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sábado, 21 de fevereiro de 2015

Sonzinho com a Maria: Angus & Julia Stone

Lá do outro lado do mundo, na Austrália, dois irmãos resolveram ganhar o coração da Maria e seu espaço no nosso Sonzinho. :)


Tudo começou em 2006, com o Chocolates and Cigarrettes, o primeiro disco de Angus & Julia Stone. Antes disso, cada um seguia seu caminho, com performances solo. Depois de muito chão, resolveram unir forças e, em 2008, lançaram o álbum que os alçou ao estrelato: A Book Like This.
Depois dele, foi só alegria... Em 2010, mais um disco pra gente se deliciar, chamado Down The Way.

Eles vieram a Portugal pela primeira vez, para o Optimus Alive e dividiram o palco com Foo Fighters e Coldplay. Brinca! :P

Apesar dos CDs e da carreira como um dueto, os irmãos continuam com os seus projetos separadamente. Angus ficou conhecido pelo resto do mundo com Big Jet Plane e Julia contribuiu para a banda Travis e fez um dueto com o cantor francês Benjamin Biolay.

Nunca ouviu falar deles? Bom, agora é a hora! Com vocês o som delicinha de A Heartbreak.


quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Sonzinho da sexta: Bebe Rexha

A bicha vem lá do Brooklyn, em Nova York. Tem só 25 aninhos e se você pensa que é só mais uma cantora pop pra se juntar ao mar da poplândia, se engana! ;)


Bebe (apelido para o nome verdadeiro: Betla) Rexha possui descendência albânia, lá da Macedônia. Aos 4 anos, ela começou a se apaixonar por música e assim continuou perseguindo o sonho. Nos anos de escola, fez partes de produções como Hello, Dolly!, Jesus Cristo Superstar e Fiddle on the Roof.
Durante o New York "Grammy Day", Bebe Rexha conquistou o prêmio de Best Teen Songwriter.

Sua carreira começou como vocalista da banda Black Cards, de Pete Wentz (aquele lá do Fallout Boy) e por ter participado na composição da música "Monster", do Eminem feat. Rihanna.
Hoje a moça é conhecida pelo single I Can't Stop Drinking About You, mas a gente vai mostrar além dos hits dela. ;)


E aí? Curtiram?

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Sonzinho da Sexta: Karmin

O nosso sonzinho de hoje é bem novinho. Não só os componentes da banda são super jovens, como a banda em si nasceu em 2013.


Karmin é um grupo musical, composto pela dupla Amy Heidemann e Nick Noonan. A banda começou a fazer sucesso por meio do seu canal no YouTube, onde semanalmente postavam covers de músicas. A adptação mais famosa é da música "Look at me Now", de Chris Brown com os rappers Lil' Wayne e Busta Rhymes, onde Amy faz o vocal (sim, até a parte do rap) e Nick fica responsável pelos instrumentos e back vocal.


Depois da dupla aparecer no programa The Ellen DeGeneres Show, seu canal no YouTube ganhou - apenas - 150 milhões de novos acessos. Ainda duvida do talentos dos dois? Então, dá só uma olhada no primeiro single do novo CD da dupla:








sábado, 29 de novembro de 2014

Sonzinho com a Maria: Banda do Mar

Você já conhece a Banda do Mar? É bem novinha, não tem mais do que 6 meses e é uma banda luso-brasileira composta por Marcelo Camelo, Mallu Magalhães e Fred Ferreira.


Como já se sabe, Mallu e Camelo são um casal e as carreiras dos dois já se encontraram em diversos momentos. Tudo começou com uma participação da moça no álbum solo de Camelo, Sou, lançado em 2008. Foi desse CD que saiu a faixa "Janta", música considerada pela Rolling Stone Brasil como a melhor música nacional do ano.
Já Camelo trabalhou com Mallu Magalhães produzindo seu terceiro álbum, Pitanga, lançado em 2011.
E Fred trabalho em outros discos onde Camelo foi produtor, como Vazio Tropical, de Wado.



O trio é novinho, mas já deu pra perceber a experiência de cada um deles, né? A música é uma delícia e, apesar de ter um clima mais tranquilinho, dá vontade de sair por aí reproduzindo os passinhos do clipe. :D
Dá uma olhada!


terça-feira, 30 de setembro de 2014

Sonzinho com a Maria: Edward Sharpe & the Magnetic Zeros

Olha, o time da Maria tem uma série de sonzinhos preferidos. Aquelas músicas e bandas que, por mais que o gosto dos membros da equipe sejam totalmente diferentes, sempre fazem o gosto de todo mundo.

