundo. O azul usado nas caixas da empresa era famoso no período vitoriano e serviu de inspiração para as embalagens. As caixinhas azuis envoltas em um laço branco que se desfazem com um simples puxar são mágicas! É a única coisa que não pode ser comprada, é dada a você. E desde 1906, quando foi criada a famosa blue box, nenhuma saiu da Tiffany & Co. vazia.