Mostrando postagens com marcador Marilyn Monroe. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Marilyn Monroe. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Musas da Maria: Michelle Williams

"Toda mulher no mundo poderia ser descrita assim. Toda mulher é frágil e forte ao mesmo tempo". Estas são as palavras da nossa musa de hoje aqui na Maria, mas poderiam descreve-lá muito bem.


Michelle Ingrid Williams é natural do estado de Montana nos Estados Unidos. O fato mais famoso de sua juventude foi ter se emancipado com apenas 15 anos pra poder investir na carreira de atriz sem precisar de confrontamentos e permissões vindas da parte de seus pais. O engraçado é que logo depois desta emancipação Michelle conseguiu o papel no famosos seriado Dawson's Creek. Ela interpretava Jen, a garota sensual e descontraída, abandonada pelos pais, e o pivô da separação de Joey - personagem de Katie Holmes - de Dawson.

Mas tanta coragem não a orgulha hoje. Sim, ela é feliz com as decisões tomadas e com seu passado, mas em suas próprias palavras diz que fica abismada como nada de mal a aconteceu.


Sua primeiro papel de destaque foi Alma, a esposa de Ennis em O Segredo de Brokeback Mountain. Foi durante as filmagens que ela se apaixonou pelo protagonista de Ennis e pai de sua filha Matilda, o ator Heath Ledger. Depois de Alma veio papéis interessantes para a atriz como a dona-de-casa deprimida de Ilha do Medo e a mulher que ver sua relação com o parceiro se deterior em Namorados Para Sempre. Foi depois deste último longa que Williams ficou conhecida pela crítica por fazer preparações exaustivas para os papéis. Para Namorados Para Sempre ela conviveu intensamente por um período de seis meses antes do início das filmagens  com seu parceiro de trabalho Ryan Gosling.

Agora destaque mesmo, vamos combinar que a atriz conseguiu depois de sua interpretação de Marilyn Monroe em Sete Dias com Marilyn. O filme conta a história do jovem inglês Colin Clark (interpretado por Eddie Redmayne, o Marius de Os Miseráveis), que começou na indústria de cinema como assistente de câmera no filme O Príncipe Encantado, um projeto dirigido e estrelado por Laurence Olivier (vivido no filme por Kenneth Branagh). Durante as filmagens, na Inglaterra, ele se envolve com Monroe, que fazia parte do elenco e, na época, era casada com o escritor Arthur Miller.


Ser a escolhida para o papel, mesmo quando ela gostou do roteiro e soube do desejo do diretor do filme, Simon Curtis, de te-lá no longa não a deixou menos aterrorizada pra enfrentá-lo. Para interpretar Monroe, Michelle leu, assistiu e pesquisou tudo o que era possível sobre a atriz. Até o camarim de Michelle em Pinewood foi o mesmo que Marilyn usou.

O paralelo entre as duas atrizes não termina aí. Ambas são estrelas de cinema americanas, desembarcando sozinhas na Inglaterra na tentativa de impressionar um elenco experiente de atores ingleses (no caso de Williams foram os atores Kenneth Branagh e Judi Dench), e ambas com cerca de 30 anos durante as filmagens em Pinewood. Tanto Michelle como Marilyn possuem algo que desperta o instinto protetor de quem as vê.

Hoje Michelle Williams é uma atriz bem sucedida, porém pé no chão. Costuma fazer constantes viagens ao interior dos Estados Unidos pra rever sua terra natal e levar sua filha pra também vivenciar as árvores e montanhas. Dá pra não amar tanto talento e fofura?!!


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Maria ama: Tiffany & Co.

A trajetória da Tiffany & Co. muito se confunde com o filme Bonequinha de Luxo, mas esta joalheria de 175 anos tem muito mais pra mostrar, e brilhar! Criada em 1837 e com mil dólares de capital inicial, há décadas para as mulheres em torno do mundo, a joalheria vende magia.


Imortalizada no cinema em 1961, quando Holly Golightly, interpretada pela também icônica Audrey Hepburn, diz que em poucos lugares do mundo se sente tão bem quanto na loja da marca na Quinta Avenida, a Tiffany entrou para a história do cinema. Mas os primeiros diamantes a reluzirem na grande tela foram exatamente em 1953, muito bem usados pela diva Marilyn Monroe em Os Homens Preferem as Loiras. De lá pra cá foram 24 filmes no total, incluindo os mais recentes Legalmente Loira, Guerra das Noivas e, acredite se quiser, Shrek 2 (afinal a Fiona é uma ogra, mas antes de tudo uma princesa)!

Aliás, Legalmente Loira foi um marco pra Tiffany no Brasil. A loja havia acabado de aterrissar por aqui, quando as mulheres lotaram a loja recém inaugurada no shopping Iguatemi em São Paulo pra adquirirem uma pulseira de elos de prata com um pendente de coração, a mesma usada pela personagem de Reese Whitterspoon no filme.