A banda do "Sonzinho com a Maria" é daqueles que quando começa a tocar todo mundo começa a assobiar junto - inclusive aqueles que não sabem. Hahaha! :D
Edward Sharpe and the Magnetic Zeros é uma banda americana de indie folk. Tem mais nossa cara? Tem não, minha gente!


Eles são de Los Angeles e se juntaram pra fazer esse sozinho super gostoso em 2007. A banda é formada pelo vocalista, Alex Ebert, e mais 11 pessoas. Tá bom ou quer mais?
Passeando pelo roots rock, folk, gospel e psicodélico, a imagem da banda possui fortes características do movimento hippie de 1960 e 1970. Hoje, a banda está no seu terceiro álbum, lançado em 2013.

Você deve tá se perguntando: Edward WHO?! Mas a gente tem certeza que ao menos essa música você conhece. Rola o play!


sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Sonzinho da Sexta: Sam Smith

Coisa boa é conhecer um sonzinho novo pra embalar nossa sexta-feira, né?
O artista de hoje vem lá de Bishop's Stortford e se chama Samuel Frederick, mais conhecido como Sam Smith. Ele tem só 22 anos e ficou conhecido pela parceira com Naughty Boy na música "La La La".


No fim do ano passado, Sam foi indicado ao Critic's Choice Award, do Brit Awards e ao Sound of 2014, da BBC. O moço é tão talentoso, que saiu com os dois prêmios nos braços!
Seu álbum de estreia se chama "In The Lonely Hour" foi lançado em maio deste ano, pela Capitol Records, e dele saíram dois singles: Lay Me Down e Money On My Mind, que alcançou a primeira posição da UK Singles Chart.

O estilo de Sam Smith mistura R&B, jazz e soul, com uma pitadinha de dance music. Quem curte? :)


quinta-feira, 29 de maio de 2014

Sonzinho com a Maria: Devendra Banhart

Pra nós aqui da Maria, que amamos um sonzinho incrível a qualquer momento do dia, não existe cantor atual com mais magnetismo que Devendra Banhart. Então, já que o quesito é música boa, custa nada falar um pouquinho deste moço charmoso, né?


O Devendra nasceu em Houston, Texas, mas foi criado na Venezuela. Lá cresceu escutando Daniel Johnston (aí meu Deus! True Love Will Find You In The End derrete qualquer coração <3), Billie Holiday, Bob Dylan e muuuuita música brasileira da boa: Caetano Veloso, Secos e Molhados e Novos Baianos. Depois que Banhart resolveu seguir carreira musical e foi descoberto pelo produtor Michael Gira, ficou ainda mais perceptível a influência da música brasileira na suavidade melódica e no timbre vocal do músico.


E elogios não pararam de surgir pra Devendra. Foi o responsável pela redescoberta musical da cantora folk Vashti Bunyan (já escutaram a linda Train Song dela? De suspirar!) segundo ela própria. Em 2006 fez uma participação especial no show em Londres que marcou a volta d'Os Mutantes. Subiu ao palco pra cantar Bat Macumba e arrancou elogios do grande Sérgio Dias. Pouco depois, ainda com um flerte com a música brasileira, chamou o Rodrigo Amarante pra fazer uma participação na música Rosa. Neste meio tempo Banhart já havia sido consolidado como líder do movimento folk psicodélico e ainda tinha energia de sobra pra formar casal com a lindona da Natalie Portman (já falamos um pouquinho dela aqui, lembram?). Ufa!


Ano passado Devendra foi um verdadeiro furacão por onde passou. Veio ao Brasil parando aqui em Fortaleza, Porto Alegre, São Paulo e no Rio, e arrastou uma multidão de fãs descolados. Mas magnetismo mesmo exerceu com sua atual namorada, a designer de móveis e fotógrafa natural da Sérvia, Ana Kras. Em 2011 Ana foi mandada a Los Angeles por uma revista européia para fotografar Banhart. Bastou cinco minutos depois do encontro inicial e o músico já havia pedido Kras em casamento. Incrível, não? Dizem que ela quase entrou em pânico, quis ir embora, mas ficou e terminou o trabalho. E os dois vivem juntos em São Francisco desde então. Vai dizer que magnetismo não é a palavra que melhor define Devendra?

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Sonzinho com a Maria: Haim

Hey hey pessoas bonitas, saudades das postagens? Pois pode ficar feliz pois elas voltaram. \o/ E nada melhor que voltar com coisa muito boa, né? Por isso vamos falar hoje das três irmãs que com batidas R&B, vocais suaves, estilo de sobra e uma pitada geek, conquistaram o cenário indie.


