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segunda-feira, 23 de março de 2015

Maria ama: Ladylike

Tu acha que é só de praia, de areia, sol e luz que a Maria vive, é? É não.
Tanto é que se tem uma coisa que a gente aaaama, essa coisa se chama "estilo ladylike".


Direto ali dos anos 1950, o estilo aparece com a premissa de deixar a mulher mais feminina e glamourosa. Com um pézinho no "New Look" da Dior, essa foi a silhueta que fez e aconteceu na década de 50. Ícones amados por nós e por todos, como Grace Kelly, Marilyn Monroe e Audrey Hepburn piravam o cabeção no na silhueta marcada e nos metro e mais metros de saia rodada.


E aqui estamos: pleno 2015 revivendo tudo isso e achando ótimo! ;)
O foco hoje são os vestidos e saias (de preferência, midi). Estampas delicadas, florais, plissados, bolsas pequenas e clutches, cintos fininhos e sapatinhos de boneca compõem o restante do look. O bom e velho preto & branco e as polka dots também não deixam de marcar presença num estilo tão emblemático.

Se você é das que gosta de quebrar regras: cintinho grosso, slip on e t-shirt na cabeça. Dá super certo sem perder a essência do estilo. <3

Delicado e feminino, o ladylike é uma overdose de romantismo pro seu dia. Inspire-se!








domingo, 25 de janeiro de 2015

Maria ama: Calça cropped

Amamos e é a cara do verão. Quem é que gosta de usar calça? Bom, a gente é super a favor das pernocas de fora e quando as croppeds (em especial as calças) resolveram desabrochar durante a estação, pensamos: era disso que estávamos precisando.


As calças croppeds são a mistura perfeita entre: não estou usando nada curto demais, mas também não sou obrigada a sair com tudo coberto, né? ;)
Ok, elas podem diminuir a silhueta. Mas, se você se apaixonou como a gente, quem liga? Usa do jeito que você estiver afim.

Se a tendência é ousada demais pra você, existem duas opções:
1 - Sabe aquela calça mais folgadinha e da barra mais comprida? Pronto, três dobras e sua cropped tá no ponto. Basta agora combinar com o que te fizer sentir melhor: t-shirt, blazer, rasteira ou scarpin. Você quem manda!
2 - Corre na loja mais próxima e procura aquela calça cropped beeeeem larga. É uma cropped mas parece uma saia. Tem gente que nem vai perceber o truque!

Quer ajudar pra se inspirar? Deixa com a gente! :D









sábado, 10 de janeiro de 2015

Maria ama: Barbies da Vogue Francesa


Quer um presentinho de Natal atrasado? Então, a Vogue Paris te dá.
A revista fez um ensaio de moda sensacional para a edição de dezembro, onde as modelos são bonecas dentro de caixas, como as Barbies.
Cada página tem looks completos e característicos de grandes marcas, como Miu Miu, Dolce&Gabanna, Armani e muito mais! A inspiração do ensaio foi a grife Moschino, a qual reviveu a boneca Barbie em sua última coleção.

Bom, além das fotos incríveis, os looks são incríveis, super ricos em detalhes e vêm "junto com as bonecas". Lembra daquelas Barbies que vinham com várias roufenhas diferentes na caixa? Pois é, o ensaio segue essa mesma premissa: perfumes, bolsas, sapatos, óculos... Tudo em miniatura.

Dá até vontade de formar uma coleção, viu? Vamos babar juntas? <3













quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Maria mostra: Florigrafia

E aí que duas artistas resolveram se juntar e criar um projeto que é só amor. Natália Viana é paraense, formada em moda, apaixonada por fotografia e flores. Rafaela Melo é pernambucana, designer e ilustradora. Juntas elas criaram o Florigrafia.

As artes são feitas em conjunto, onde uma é responsável pelas ilustrações (in-crí-veis, by the way) e a outra se encarrega pelas fotos inspiradoras de flores.
O resultado não poderia ser outro: lindo. É a mistura ideal entre o real e o desenho. Cada senhor é feminino e super rico em detalhes.







sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Maria ama: Sixties fever!