Aliás, a joalheria se orgulha de lançar modismos e acompanhar a cultura em cada país em que está presente. Nos Estados Unidos o solitário de diamante, símbolo-mor da joalheria, é o carro chefe da marca. Isto se deve ao anel de noivado, quase uma instituição de tão sagrado que é o ritual para os norte-americanos. No Brasil, claro que nas lojas há a presença de peças como anéis de mais de meio milhão de reais, mas o carro chefe das vendas é outro: os charms, pingentes de pulseiras que custam pouco mais de 200 reais cada. Não se trata bem da popularização do luxo, mas sim da realização de um sonho. Se não dá pra ter as jóias que fazem os olhos das mulheres brilharem usados em Bonequinha de Luxo, dá pra ter uma parcela menor da marca. Falando em parcela, somente aqui no Brasil é possível parcelar a compra em até dez vezes sem juros!


Os diamantes da Tifany possuem corte singular que obedecendo as leis da física fazem as pedras refletirem. Mas o luxo da marca é o atendimento. Voltando ao longa Bonequinha de Luxo e a personagem Holly, não há publicidade maior da marca do que a cena em que ela tenta comprar algo com dez dólares e mesmo assim recebe a atenção de um simpático vendedor. Charles Tiffany foi o primeiro comerciante americano do ramo a fixar um preço-padrão para determinadas joias. Ele se queixava que o mercado da joalheria não podia ficar preso no passado onde o preço da peça iria variar de acordo com a aparência do cliente e a boa vontade do vendedor. Hoje, absolutamente tudo, tem o preço colocado ao lado da peça na vitrine.


Muitas divas da atualidade já se renderam aos charmes da Tiffany como Kate Winslet, Anne Hathaway, Lea Michele, Blake Lively e Natalie Portman. Mas não há charme maior na marca do que o azul-tiffany, uma cor tão fortemente associada a uma grife como raramente vemos no mundo. O azul usado nas caixas da empresa era famoso no período vitoriano e serviu de inspiração para as embalagens. As caixinhas azuis envoltas em um laço branco que se desfazem com um simples puxar são mágicas! É a única coisa que não pode ser comprada, é dada a você. E desde 1906, quando foi criada a famosa blue box, nenhuma saiu da Tiffany & Co. vazia.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Musas da Maria: Marilyn Monroe

Nascida como uma franzina garota de Los Angeles, Jane Jean Baker representou, seja com um vestido justíssimo ou com jeans e camisas de botão, o auge da feminilidade dos anos 50.


Marilyn foi um mito. Nasceu um! Hollywood só teve a função de montar melhor esta imagem. Isso é o que muitos acreditam. Que seus dramas na vida particular só validaram seu papel de destaque no imaginário coletivo.

A garota Norma Jean nunca descobriu a identidade do pai. Cresceu com a mãe, comprovadamente com problemas mentais, e em constantes visitas a orfanatos e casas de parentes. Casou-se em 1942 com seu namorado Jimmy Dougherty, membro da marinha norte-americana. Virou uma dona de casa exemplar. Doce, generosa e religiosa. Viveu em constante lua-de-mel por dois anos, até o marido ser transferido para o Pacífico Sul. A solitária Jean foi trabalhar na fábrica Radio Plane Munition até ser descoberta por um fotógrafo da revista Yank. Um ano depois, recebia constantemente os mais variados convites pra estampar campanhas publicitárias. Matriculou-se em um curso de teatro e pediu o fim do casamento. Em 1946 assinou seu primeiro contrato de trabalho com a Century Fox ganhando o equivalente a 125 dólares semanais. Pra comemorar esta nova fase da vida, tingiu o cabelo de loiro claríssimo e adotou o nome artístico de Marilyn Monroe.


Monroe foi extremamente famosa por causa de sua vida amorosa. E o mais famoso de seus relacionamentos foi, sem dúvidas, com o trigésimo quinto presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy. O relacionamento dos dois começou logo após a separação da musa do jogador de beisebol Joe DiMaggio, em 1954. Dois anos após o fim deste relacionamento, Marilyn casou-se pela terceira vez. O escolhido foi o dramaturgo Arthur Miller, colaborador no roteiro do filme Os Desajustados, onde Monroe atua com os galãs da época Clark Gable e Montgomery Clift. Simultaneamente, Kennedy era casado com Jackie Onassis, a popular primeira dama e anfitriã dos mais requintados jantares da época. Mesmo com seus casamentos perfeitos aos olhos do público, Kennedy e Marilyn se encontravam na suíte presidencial do Carlyle Hotel em Nova Iorque, ou na casa de praia em Santa Monica do ator Peter Lawford.


Protagonizou uma das mais famosas cenas do cinema mundial, a do vestido branco esvoaçante no filme O Pecado Mora ao Lado. E também protagonizou uma das mais famosas cenas das histórias amorosas: com um vestido justo, cor-de-pele e coberto de pérolas, cantou com a voz provocante que somente a mulher mais desejado do mundo podia ter, uma canção de aniversário para um sorridente e desajeitado presidente Kennedy em frente a uma multidão de 15 mil pessoas no Madison Square Garden.

Provou não ser somente uma mulher de curvas sinuosas. Em 1956 abriu sua produtora de cinema e lançou clássicos como Nunca Fui Santa. Morreu jovem. Aos 36 anos e no auge da carreira. Mas deixou seu espaço no cinema, na moda e na arte.