Se você é um daqueles que ainda não ouviu falar do trio Haim, pode ter certeza que virá a escutar tanto o nome delas que talvez enjoe. Não só pelo talento, afinal ver os vídeos delas e não se derreter é tarefa quase impossível. E desde 2012 o espaço que as meninas aqui estão conquistando no cenário musical é cada vez maior. O grupo foi citado por especialistas como a maior promessa musical do último ano.  A turnê européia agora em 2014 já tinha 15 shows esgotados antes mesmo do primeiro acontecer, e elas, após abrirem shows pro Mumford & Sons e Florende and the Machine em 2013, já são consideradas grandes headliners de 2014. Soma-se a isso tudo o fato de serem super estilosas e receberam cada vez mais atenção dos veículos de moda.

Mas tudo começou a anos atrás, quando ainda nos anos 90 o pai da Este Arielle, da Danielle Sari e da Alana formou uma banda, chamada Rockinhaim e com forte inspiração nos clássicos de rock dos anos 70, tratou de por as filhas pra tocarem em feiras locais de San Fernando Valley, em Los Angeles na Califórnia. No começo as meninas, ainda muito novinhas, contavam com a ajuda dos pais que tocavam, respectivamente, bateria e guitarra. Mas conforme cresciam elas formaram sua própria banda e incorporaram elementos do pop e do R&B. Assim surgiu a Haim, mas a banda não passou de apresentações pequenas em locais públicos pois as três irmãs viviam fases diferentes. Este, a mais velha, estudava etnomusicologia na Universidade da Califórnia enquanto a caçula estava na escola. Já Danielle, a irmã do meio, após concluir o Ensino Médio foi convidada a tocar na banda da atriz e cantora Jenny Lewis. Colocou a mochila nas costas e resolveu aceitar o convite e seguir a carreira no ramo da música. Em um dos shows de Lewis, Daniele foi abordada por Julian Casablancas, que estava na platéia, e a convidou  pra trocar vilão e percussão em sua turnê solo. Danielle aceitou e após encerrar a turnê surgiu a vaga na Scarlet Fever, a banda feminina de apoio de Cee-Lo Green. Foi aí que Danielle percebeu que já havia ganhado experiência suficiente e voltou a procurar as irmãs.


Neste meio tempo Este já havia terminado a faculdade e Alana era caloura. As três toparam retomar a Haim com força, e pra isso Alana abandonou a universidade. Em 2012 lançaram um EP com três músicas e foram convidadas pra um show no famoso festival South by Southwest no Texas. O show e o EP foram tão bem vistos pelo público e pela imprensa que receberam o convite pra assinar contrato com a Polydor Records no Reino Unido.

De lá pra cá é cada vez maior o destaque na imprensa, shows sempre lotados e vídeos com milhões de visualizações. Sem contar com o ótimo álbum de estreia, "Days Are Gone", lançado em setembro do ano passado. E é com o single mais famoso, Forever, que deixamos vocês agora.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Sonzinho com a Maria: Deap Vally

Se paramos pra lembrar das histórias das bandas de rock, muuuuitas começaram com encontros em lugares nada glamourosos como a sala de estar da casa da mãe de um membro, quartos, bancos de ônibus, e o clássico ensaio na garagem. Agora, vocês já viram alguma banda em que os membros, ou melhor, as, se conheceram nesses encontros pra tomar chá, café e fazer crochê? Não? Pois temos o prazer de te apresentar Deap Vally!


Lindsey Troy - a loira - e Julie Edwards - a ruiva, se conheceram entre um ponto de crochê e outro em Los Angeles, e logo ficaram bem próximas. Não demorou muita pra descobrirem a paixão mútua que tinham pelo rock'n'roll e o fato de que a primeira tocava guitarra e a segunda bateria. E assim nasceu, em 2011, uma banda super afinada no quesito de mesclar boa música à moda.

No último mês de Julho lançaram seu primeiro álbum, Sistrionix. E o trabalho foi tão bem recebido pela crítica que as meninas não demoraram pra estrear em palcos grandes, como a última edição do festival sonho Glastonbury, na Inglaterra.


O público, conforme vai conhecendo, também ama Deap Vally. Também são tantos motivos: letras que nós, jovens, nos identificamos ao falar sobre amores bandidos e independência; o som, bem cru e experimental, bebendo muito da fonte de bandas como The Kills e White Stripes; e o visual pra lá de descolado das meninas com muitos óculos de Sol, jeans bem destruídos, couro, um toque cigano e hippie, e outro de sensualidade californiana, deixando muito a pele a mostra, mas sem pesar a mão.

