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domingo, 7 de julho de 2013

Sonzinho com a Maria: Aloe Blacc

Apesar do fim-de-semana tá acabando, somos fãs de domingo a noite. Vocês também são? É tempo de cinema com namorado, café com as amigas, jantar com a família, fazer um passeio mais prolongado com os cachorros, ver filme esparrada no sofá de casa... Só coisa simples e gostosa! E pra um momento tão especial assim, a Maria só podia trazer um sonzinho a altura.

Pra gente promessa é dívida, e não esqueçamos daquele post já longe da fofa Asa (que você pode vê-lo aqui) em que ficamos de falar do Aloe Blacc também. Pois bem, agora ele chegou no blog com música delícia de dançar num domingão.


Apesar de sue nome artístico ser bem sonoro, o Aloe aí em cima nasceu como Egbert Nathaniel Dawkins III no ano de 1979 em Orange County. Ele é natural da Califórnia, mas filho de migrantes do Panamá. Como sempre foi um fã de hip hop, começou a carreira, por volta da metade dos anos 90, cantando neste estilo musical em um dueto chamado Emanon. Já no começinho dos anos 2000, e ainda no Emanon, Blacc se juntou também a banda Lootpack, e participou pela primeira vez numa turnê pela Europa. Foi nesta turnê que o cantor fez contato e trabalhou também com o grupo de jazz francês Jazz Liberatorz.

Todos estes trabalhos com novos grupos/artistas abriu os horizontes do jovem músico e fez o som de Aloe Blacc amadurecer. Numa mistura de hip hop, rap e soul music ele lançou dois álbuns: Shine Through, de 2006, e o Good Things, de 2010.


Foi deste último álbum que tiramos a música que vamos escutar hoje, "I Need a Dollar". Esta canção chegou a parada de sucesso em 15 países diferentes, e na Inglaterra atingiu o segundo lugar entre as mais tocadas do ano. E já que trabalhamos e somos fãs de moda, não custa nada dizer que a série da HBO How to Make it in America tinha a mesma I Need a Dollar como tema de abertura. Conhecem a série? Nós aqui somos fãs das aventuras de Ben e Cam tentando vencer as dificuldades diárias em busca de dinheiro pras necessidades básicas e, ainda assim, vencerem na vida e conquistarem um lugar ao Sol com uma marca de roupas, a Crisp.

Se você nunca parou pra ver a série, recomendamos por vários fatores: por ser um drama-comédia com diálogos muito bem bolados, pela equipe que produz a série (a mesma que produziu outra paixão nossa, Entourage. E já falamos sobre esta última série neste post aqui), pelo elenco, pelos perrengues que os personagens passam e que todos nós nos identificamos em algum momento e, claro, pra escutar I Need a Dollar toda vez que a série começa.


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Sonzinho da sexta: Alabama Shakes

Êba! Mal saímos do feriado e já é sexta! Uma delícia ter uma semana curta, não? E pra semana mais curta do ano um sonzinho mais que especial.


Não sabemos quanto a vocês, mas nós da Maria amamos um cineminha. Alegra os domingos, é motivo pra reunir os amigos pra uma pizza depois, ou então pra ficar abraçadinho com o namorado... E recentemente vimos O Lado Bom da Vida. Ok, o Bradley Cooper é lindo, a Jennifer Lawrence mais ainda, a atuação dos dois é gigantesca, Robert de Niro brilha mesmo como coadjuvante, diálogos rápidos e inteligentes, e uma trilha sonora super gostosa que faz uma certa homenagem a região sul dos Estados Unidos. Foi nesta trilha que nos deparamos que uma banda que vem se destacando cada vez mais desde o ano passado, Alabama Shakes.

O grupo foi formado em Athens, cidade de cerca de 20 mil habitantes, no Alabama. A banda começou quando a poderosa vocalista e guitarrista Brittany Howard conheceu o atual baixista, Zach Cockrell ainda no colégio. Zach já era um instrumentista melhor que Howard, e conhecia os clássicos que ela também admirava - e nós também! - como Aretha Franklin, Elton John e Rolling Stones, bem mais a fundo. Os dois não se desgrudaram mais e passaram a escrever músicas juntos. Pouco tempo depois conheceram o baterista Steve Johnsson e o guitarrista Heath Fogg. Assim, formaram a banda The Shakes, mas aumentaram o nome pra Alabama Shakes por conta de outra banda que já utilizava o primeiro nome.


Uma das primeiras músicas que o grupo fez junto foi a linda Hold On, uma canção meio confessional sobre angústias. O álbum da banda, Boys & Girls, lançado em Abril do ano passado, foi muito bem recebido pela crítica e por nomes de peso como o ator Russell Crowe, Adele, Jack White do White Stripes, Alex Turner do Arctic Monkeys, e o pessoal do Strokes. É impossível escutar o som do Alabama Shakes e não se encantar pelo rock retrô sulista e pela voz da Brittany que mais parece uma mistura de Janis Joplin e Aretha Franklin.

Apesar de Always Alright, trilha sonora do lindo O Lado Bom da Vida, ser incrível, agora ficamos com outra música tão boa quanto do Alabama Shakes: Rise to the Sun!





sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Sonzinho da sexta: Drive OST

Já falamos do Ryan Gosling aqui num post sobre o seu amigo Justin Timberlake, mas hoje não é sobre especificamente do galã que viemos falar, mas de um dos seus últimos trabalhos: o filme Drive e sua fantástica trilha-sonora.


Drive se passa em Los Angeles. É uma linda homenagem aos filmes noir dos anos 80. Nele Gosling vive um rapaz solitário dublê de filmes holywoodianos, mecânico de dia e motorista para a máfia durante a noite. O jovem conhece e se envolve emocionalmente com sua vizinha, Irene, vivida pela linda e também super talentosa Carey Mulligan. Irene tem um filho que também se apega muito ao motorista solitário, até o momento que o marido de Irene, Standard, saí da prisão.

A vida de Irene parece ir bem até o momento que o seu marido se vê obrigado a fazer um serviço em troca da proteção que recebeu enquanto presidiário. Comovido pelo fato de que a família de Standard corre perigo, o motorista se propõe a ajudar o marido de Irene. Mas o roubo não saí como planejado e as consequências para o motorista, Irene e seu filho serão graves.

O que chama a atenção no filme não é a beleza do ator principal, mas uma série de outros fatores que o tornam um filme único. A força da atuação de Ryan Gosling e sua química com a atuação leve de Carey Mulligan. Eles protagonizam cenas em que mal há diálogos, mas os olhares e sorrisos de ambos dizem mais do que mil palavras. A construção de um papel onde durante todo o filme o nome do personagem principal não é revelado. Uma Los Angeles mostrada de um outro ponto-de-vista que vai além da calçada da fama e uma trilha-sonora inteligente, que vai do eletropop a um som mais escapista.

Confiram agora um pouco deste filme com a canção A Real Hero, interpretada por College com uma participação de Eletric Youth: