Depois de um longo domínio do comprimento curto, a saia longa veio realmente pra ficar! E nós amamos!
O ressurgimento dos comprimentos longos começou na temporada de moda 2011 nas passarelas de Milão e Paris. Alguns estilos lançados pelos mais badalados estilistas um pouco antes já davam uma prévia de que o mundo das tendências ia sofrer uma grande alteração. Em vez de uma única grande tendência em que todos seguiam e faziam somente as alterações para adequar ao estilo de cada maison e de suas clientes, dois estilos diferentes arrebatavam as mulheres ao mesmo tempo: a overdose de rock'n'roll da Balmain e a feminilidade do lady like da Prada e da Louis Vuitton. Assim, as mulheres deixaram de se definir por um único jeito de se vestir, e aderiram vários estilos ao guarda-roupa.
Sem esta transformação a saia longa não chegaria a seu boom na temporada seguinte. O timing foi perfeito! Era preciso mulheres que englobam vários estilos no mesmo guarda-roupa pra haver espaço para uma peça tão versátil. A saia longa combina com vários complementos, portanto, pode ir sem dramas do trabalho até à festas. Se você ainda não está convencida do poder desta peça, razões não falta pra usá-la:
1) ao contrário do que alguns ainda pensam, ela realmente alonga a silhueta, principalmente se for de cintura alta e com barra bem larga;
2) é extremamente feminina e se adequa bem até ao terninho do trabalho;
3) é um curinga no armário: combinada com suéter, casaqueto ou jaqueta vira um look confortável; com camiseta podrinha com cava decotada fica extremamente sexy; já feita em tecidos transparentes e molinhos deixa a mulher elegante e feminina.
A peça ganhou tantas adeptas que seu reinado está sendo longo! Saiu de uma temporada de verão, se prolongou na de inverno, e continua pro próximo verão que começou ontem (êba!). Mas tanta versatilidade tem somente uma resalva: sapatos de salto alto e fino não caem bem com esta saia. Vale calçados abotinados, tênis, rasteirinha e principalmente, sandálias de salto pesado. O único detalhe que não pode ser esquecido é que a saia longa é a protagonista do look.
sábado, 22 de dezembro de 2012
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Inspirações da Maria: Oskar Metsavaht
Ele, o gaúcho mais carioca que existe, é tido como o criador do easy going típico do Rio de Janeiro e dono de uma visão do mercado de moda brilhante, mas sem afetação.
Oskar Metsavaht tem o dom da palavra. Sabe se expressar, vender seu produto (e a imagem dele!) e, principalmente, sabe criá-lo. Criador da Osklen em 1989, já foi questionado de não ser estilista uma vez que não sabe desenhar. Ele mesmo rebate esta acusação: "muita gente diz que, por não saber desenhar, não sou estilista. Mas proponho todo o imaginário das coleções. Só não passo para o papel."
Ele é quem indica os temas e referências de cada coleção. Depois destes escolhidos, vem o trabalho em parceria com a equipe de estilo, que definirá como a coleção será e em que tendências estará baseada, para não haver o risco das peças ficarem muito conceituais. Na Osklen o trabalho flui de acordo com a imagem que Oskar traça. Esta linha é fruto da equipe completa montada "as sombras" da empresa. A empresa possuí desde seus próprios designers gráficos até os arquitetos das lojas.
Atualmente, além de dezenas de lojas espalhadas no Brasil, a marca também possuí lojas em Nova Iorque, Miami, Milão, Roma e Tóquio. O site internacional de tendências WSGN põe a Osklen entre as dez marcas de roupas mais bacanas do mundo e Metsavaht foi o primeiro estilista brasileiro a receber uma reportagem de página inteira na Vogue norte-americana.
Em Fevereiro de 2010 o atelier da Osklen, um casarão em São Cristóvão, no Rio de Janeiro, pegou fogo. No lugar de se lamentar, o acidente inspirou Oskar a revisitar toda a sua trajetória. Três dias depois do acontecido, os trabalhos no lugar foram retomados na medida do possível.
Mas o olho pra moda do garoto natural de Caxias do Sul começou a se desenvolver cedo. Entre seus fragmentos de memórias de infância estão imagens da mãe sempre elegante, que vestia Courrèges, e da boutique que havia na frente da sua casa e vendia peças Pucci. Aos 23 anos foi fazer residência médica no Hospital Miguel Couto no Rio de Janeiro. Se encantou pela cidade e não pensou mais em voltar pra sua terra natal. Fã declarado do Arpoador, construíu a imagem da sua marca baseada em uma frase "United Kingdon of Ipanema".
Metsavath vê inspiração nas mulheres. Mas claro que para um criador extraordinário, a mulher que o inspira também é única. É uma mistura de elegância natural com atletismo, sem necessariamente ser esportiva. Uma mulher que sabe o que fica bem em seu corpo sem ser exatamente uma fashionista.
Há pouco tempo atrás criou a OM.ART, agência de criação responsável por criar projetos paralelos a Osklen. Foi da OM.ART que saiu a parceria com a Riachuelo. No quesito designers de primeira + fast-fashion Oskar dá uma opinião acertiva. Quanto mais pessoas estiverem usando suas roupas, melhor! É uma democratização do design. Mas democratização realista, feita de acordo com o poder de barganha do consumidor final e da destinação do produto. As parcerias propõem uma democratização positiva, mas na Osklen mesmo, segundo seu próprio criador, os preços não podem ser mais baixos poque devido a toda uma atmosfera cuidadosamente construída em torno das peças, há pesquisa e materias muito caros por trás.
Oskar Metsavaht tem o dom da palavra. Sabe se expressar, vender seu produto (e a imagem dele!) e, principalmente, sabe criá-lo. Criador da Osklen em 1989, já foi questionado de não ser estilista uma vez que não sabe desenhar. Ele mesmo rebate esta acusação: "muita gente diz que, por não saber desenhar, não sou estilista. Mas proponho todo o imaginário das coleções. Só não passo para o papel."
Ele é quem indica os temas e referências de cada coleção. Depois destes escolhidos, vem o trabalho em parceria com a equipe de estilo, que definirá como a coleção será e em que tendências estará baseada, para não haver o risco das peças ficarem muito conceituais. Na Osklen o trabalho flui de acordo com a imagem que Oskar traça. Esta linha é fruto da equipe completa montada "as sombras" da empresa. A empresa possuí desde seus próprios designers gráficos até os arquitetos das lojas.
Atualmente, além de dezenas de lojas espalhadas no Brasil, a marca também possuí lojas em Nova Iorque, Miami, Milão, Roma e Tóquio. O site internacional de tendências WSGN põe a Osklen entre as dez marcas de roupas mais bacanas do mundo e Metsavaht foi o primeiro estilista brasileiro a receber uma reportagem de página inteira na Vogue norte-americana.
Em Fevereiro de 2010 o atelier da Osklen, um casarão em São Cristóvão, no Rio de Janeiro, pegou fogo. No lugar de se lamentar, o acidente inspirou Oskar a revisitar toda a sua trajetória. Três dias depois do acontecido, os trabalhos no lugar foram retomados na medida do possível.
Mas o olho pra moda do garoto natural de Caxias do Sul começou a se desenvolver cedo. Entre seus fragmentos de memórias de infância estão imagens da mãe sempre elegante, que vestia Courrèges, e da boutique que havia na frente da sua casa e vendia peças Pucci. Aos 23 anos foi fazer residência médica no Hospital Miguel Couto no Rio de Janeiro. Se encantou pela cidade e não pensou mais em voltar pra sua terra natal. Fã declarado do Arpoador, construíu a imagem da sua marca baseada em uma frase "United Kingdon of Ipanema".
Metsavath vê inspiração nas mulheres. Mas claro que para um criador extraordinário, a mulher que o inspira também é única. É uma mistura de elegância natural com atletismo, sem necessariamente ser esportiva. Uma mulher que sabe o que fica bem em seu corpo sem ser exatamente uma fashionista.
Há pouco tempo atrás criou a OM.ART, agência de criação responsável por criar projetos paralelos a Osklen. Foi da OM.ART que saiu a parceria com a Riachuelo. No quesito designers de primeira + fast-fashion Oskar dá uma opinião acertiva. Quanto mais pessoas estiverem usando suas roupas, melhor! É uma democratização do design. Mas democratização realista, feita de acordo com o poder de barganha do consumidor final e da destinação do produto. As parcerias propõem uma democratização positiva, mas na Osklen mesmo, segundo seu próprio criador, os preços não podem ser mais baixos poque devido a toda uma atmosfera cuidadosamente construída em torno das peças, há pesquisa e materias muito caros por trás.
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Maria ama: Tiffany & Co.
A trajetória da Tiffany & Co. muito se confunde com o filme Bonequinha de Luxo, mas esta joalheria de 175 anos tem muito mais pra mostrar, e brilhar! Criada em 1837 e com mil dólares de capital inicial, há décadas para as mulheres em torno do mundo, a joalheria vende magia.
Imortalizada no cinema em 1961, quando Holly Golightly, interpretada pela também icônica Audrey Hepburn, diz que em poucos lugares do mundo se sente tão bem quanto na loja da marca na Quinta Avenida, a Tiffany entrou para a história do cinema. Mas os primeiros diamantes a reluzirem na grande tela foram exatamente em 1953, muito bem usados pela diva Marilyn Monroe em Os Homens Preferem as Loiras. De lá pra cá foram 24 filmes no total, incluindo os mais recentes Legalmente Loira, Guerra das Noivas e, acredite se quiser, Shrek 2 (afinal a Fiona é uma ogra, mas antes de tudo uma princesa)!
Aliás, Legalmente Loira foi um marco pra Tiffany no Brasil. A loja havia acabado de aterrissar por aqui, quando as mulheres lotaram a loja recém inaugurada no shopping Iguatemi em São Paulo pra adquirirem uma pulseira de elos de prata com um pendente de coração, a mesma usada pela personagem de Reese Whitterspoon no filme.
Aliás, a joalheria se orgulha de lançar modismos e acompanhar a cultura em cada país em que está presente. Nos Estados Unidos o solitário de diamante, símbolo-mor da joalheria, é o carro chefe da marca. Isto se deve ao anel de noivado, quase uma instituição de tão sagrado que é o ritual para os norte-americanos. No Brasil, claro que nas lojas há a presença de peças como anéis de mais de meio milhão de reais, mas o carro chefe das vendas é outro: os charms, pingentes de pulseiras que custam pouco mais de 200 reais cada. Não se trata bem da popularização do luxo, mas sim da realização de um sonho. Se não dá pra ter as jóias que fazem os olhos das mulheres brilharem usados em Bonequinha de Luxo, dá pra ter uma parcela menor da marca. Falando em parcela, somente aqui no Brasil é possível parcelar a compra em até dez vezes sem juros!
Os diamantes da Tifany possuem corte singular que obedecendo as leis da física fazem as pedras refletirem. Mas o luxo da marca é o atendimento. Voltando ao longa Bonequinha de Luxo e a personagem Holly, não há publicidade maior da marca do que a cena em que ela tenta comprar algo com dez dólares e mesmo assim recebe a atenção de um simpático vendedor. Charles Tiffany foi o primeiro comerciante americano do ramo a fixar um preço-padrão para determinadas joias. Ele se queixava que o mercado da joalheria não podia ficar preso no passado onde o preço da peça iria variar de acordo com a aparência do cliente e a boa vontade do vendedor. Hoje, absolutamente tudo, tem o preço colocado ao lado da peça na vitrine.
Muitas divas da atualidade já se renderam aos charmes da Tiffany como Kate Winslet, Anne Hathaway, Lea Michele, Blake Lively e Natalie Portman. Mas não há charme maior na marca do que o azul-tiffany, uma cor tão fortemente associada a uma grife como raramente vemos no mundo. O azul usado nas caixas da empresa era famoso no período vitoriano e serviu de inspiração para as embalagens. As caixinhas azuis envoltas em um laço branco que se desfazem com um simples puxar são mágicas! É a única coisa que não pode ser comprada, é dada a você. E desde 1906, quando foi criada a famosa blue box, nenhuma saiu da Tiffany & Co. vazia.
Imortalizada no cinema em 1961, quando Holly Golightly, interpretada pela também icônica Audrey Hepburn, diz que em poucos lugares do mundo se sente tão bem quanto na loja da marca na Quinta Avenida, a Tiffany entrou para a história do cinema. Mas os primeiros diamantes a reluzirem na grande tela foram exatamente em 1953, muito bem usados pela diva Marilyn Monroe em Os Homens Preferem as Loiras. De lá pra cá foram 24 filmes no total, incluindo os mais recentes Legalmente Loira, Guerra das Noivas e, acredite se quiser, Shrek 2 (afinal a Fiona é uma ogra, mas antes de tudo uma princesa)!
Aliás, Legalmente Loira foi um marco pra Tiffany no Brasil. A loja havia acabado de aterrissar por aqui, quando as mulheres lotaram a loja recém inaugurada no shopping Iguatemi em São Paulo pra adquirirem uma pulseira de elos de prata com um pendente de coração, a mesma usada pela personagem de Reese Whitterspoon no filme.
Aliás, a joalheria se orgulha de lançar modismos e acompanhar a cultura em cada país em que está presente. Nos Estados Unidos o solitário de diamante, símbolo-mor da joalheria, é o carro chefe da marca. Isto se deve ao anel de noivado, quase uma instituição de tão sagrado que é o ritual para os norte-americanos. No Brasil, claro que nas lojas há a presença de peças como anéis de mais de meio milhão de reais, mas o carro chefe das vendas é outro: os charms, pingentes de pulseiras que custam pouco mais de 200 reais cada. Não se trata bem da popularização do luxo, mas sim da realização de um sonho. Se não dá pra ter as jóias que fazem os olhos das mulheres brilharem usados em Bonequinha de Luxo, dá pra ter uma parcela menor da marca. Falando em parcela, somente aqui no Brasil é possível parcelar a compra em até dez vezes sem juros!
Os diamantes da Tifany possuem corte singular que obedecendo as leis da física fazem as pedras refletirem. Mas o luxo da marca é o atendimento. Voltando ao longa Bonequinha de Luxo e a personagem Holly, não há publicidade maior da marca do que a cena em que ela tenta comprar algo com dez dólares e mesmo assim recebe a atenção de um simpático vendedor. Charles Tiffany foi o primeiro comerciante americano do ramo a fixar um preço-padrão para determinadas joias. Ele se queixava que o mercado da joalheria não podia ficar preso no passado onde o preço da peça iria variar de acordo com a aparência do cliente e a boa vontade do vendedor. Hoje, absolutamente tudo, tem o preço colocado ao lado da peça na vitrine.
Muitas divas da atualidade já se renderam aos charmes da Tiffany como Kate Winslet, Anne Hathaway, Lea Michele, Blake Lively e Natalie Portman. Mas não há charme maior na marca do que o azul-tiffany, uma cor tão fortemente associada a uma grife como raramente vemos no mundo. O azul usado nas caixas da empresa era famoso no período vitoriano e serviu de inspiração para as embalagens. As caixinhas azuis envoltas em um laço branco que se desfazem com um simples puxar são mágicas! É a única coisa que não pode ser comprada, é dada a você. E desde 1906, quando foi criada a famosa blue box, nenhuma saiu da Tiffany & Co. vazia.
domingo, 16 de dezembro de 2012
Maria mostra: Ovo
Eles souberem escolher um nome de peso. Simples e sonoro! Que remete a várias ideias: embalagem, criação e até mesmo a primeira casa. Conheça agora a premiada Ovo, marca criada pelos designers Gerson de Oliveira e Luciana Martins.
O estúdio foi criado em 2002, mas a dupla já se conhece há uma longa data. Apesar dele ser fluminense e ela paulistana, os dois começaram a desenvolver projetos juntos em 1991, quando ainda eram estudantes da faculdade de cinema da USP.Apenas três anos depois, já participavam de exposições no Brasil e no exterior. Em 1996 durante a a participação da dupla no Brasil Faz Design em Milão, a dupla foi descoberta pelo renomado designer francês Philippe Stark. Do contato veio uma parceria e no ano seguinte o parisiense inclui a criativa poltrona da dupla, chamada Cadê, em seu International Design Yearbook, um livro que reúne criações inovadoras ao redor do mundo, e que logo depois gerou uma exposição em Bremen, Alemanha.
A fórmula de sucesso da poltrona foi simples e acertiva: um grande cubo de tecido elástico que esconde a poltrona. Segundo a própria Luciana, a receita foi ir contra a linha de pensamento da Bauhaus (tradicional escola de design alemã). Segundo Bauhaus a forma segue a função, mas para a poltrona os designers focaram no pensamento de que a forma esconde a função.
O processo de criação é totalmente dividido na Ovo. Cada um assume uma parte de um projeto, e acompanham, separadamente, a produção até se encontrarem de novo na finalização do produto. Os mais críticos dizem que este esquema de trabalho é rígido e perfeccionista demais, mas o resultado é real. Peças divertidas não param de sair das paredes da Ovo. Uma delas, a linha de poltronas denominadas Tiras de Leitura.
Tanto trabalho e dedicação trás resultados. Em 2010 a marca foi escolhida pela publicação britânica Viewpoint como uma das dez marcas dos países do BRIC (Brasil, Índia, Rússia e China) que influenciarão o mundo nas próximas décadas. A dupla declarou o quanto ficou agradecida pelo reconhecimento de suas obras, mas deixou claro que o foco é o trabalho, e os objetos sempre com um toque de humor.
O estúdio foi criado em 2002, mas a dupla já se conhece há uma longa data. Apesar dele ser fluminense e ela paulistana, os dois começaram a desenvolver projetos juntos em 1991, quando ainda eram estudantes da faculdade de cinema da USP.Apenas três anos depois, já participavam de exposições no Brasil e no exterior. Em 1996 durante a a participação da dupla no Brasil Faz Design em Milão, a dupla foi descoberta pelo renomado designer francês Philippe Stark. Do contato veio uma parceria e no ano seguinte o parisiense inclui a criativa poltrona da dupla, chamada Cadê, em seu International Design Yearbook, um livro que reúne criações inovadoras ao redor do mundo, e que logo depois gerou uma exposição em Bremen, Alemanha.
A fórmula de sucesso da poltrona foi simples e acertiva: um grande cubo de tecido elástico que esconde a poltrona. Segundo a própria Luciana, a receita foi ir contra a linha de pensamento da Bauhaus (tradicional escola de design alemã). Segundo Bauhaus a forma segue a função, mas para a poltrona os designers focaram no pensamento de que a forma esconde a função.
O processo de criação é totalmente dividido na Ovo. Cada um assume uma parte de um projeto, e acompanham, separadamente, a produção até se encontrarem de novo na finalização do produto. Os mais críticos dizem que este esquema de trabalho é rígido e perfeccionista demais, mas o resultado é real. Peças divertidas não param de sair das paredes da Ovo. Uma delas, a linha de poltronas denominadas Tiras de Leitura.
Tanto trabalho e dedicação trás resultados. Em 2010 a marca foi escolhida pela publicação britânica Viewpoint como uma das dez marcas dos países do BRIC (Brasil, Índia, Rússia e China) que influenciarão o mundo nas próximas décadas. A dupla declarou o quanto ficou agradecida pelo reconhecimento de suas obras, mas deixou claro que o foco é o trabalho, e os objetos sempre com um toque de humor.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Sonzinho da sexta: D.L.I.D.
Oieeee gente! Sexta-feira, finzinho de ano, e tem coisa melhor que curtir esta época tão especial? A gente que faz a Maria, adoramos uma noite de sexta, principalmente quando vem acompanhada com música bem legal.
O "sonzinho" de hoje fica por conta do francês super talentoso natural de Toulouse: D.L.I.D. Não, este não é o nome dele.. Na verdade o artista meio que esconde seu nome de nascença e se apresenta por meio desta sigla, abreviação de Dick Laurent Is Dead. Seu som é super legal. Uma mistura de dubsetp com indie.
Um de seus trabalhos que mais amamos aqui na Maria é a parceria dele com os artistas Supakitch e Koralie, um vídeo lindo de viver em que a beleza das ilustrações dos dois artistas ganham forçam com a trilha do francês. Aliás, o nome do vídeo e da obra apresentada são também o mesmo nome da música de D.L.I.D que toca como trilha do vídeo, Metroplastique.
Hoje ficamos com o vídeo também lindo Color In Your Hands. Parceria de Dick Laurent Is Dead com Fink.
Hoje ficamos com o vídeo também lindo Color In Your Hands. Parceria de Dick Laurent Is Dead com Fink.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Tendência: Coques
Olá, meninaaas! :)
Primeiramente, o post de hoje veio depois da nossa jornalista ter passado quase meia hora tentando fazer um coque pra um reunião com um cliente e daí, surgiu a ideia de postarmos sobre uma das grandes tendências de 2012 - a qual vai perdurar em 2013!
Sabe aquele dia que queremos fugir do rabo de cabelo, do liso escorrido ou, simplesmente, de um bad hair day? O coque é uma ótima pedida... e quanto mais alto melhor! Além de ser uma válvula de escape dos dias em que o nosso cabelo não está nos seus melhores dias, também dá um super charme no look e incrementa um visual mais simples.
Então, aqui vão algumas diquinhas de como fazer um coque super lindo e láááá no alto!
- Apesar da nossa jornalista ter demorado taaaaanto pra fazer um, é um penteado super prático. Principalmente se você seguir a tendência e deixá-lo caidinho, meio desarrumadinho.
- Esqueça o laquê, o spray e o mousse! Basta um elástico, alguns grampinhos e (tchanram!) você tem um coque lindo.
- Coque lindo é coque desfeito e desarrumadinho.
- Você pode acrescentar tranças, tiaras e tantas outras coisas para estilizar seu coque.
- Ninguém tem dinheiro pra ficar mudando de tipo e cor de cabelo todo tempo, né? Por isso, o coque serve pra qualquer cabelo!
Inspirem-se!
Muito lindo esse estilinho da Emma Watson, hein?
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Maria ama: Steampunk Disney
Steampunk é um estilo que se inspira em ficção científica mesclando aspectos da Era Vitoriana e futurísticos. Esse gênero costuma aparecer em filmes, ilustrações, livros e músicas.
A canadense MecaniqueFairy juntou o Steampunk com a Disney e o resultado foi simplesmente maravilhoso. Confiram:
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