Segundo as próprias palavras de Julie o som da banda sofre influências do trabalho do bluesman Robert Johnson, da bossa nova de Tom Jobim, de bandas como Led Zeppelin, Black Sabbath (já falamos um pouquinho sobre estas duas bandas neste post aqui), Yeah Yeah Yeahs, e até do desenho animado dos anos 80 Jem e as Hologramas. Se você concorda ou não com as influências, bem, dá uma chance e escuta o som delas que é muito bom. Deixamos vocês com o maior sucesso que as meninas tem até agora, Gonna Make My Own Money.

domingo, 17 de novembro de 2013

Sonzinho com a Maria: Cazuza

Seu nome de batismo, escolhido para agradar a avó paterna já que era o mesmo nome do avô, era Agenor de Miranda Araújo, mas nunca houve um apelido que o pai desse a um filho e que pegasse tanto: Cazuza! E é do poeta da geração 80 - mas muito querido até hoje, não é?! - que vamos falar um pouquinho.


Filho do produtor musical da Som Livre João Araújo e da famosa Lucinha Araújo, símbolo da luta contra o HIV e fundadora da Sociedade Viva Cazuza, o garoto cresceu, muito devido ao trabalho do pai, bem entre a vida artística brasileira. Nomes como Rita Lee, Gilberto Gil e Novos Baianos eram visitas mais que normais em sua casa. Até as aventuras de juventude incluíam nomes gigantes da música brasileira. Foi aos 13 anos, e junto com o amigo de infância Pedro Bial, que o cantor foi entrevistar Vinícius de Moraes. Legal que além da entrevista, os dois saíram já admiradores do uísque, bebida que o poetinha apresentou a ambos. E já que tamos falando das amizades de Cazuza, não podemos deixar de citar Bebel Gilberto, sua maior e melhor amiga.

Tudo na vida do Cazuza parece ter sido bem intenso. O cantor falava abertamente que começou a fumar maconha aos 12 anos. Iniciou vários cursos, inclusive um de fotografia na Universidade de Berkeley, na California. Mas assim como tantos outros, abandonou os estudos antes do fim. Sempre foi visto como um símbolo de rebeldia, mesmo ainda muito novo. Foi expulso do Colégio Santo Inácio, onde estudava no Rio de Janeiro. Mas incrível mesmo é que antes de ser expulso foi considerado o melhor aluno de geografia de toda a instituição de ensino. Tanto conhecimento era fruto do seu passatempo favorito, passar horas observando o mapa-múndi!


Quando voltou da California Cazuza ingressou num grupo teatral que se reunia no Circo Voador. Lá cantou em público pela primeira vez e reencontrou o cantor e compositor Léo Jaime, que conheceu anos antes de ir a Berkeley, quando Cazuza trabalha na Som Livre junto com o pai. Foi Léo Jaime que indicou o jovem Miranda pra fazer o teste pra cantor em uma banda de rapazes do Rio Comprido. Cazuza foi, conheceu os jovens Frejat, , Guto e Maurício, e super agradou com sua voz meio que berrada. Nasceu assim o Barão Vermelho, e a carreira do músico decolou. Foi considerado o melhor letrista da MPB em 1987, juntamente com Chico Buarque. A banda se tornou um sucesso e a parceria com Roberto Frejat, mesmo em meio a tantos desentendimentos gerados por causa da inconsequência de Agenor, foi mais forte. A sintonia no palco, na época do Barão, era inegável. E mesmo com a saída de Cazuza do grupo, os dois continuaram a escrever juntos. Um exemplo clássico da sintonia dos dois mesmo no período de carreira solo de Cazuza é Ideologia. Letra pra lá de potente, não acham?

Cazuza também era conhecido como um romântico incurável e colecionador de relacionamentos intensos. Talvez seu caso amoroso mais famoso foi com Ney Matogrosso. Os dois se conheceram num encontro casual e não se largaram por um bom tempo.  Segundo o próprio Ney foi um relacionamento intenso, tanto amorosamente quanto intelectualmente. Mas na vida de Agenor Araújo também teve um breve casamento com Patrícia Casé, a paixão fulminante por Denise Dumont, e o namoro - o mais longo que Cazuza teve - com o ator Sérgio Dias.


Em 1985 o músico foi internado pra tratar um pneumonia. Exigiu fazer o teste de HIV e o resultado deu negativo. Dois anos depois foi acometido pela mesma doença e refez o exame. Desta vez o resultado foi positivo. Em 1989 foi o primeiro artista brasileiro a assumir publicamente que estava com Aids. Ele falou sobre o assunto, em tom muito otimista, com o jornalista Zeca Camargo para a Folha de São Paulo. Buscou o tratamento em Boston, nos Estados Unidos, mas não abandonou a música. Gravou seu último álbum, Burguesia, já em estado bem debilitado. Algumas das músicas foram gravadas com Cazuza deitado no sofá da gravadora. Este álbum, onde o cantor empenhou suas forças, vendeu 250 mil cópias.

Cazuza morreu em 7 de julho de 1990, com 32 anos. Na sua lápide, no cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro, estão escritos sua data de nascimento, data de falecimento, e O Tempo Não Para, título do seu último grande sucesso. Sua músicas permanecem fortes e atuais até hoje, e é com um clássico que deixamos vocês: Bete Balanço!


sábado, 5 de outubro de 2013

Sonzinho com a Maria: Donavon Frankenreiter

Olá! Sábado se Sol lindo, né? Pois vamos aproveitar este dia tão esperado com sonzinho pra lá de bacana?!


Hoje vamos falar um pouquinho do músico natural de Downey, Califórnia. Donavon Frankenreiter nasceu em 1972. Desde muito cedo aproveitava a natureza e o litoral super abençoado do seu Estado natal pegando ondas e praticando sua outra paixão: tocando violão. Ainda adolescente foi descoberto em uma campeonato de surf e assinou contrato com a famoso Billabong. Virou surfista profissional e passou a viajar pelo mundo competindo.

Em uma dessas viagens, Donavon foi parar em North Shore, no Havaí. Lá alugou um quarto de uma família, que por coincidência tinha um filho jovem que também pegava ondas e era apaixonado por música. O rapaz era Jack Johnson e os dois músicos-surfistas desenvolveram uma amizade que perdura até hoje.


Foi somente quando tinha 24 anos que Frankenreiter começou a levar a música a sério. Ingressou em uma banda chamada Sunchild, que tinha o som muito inspirados nos também norte-americanos do The Black Crowes. Nesta época Donavon não cantava, era somente o guitarrista.

Em 2001 a banda acabou, mas o músico optou por seguir carreira solo. Assinou contrato com a gravadora Brushfire Records, a mesma do amigo Johnson. Ainda tendo o amigo como padrinho, lançou seu primeiro álbum chamado Donavon Frankenreiter.


Hoje, depois de vários álbuns lançados, Frankenreiter se estabilizou como músico do estilo soft rock/surf rock. É um som leve de ouvir - perfeito pra este sábado lindo, não acham? - e com letras muito bonitas. Deixamos vocês com uma das nossas canções preferidas dele: Move By Yourself!

domingo, 7 de julho de 2013

Sonzinho com a Maria: Aloe Blacc

Apesar do fim-de-semana tá acabando, somos fãs de domingo a noite. Vocês também são? É tempo de cinema com namorado, café com as amigas, jantar com a família, fazer um passeio mais prolongado com os cachorros, ver filme esparrada no sofá de casa... Só coisa simples e gostosa! E pra um momento tão especial assim, a Maria só podia trazer um sonzinho a altura.

Pra gente promessa é dívida, e não esqueçamos daquele post já longe da fofa Asa (que você pode vê-lo aqui) em que ficamos de falar do Aloe Blacc também. Pois bem, agora ele chegou no blog com música delícia de dançar num domingão.


Apesar de sue nome artístico ser bem sonoro, o Aloe aí em cima nasceu como Egbert Nathaniel Dawkins III no ano de 1979 em Orange County. Ele é natural da Califórnia, mas filho de migrantes do Panamá. Como sempre foi um fã de hip hop, começou a carreira, por volta da metade dos anos 90, cantando neste estilo musical em um dueto chamado Emanon. Já no começinho dos anos 2000, e ainda no Emanon, Blacc se juntou também a banda Lootpack, e participou pela primeira vez numa turnê pela Europa. Foi nesta turnê que o cantor fez contato e trabalhou também com o grupo de jazz francês Jazz Liberatorz.

Todos estes trabalhos com novos grupos/artistas abriu os horizontes do jovem músico e fez o som de Aloe Blacc amadurecer. Numa mistura de hip hop, rap e soul music ele lançou dois álbuns: Shine Through, de 2006, e o Good Things, de 2010.