Quem não aaaaaama os anos 60? A década do pensamento livre, cheio de influências do rock'n'roll. Foi a década da criação da minissaia, pela estilista Mary Quant, e roupas inspiradas pelos movimentos artísticos, pela cultura oriental e influências nas formas geométricas e psicodélicas.

A forma das roupas era bem características (e a gente ama!): formas retas, estruturadas e tons pastéis. Em 2014, o estilo da época está sendo revivido com o boom das saias midi, recortes inusitados e estampas geométricas. E acredite, mesmo com o shape mais retão, os anos 60 valorizam a silhueta que é uma beleza!

Quando se fala de make e cabelo, aí que as influências são ainda mais gritantes. Delineado de gatinho, côncavo e linha d'água bem marcadas e cabelos altos. Vamos à nossa inspiração de sempre? :D







domingo, 24 de agosto de 2014

Maria ama: A beleza de toda mulher...

Uma certa vez, a filósofa contemporânea Lady Gaga recitou: I'm beautiful in my way, 'cause God makes no mistakes.

Não, estamos aqui pra falar de religião. Pra quem precisa de uma tecla SAP, Gaga disse "eu sou bonita do meu jeito, porque Deus não comete erros". E nos tempos do Photoshop e filtros do Instagram, a filósofa (ou cantora, como você preferir), não poderia estar mais correta.
Inspiradas no projeto da fotógrafa Liora K, viemos aqui falar sobre uma das maiores virtudes da vida: amar a si mesmo, do jeitinho que a gente é.

Para toda barriga saliente e celulite, photoshop. Eis os mandamentos dos anos 2000. E a gente da Maria insiste: para toda vergonha, sem-vergonhice. Isso mesmo! Existe coisa mais linda do que uma mulher saudável e que aceita o corpo, o rosto, o cabelo e cada buraquinho de celulite do jeito que ele é? Existe não!

Apenas 5% das mulheres do mundo inteirinho (sim, do mundo inteirinho) têm o corpo igual ao das modelos das propagandas. Gente, então, se 95% do resto tem o corpo diferente...Tem algo errado nesse angu, né? Na verdade, o errado mesmo é querer padronizar o que há de mais belo no ser humano: a diversidade.

Então, antes da gente apresentar o ensaio ma-ra-vi-lho-so da Liora K, fica aqui nossa dica pra vida toda: você é, sim, bonita do jeito que você é! ;)

E agora, o mais legal e importante, o ensaio. Quem quiser ver mais, é só entrar no site dela, ó: Liora K.







quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Maria ama: Robert Pattinson

Quando vemos alguém falando de RP - sim, já nos sentimos tão íntimas, por tanto vê-lo em filmes, comerciais, revistas... - na hora já vem a mente aquele ator jovem, galã teen por causa dos filmes Crepúsculo. Mas resolvemos falar um pouquinho dele aqui no blog pois estamos super interessadas em como com filmes autorais e papéis bem interpretados e até complexos, ele supera cada vez mais a imagem de ator somente pra adolescente ver.


Já assistiram o visualmente lindo Cosmópolis, filme dirigido por David Cronenberg, onde Pattison, longe da enorme crise que acontece do lado de fora da limusine onde está, passa o longa inteiro dentro do veículo recebendo visitas bem inusitadas? Com este trabalho Robert Pattison deu um chega pra lá nos romances água com açúcar que o fez milionário e famoso no mundo todo e começou a reconstruir sua carreira como ator. De lá pra cá são papéis cada vez mais agressivos, intensos e inteligentes. Quer ver? Em 2012 teve Bel Ami, baseado na obra de Guy de Maupassant; depois tem Em Missão: Blacklist, filme em fase de pré-produção onde atua como um soldado que participa da caça a Saddam Hussein; após vem The Rover, filme rodado este ano em que o britânico dá vida a um homem mentalmente perturbado; e por último temos outro trabalho feito em parceria com Cronenberg e que começou a ser filmado em Julho chamado Maps To The Stars e que aborda, na forma de humor negro, a obsessão da sociedade pela cultura das celebridades.


O interessante é ver que todo este volume de trabalho vem de um rapaz que acabou de completar 27 anos e que começou a fazer teatro aos 15 anos na Barnes Theatre Company. Desde muito jovem Robert acostumou-se com o trabalho. Antes de realmente optar pela carreira de ator também teve uma breve carreira de modelo, e talvez seja esta experiência que o ajudou na hora de ser escolhido como o mais novo garoto-propaganda do perfume Dior Homme. Com um contrato milionário, também ganhou da equipe da marca a liberdade pra escolher com quem queria trabalhar e em opinar em como seria a campanha. Insistiu até conseguir que o alvo da sua admiração, Romain Gravas, dirigisse o comercial. O material tá um absurdo de lindo (e você pode ver o vídeo na versão sem cortes e com trilha do Led Zeppelin aqui) e pontua com a fase mais madura da carreira de Pattison.


Isto tudo sem deixar de cantar e tocar guitarra. E aí, também se convenceu que os vampiros e lobisomens ficaram pra trás?

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Maria ama: Mawi

Lembram daquele post recheado de lindezas que fizemos sobre os acessórios da Butler e Wilson (vocês podem relê-lo aqui)? Bem, com tanto acessório lindo no mundo seria até um crime não falar de mais lindeza, não é?


A Mawi é uma companheira da Butler no quesito acessórios de peso admirados por mulheres igualmente poderosas. Criada pela super viajada designer de origem indiana Mawi Keivom, a marca atualmente conta com uma loja própria em East End, em Londres, apesar de sua fundadora já ter passado temporadas no Quênia, Arábia Saudita, Nova Zelândia, Itália e Estados Unidos, ufa!

Podemos dizer que a empresa começou quando Keivom criava bolsas feitas com tecidos antigos juntamente com seu marido, Tim Awan. Era o início de uma carreira promissora, uma vez que a Mawi ainda tem boa parte da criação centralizada no casal. Mas a marca como a conhecemos hoje, com carteiras e acessórios de tirar o fôlego de qualquer mulher só surgiu em 2003, e já teve uma entrada no cenário local a altura de suas criações: estreou na semana de moda inglesa, e foi reconhecida com o prêmio para a nova geração de criadores, consecutivamente, de 2003 a 2005.


Na Mawi encontramos várias coleções que vão variar de acordo com a inspiração. Das peças mais luxuosas, com ar de joias reais ou bebendo da fonte da arte nouveau (estilo tido como um meio termo entre o neoclassicismo e o modernismo, que imperou entre 1890 e 1910. Influenciou a arquitetura, as cerâmicas, a vidraçaria, as pinturas e artes gráficas, e a escultura. Suas linhas, repletas de arcos e formas arredondadas derivadas de plantas, trouxe uma leveza a materiais pesados, como o ferro, além de modernizar elementos da estética anterior, o Rococó, como as texturas e as conchas.), até as peças repletas de tachas, lâminas e caveiras, tudo mistura uma técnica de fabricação impecável junto com um perfume de nostalgia.

Este mix de influências arrebata os mais diversos fãs, até porque o público da empresa é amplo. Há linha de peças pra serem usadas no dia-a-dia, mas também há linhas mais exclusivas, com acessórios com cara de herança de família. Com esta versatilidade, e muito glamour, o público vai de mulheres como Emma Watson, Gwyneth Paltrow, Kylie Minogue e Alexa Chung, até a super poderosa Disney, que convidou a Mawi para desenhar uma coleção inspirada em seus principais personagens.


Abaixo vocês podem alimentar os olhos com mais belezas da Mawi. Mas antes de irmos vale ressaltar que uma visitinha no site da marca é fundamental. Ah, a Mawi também conta com uma linha exclusiva pros meninos: a Sir by Mawi. Não deixem de ver, ok?

http://www.mawi.co.uk/




segunda-feira, 22 de julho de 2013

Maria ama: música britânica

Quem ama música? o/ Então é claro que a Maria não podia deixar de falar de uma paixão que move a gente por aí.


Já pararam pra pensar que muitas das bandas que amamos e que foram influência pra tantos outros conjuntos e músicos saíram da Grã-Bretanha? Seja coincidência, ou não, são sobre grandes nomes do mundo da música que vamos falar hoje.

Londres foi a primeira cidade digamos, cosmopolita, do mundo, pois atingiu a incrível marca de um milhão de habitantes ainda no século XIX. Nesta época, em suas ruas, já circulavam norte-americanos, judeus de descendência polonesa, chineses, africanos, e, claro, britânicos de todas as regiões. Não podemos dizer que era um caldeirão de ideias, uma vez que os tempos não eram tão modernos assim, e o comportamento e "protocolo" britânico ainda imperavam. Mas é inegável que todas estas culturas diferentes convivendo juntas influenciaram - e muito - umas as outras.


Veio um novo século, e uma ferida muito grande no coração do mundo: a Segunda Guerra Mundial. Mas, no após a guerra, Londres se reconstruiu com uma grande rapidez. Um novo ar ganhou as ruas, e novas culturas foram surgindo. Destas novas culturas, a música pop e o rock'n'roll talvez sejam os melhores exemplos.

Ok, o rock é um produto genuinamente norte-americano. O estilo que nasceu misturando os acordes do blues com a melodia do country, e teve como padrinhos Elvis Presley, Little Richard e Buddy Holly chegou a capital britânica na década de 50 e desde então o mundo passou por diversas transformações. Não só no mercado da música em si, mas também naquelas áreas que exercem e sofrem influência da música, como o comportamento e a moda. Desde o rock'n'roll os penteados e os cabelos nunca mais foram os mesmos. E a moda parecia que via cada nova transformação com seus olhos brilhando de excitação.


A conquista do mundo através do rock começou logo com uma ironia das grandes. Um quarteto de rapazes de Liverpool, que usavam terninhos e jaquetas sem colarinho, totalmente inspiradas em Pierre Cardin. Bem-comportados, os Beatles cantavam o amor, e os pais das beatlemaníacas sonhavam que suas filhas casassem com um Paul McCartney. Em 1964, enquanto os Beatles invadiam a América, outra banda já invadia as paradas inglesas. Os Rolling Stones pregavam o sexo, drogas e as bebidas, e faziam pose de rebeldes.

Quase simultâneo ao estouro dos Stones veio o boom do culto aos guitarristas. Estes caras como Pete Townshend do The Who e  Eric Clapton do Cream, exalavam a essência das bandas - genuinamente britânicas, é claro - em que faziam parte. Foi com esta idolatria a guitarra que em 1967 o jovem Jimmi Hendrix abandonou o Exército americano e viajou pra Londres no intuito de revolucionar o som da guitarra.


No final dos anos 60, com o rock já bem estabelecido na Inglaterra e exercendo grande influência na vida dos jovens, e com o fácil acesso as drogas, o universo da música deu mais um passou e Londres provou que pra surgir algo novo em suas ruas não necessariamente a "ultima onda" teria que ter se esgotado. Nasceu então o rock psicodélico e bandas como o Pink Floyd. Músicas longas, letras estranhas, muitas cores na imagem da banda e referências a temas espaciais. tudo junto no caldeirão das pedras rolantes.

Pouco tempo depois, já nos 70, veio o contrário ao psicodélico: o heavy metal. O peso das guitarras era o menu principal, regados a efeitos de distorção e amplificadores modificados. Era a vez de brilhar dos incríveis Jimmy Page, Robert Plant, John Paul Jones e John Bonham do Led Zeppelin; e de Ozzy Osbourne & cia do Black Sabbath



Quase simultaneamente a cidade também era invadida pelo glam rock. E nada é por acaso. A revolução sexual estava em pleno vapor no mundo. E nada mais a calhar que um estilo de música em que o rock soava bem pop, e a imagem era quase tão importante quanto o som. No glam rock o visual era cheio de brilho e bem andrógino. David Bowie é a estrela máxima deste estilo musical. Revolucionou muito o mercado da música com sua sua carreira de sucesso que perdura até hoje, e, na época, não tinha vergonha nenhuma de subir aos palcos com maquiagem, glitter no rosto, e roupas femininas.