Foi deste último álbum que tiramos a música que vamos escutar hoje, "I Need a Dollar". Esta canção chegou a parada de sucesso em 15 países diferentes, e na Inglaterra atingiu o segundo lugar entre as mais tocadas do ano. E já que trabalhamos e somos fãs de moda, não custa nada dizer que a série da HBO How to Make it in America tinha a mesma I Need a Dollar como tema de abertura. Conhecem a série? Nós aqui somos fãs das aventuras de Ben e Cam tentando vencer as dificuldades diárias em busca de dinheiro pras necessidades básicas e, ainda assim, vencerem na vida e conquistarem um lugar ao Sol com uma marca de roupas, a Crisp.

Se você nunca parou pra ver a série, recomendamos por vários fatores: por ser um drama-comédia com diálogos muito bem bolados, pela equipe que produz a série (a mesma que produziu outra paixão nossa, Entourage. E já falamos sobre esta última série neste post aqui), pelo elenco, pelos perrengues que os personagens passam e que todos nós nos identificamos em algum momento e, claro, pra escutar I Need a Dollar toda vez que a série começa.


sexta-feira, 17 de maio de 2013

Sonzinho da Sexta: Maroon 5

Porque não basta ter várias músicas legais, a banda ainda tem que ter o vocalista mais lindo da face da Terra... concordam? ;)


Maroon 5 é uma banda de pop rock dos Estados Unidos, tendo como vocalista (o lindo e maravilhoso) Adam Levine.
A banda começou na época do colégio, em Los Angeles; os integrantes eram amigos e todos tinham apenas 17 anos. Após o primeiro show, em 1995, a banca começou a ser "perseguida" pela indústria fonográfica e, assim, assinou seu primeiro contrato com a Reprise Records. Na época, o Maroon 5 ainda se chamava Kara's Flowers e seu primeiro CD foi intitulado The Fourth World.

Não obtendo muito sucesso com esse CD, uma parte dos integrantes resolveu continuar o sonho de ser uma mega banda na faculdade. Lá, era comum escutar bastante música gospel, enquanto Levine escutava Missy Elliot, Jay-Z e Stevie Wonder. Inspirando-se nestes e muitos outros compositores, Adam Levine e seu companheiro voltaram a Los Angeles, reecontraram-se com os antigos integrantes da Kara's Flowers e decidiram adicionar um elemento à música que gostariam de fazer: o R&B. Assim, nasceu o Maroon 5.

Até então, a banda já tem 4 álbuns lançados: Songs About Jane, It Won't Be Soon Before Long, Hands All Over e Overexposed. Neste período, o Maroon 5 já vendeu mais de 15 milhões de CDs, ganhou CD de Ouro e de Platina, além de ter várias músicas como topo das grandes billboards musicais.

E quem consegue ficar parado ouvindo o sonzinho deles, hein? :)


sexta-feira, 10 de maio de 2013

Sonzinho da Sexta: Marcelo Jeneci

Sabe aquelas músicas que tem cara da sensação de andar descalço na areia ou quando a gente toma banho de chuva? :)


Marcelo Jeneci nasceu em São Paulo, no ano de 1982. É cantor e compositor, vindo da Zona Leste de São Paulo, criado pela mãe paulista e pelo pai pernambucano. Desde sempre, é apaixonado por instrumentos e cresceu ouvindo as estações de rádio populares e trilhas sonoras de novela.
Seu maior influenciador musical foi seu pai, o qual trabalhava consertando equipamentos eletrônicos e instrumentos musicais.


Sua carreira começou quando tocava sanfona na banda de Chico César e, como compositor, fez música para Vanessa da Mata (Amado), Arnaldo Antunes (Quarto de Dormir) e muitos outros. No último CD da cantora Zélia Duncan, participou tocando piano, acordeon e guitarra.
Seu primeiro CD foi lançado no fim de 2010, chamado Feito para Acabar e foi considerado pela revista Rolling Stone como um dos melhores de 2010.


Neste CD, destaca-se a música Felicidade, feita em parceria com Chico César e com participação da cantora paulistana Laura Lavieri, ex-integrante do trio Música Ligeira.

Vejam o clipe da música Felicidade e deliciem-se:


quinta-feira, 2 de maio de 2013

Sonzinho da Sexta: Ellie Goulding

Você já ouviu a música dela, com certeza. Melhor, você já bateu cabelo ao ouvir uma música dela... haha! Essa é a Ellie Goulding, vamos conhecê-la melhor?


Nascida Elena Jane Goulding, em 1986, Ellie Goulding é uma cantora, compositora e guitarrista britânica. Sua fama veio depois de alcançar o topo do BBC Sound of 2010 e ganhar o Critics Choice Awards no Brit Awards de 2010.
Neste mesmo ano, Ellie lançou seu primeiro álbum, intitulado Lights - o qual foi relançado também em 2010 sob o título Bright Lights.
Com apenas 26 aninhos, a cantora já chegou à quarta colocação na UK Singles Chart, primeiro lugar na UK Albums Chart e em número doze na Irish Albums Chart.


No re-lançamento de Lights, a primeira música de Bright Lights é uma regravação de um clássico do cantor Elton John, Your Song. O cover atingiu segundo lugar na UK Singles Chart.
Tamanho é o sucesso da Queen Blond (Rainha Loira, como foi apelidada pela crítica), que ela sai do cenário indie da Inglaterra e conquista a América, fazendo apresentações em mega programas como Saturday Night Live e Jimmy Kimmel Live. Além disso, Ellie Goulding faz uma divulgação especial do seu CD (lançado há mais de um ano) no programa The Ellen Degeneres Show, o que faz do CD e da música um sucesso nas rádios americanas. Seu sucesso nos Estados Unidos é enorme e Ellie Goulding emplaca como 2ª posição na Hot 100 da Billboard, além de alcançar as primeiras colocações nos charts Pop Songs, Radio Songs e On-Demand Songs.


Ficou curioso? Então, escuta aí! :)






segunda-feira, 8 de abril de 2013

Inspirações da Maria: Linda Evangelista

Sabe quando dizem que o mundo da moda é responsável por criar muita polêmica que existe por aí? Pois bem, se depender da pessoa - literalmente Linda - que a Maria hoje vai falar um pouquinho, pode apostar que é verdade.


Linda Evangelista é natural de Ontário, Canadá. Aos 12 anos, já havia decidido que seria modelo, então aos 13 anos se inscreveu em um concurso de beleza para adolescentes. Linda não foi a escolhida, mas ganhou o que queria: o passaporte de entrada para o mundo da moda. Entre os jurados, estava um olheiro de uma agência de modelos de Toronto, e advinha por quem ele se encantou? Pelos olhos azuis-esverdeados e o rosto estonteante da jovem Evangelista.

Aos 16 anos foi sua vez de ser descoberta por um olheiro da famosa agência Elite, e aos 19 mudou-se pra Nova Iorque com a promessa feita aos pais de que voltaria pra casa após um ano caso a carreira não vingasse. Vários trabalhos vieram, embora nenhum de grande renome no mundo da moda. Mesmo assim, em 1988 Linda estava com 20 contratos assinados.


Foi neste período que aconteceu a grande guinada que Evangelista tanto esperava. Seu atrativo maior era a beleza: olhos e rosto irresistíveis, corpo escultural e cabelos longos cor de chocolate. Foi a pedido do fotógrafo Peter Lindbergh que o cabeleireiro Julien d’Ys cortou os cabelos de Linda. Era um corte curtinho, com as pontas desfiadas e nuca a mostra. A princípio, Evangelista adorou a mudança, mas quando viu 18 dos seus 20 contratos serem cancelados, ligou aos prantos para o amigo e também fotógrafo de moda, Stevem Meisel, para buscar conselhos e conforto. Dois meses depois, fez o que as modelos chamam de o Grand Slam da moda: foi capa da Vogue América, Itália, França e Reino Unido. Ganhou o título de supermodelo, termo recém-surgido na época e que servia pra designar as modelos que ganhavam um ar de quase deusas: cachês milionários, status de celebridade e o reconhecimento como ícones de beleza de uma geração. Difícil é imaginar depois de Linda Evangelista uma mulher que no início dos anos 90 não quisesse um corte de cabelo curto com a nuca a mostra.

Tendo ou não como ponto de partida o corte de cabelo de Linda, surgiu uma nova era no mundo da moda. O boom das supermodelos e a criação do quinteto fantástico: o grupo formado pelas norte americanas Christy Turlington e Cindy Crawford, pela britânica Naomi Campbell e pela alemã Claudia Schiffer, que a partir do início dos anos 90 transformou o poder que a imagem de uma modelo pode exercer.


A proporção que a fama alcançava Evangelista, começava também a surgir as polêmicas que envolveriam suas declarações públicas e até mesmo sua vida pessoal. A primeira de suas polêmicas é uma máxima feita logo no início do seu sucesso estrondoso. Em uma declaração soltou “Não nos levantamos da cama por menos de 10 mil dólares”, em referência aos contratos milionários pagos as supermodelos. A realidade é que mesmo sendo cachês escandalosos, o sucesso das campanhas era certeiro.