Engraçado é que na época em que surgiu o glam rock o movimento gay ganhava força no mundo e saía da "clandestinidade" em que era julgado por muitos. O glam rock surgiu nos 70, e foi nesta mesma década que Elton John - um deus da música pra nós aqui da Maria - se mudou pra Londres e que nasceu a banda sem palavras de tão boa Queen, encabeçada por Freddie Mercury.


Do outro lado do atlântico, em um bar decadente de Nova Iorque, surgia uma nova onda. Caras estranhos, em um palco esfumaçado, que mal sabiam tocar, mas tinham muita atitude, e enfiados em jaquetas de couros davam à luz ao punk. Ah, e esta banda era o icônico Ramones. Reza a lenda que o empresário, dono da loja SEX, Malcolm McLaren estava presente em apresentações iniciais do Ramones. Percebendo este novo movimento que invadia não só a grande maça, mas a Alemanha também, McLaren voltou pra Londres, reabriu sua loja - que por mais uma coincidência (ou não!) da vida ficava vizinha a loja da não menos visionária estilista Vivianne Westwood - e contratou um grupo de garotos esquisitos pra tocar o punk com a mesma postura. Sabem que garotos eram estes? Bem, já ouviram falar em Sex Pistols?!

Se muitos achavam que o Sex Pistols não sabiam tocar, 1979 veio a redenção do punk com o lançamento da obra prima London Calling dos muito amados também pela Maria dos meninos do The Clash. Com músicas incríveis como "Should I Stay Should I Go" e "Rock the Casbah" o The Clash abriu o caminho para a virada dos 80 e muita coisa que ele trouxe. Os metais do Iron Maiden, o ska dos talentosos garotos do The Police, as letras lindas e um tanto quanto depressivas do Joy DivisionThe Smiths, os primórdios do rock eletrônico com o Depeche Mode, e até o renascimento do glam rock nas figuras de Boy George do Culture Club, e de Simon LeBon do Duran Duran.


Veio o final dos 80, e começo dos 90. E o cenário da Inglaterra eram as cidades de Manchester e Londres em uma rivalidade pra descobrir qual iria lançar o próximo som do momento. Com este cenário de rivalidade bandas locais cresceram, mas também começaram a pipocar talentos de outras cidades. Primeiro veio o Oasis, de Manchester mesmo, e seus rivais londrinos do Blur. Depois veio os garotos de Oxford que formaram a banda linda Radiohead, e por último temos os também londrinos do Coldplay.

Mas do final dos 80 pra o começo dos anos 2000, muita coisa aconteceu além do citado acima. Nos Estados Unidos surgiu o grunge, e os olhos do mundo se viraram pra Seattle e seus frutos. A cena alternativa inglesa voltou a ganhar força somente no começo do século XXI com nomes como Bloc Party e Artic Monkeys. No meio destas bandas surgia uma garota com rosto angelical, voz meio que sussurrada, e sem nenhum freio na língua. Lily Allen, que atualmente atende pro Lily Rose Cooper, lançou videos da sua música "Smile" no MySpace e inaugurou a era dos músicos que usam internet como forte ferramenta.


Atualmente a Grã-Bretanha vive uma onda de cantoras femininas muito talentosas: além da Lily que em Março de 2014 vai tá lançando novo álbum, também temos Amy Winehouse, Kate Nash, Adele, Florence Welch (do Florence and The Machine), Eliza Doolittle...

O provável é que enquanto escrevemos estas palavras sobre bandas e músicos que tanto amamos, em toda a extensão daquele país algum grupo de garotos, ou quem sabe um músico solitário, esteja ouvindo os mesmos nomes que citamos acima, e que em pouco tempo, estes garotos ou estes músicos também estejam revolucionando a música de novo.


Abaixo deixamos vocês com muitos destes músicos ingleses que falamos anteriormente e, que te desafiamos em dizer quantos que você já escutou sim - e muito! - o trabalho deles.