A segunda polêmica em que se viu envolvida foi quando a modelo completou 41 anos. Grávida de seu filho, Augustin-James, e ainda muito requisitada por revistas, Linda declarou que mesmo durante o período da gestação era a favor de procedimentos cosméticos como o uso da toxina botulínica e de tratamentos para estimular a produção de colágeno. Um tabu, já que o botox em alguns casos é visto como vilão, principalmente pra quem trabalha com a imagem, uma vez que seu uso em exagero congela as feições.


Sua última polêmica aconteceu em 2010 e envolve seu filho e a briga judicial com o pai do menino, François-Henri Pinault (pra quem não sabe, muitas das maisons e grandes marcas do mundo da moda pertencem a grupos. O conglomerado PPR, que François é herdeiro e CEO, é “dono” de marcas como Puma, Gucci, Stella McCartney, Alexander McQueen, Yves Saint-Laurent, Bottega Veneta, dentre outras). Foi ao pai de seu herdeiro que Evangelista entrou com um pedido de 46 mil dólares mensais de pensão, ou mais de meio milhão de dólares por ano. É o pedido de pensão mais caro já dado entrada na Corte de Família de Manhattan.

Polêmicas a parte, difícil é definir quais seriam os padrões de moda e beleza e até mesmo como seria a cultura pop de hoje sem o quinteto fantástico e Linda Evagelista. Será que Gisele Bündchen seria uma ubermodel? Incrível é ver o carisma que tais mulheres tinham. Com exceção de Claudia Schiffer, é possível ver todas as supermodelos juntas no videoclipe mais fashion de todos os tempos: Freedom de George Michael!


Atualmente, Linda Evangelista tenta chamar atenção pra outras coisas. Em uma entrevista realizada em 2005 para o jornal britânico The Telegraph a modelo tentava chamar atenção pra campanhas contra a AIDS no qual faz parte. Em um tom de brincadeira e fazendo alusão a sua máxima dos anos 90 soltou: “Hoje saio da cama por razões muito melhores.”

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Maria mostra: Anton Corbijn

Oi gente! As vezes tentamos trazer algo bem legal pra mostrar pra vocês aqui no blog. O problema - no bom sentido! - é que tem tanta coisa boa no mundo que seria impossível catalogá-las. Por isso que o tema de hoje mistura várias tags daqui do blog e assuntos que amamos: "sonzinho", "Maria mostra" e "inspirações da Maria".


Acho que já deu pra perceber que a Maria é fã de fotografia. É uma linda forma de expressão, vocês não acham? E seria impossível falar de fotografia - principalmente as preto e branco que a gente tanto posta aqui! - sem falar de Anton Corbjin. Conhecem?!

Bem, ele é simplesmente "o cara" quando se fala em fotografia de celebridades, e principalmente, fotos de músicos e bandas de rock. Sabe o famoso álbum The Joshua Tree do U2 que marcou uma geração e influenciou tantos músicos de hoje? As fotos do encarte são dele!


A carreira deste talentoso homem natural dos Países Baixos não fica só na fotografia. Além de viver um tempo na estrada com os amigos do U2, e dirigir um videoclipe deles (pra ser mais específica foi o vídeo da música Electrial Storm), Antom também dirigiu vídeos pro Depeche Mode e pro Nirvana. Em 2007, estreou na telona e a escolha mais natural seria fazer algo ligado a música. Brilhou na direção de Control, filme em que o talentoso Sam Riley (o Sal pra quem viu On The Road, como a gente!) interpreta o líder da banda Joy Division. O filme foi tão bem recebido pela crítica que levou prêmios no Edinburgh International Film Festival e  no Festival de Cannes. Em 2010 lançou seu segundo longa, Um Homem Misterioso com George Clooney.


Mas seu sucesso começou mesmo na fotografia. Aos 22 anos lançou seu primeiro livro intitulado Famouz. Suas fotos já viraram imagens icônicas. Fotografou Mick Jagger com roupas de mulher e maquiagem, e fez o impensável ao fotografar Kate Moss cobrindo o seu rosto com uma máscara. O cast de suas sessões é recheado por personalidades que formam o time A da área em que atuam: Jodie Foster, Alexander McQueen, Anthony Kiedis, Naomi Campbell e tantos outros!


Apesar de todo o sucesso, Anton não devaneia. Diz que a febre das celebs não o encanta e que prefere levar uma vida mais calma e pé no chão. Depois de décadas vivendo em Londres, não faz muito tempo que o artista voltou a fixar residência à beira-mar em Haia.

E pra celebrar estes dias nublados e chuvosos, nada melhor que um sonzinho épico! Fiquem agora com a linda Samantha Morton  no vídeo Electrical Storm do U2. ;)