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sexta-feira, 4 de abril de 2014

Musas da Maria: Kate Moss

Sabe aquele termo wild girl? Pois bem, parece até que nasceu pra definir ela: a top das tops Kate Moss!


Dama Katherine Ann Moss - sim, em 2009 foi nomeada Dama pela Ordem do Império Britânico - foi criada em Craydon, região ao sul de Londres, filha de uma garçonete e de um agente de viagens. Em 1988, na volta de uma viagem às Bahamas no Aeroporto JFK em Nova Iorque, Kate, com então 14 anos, foi descoberta pela agente de modelos Sarah Doukas. Mas foi por meio das lentes da fotógrafa Corinne Day que a top começou a causar estardalhaço na moda. O ensaio, em preto e branco, e encomendado pela revista The Face, a alçou ao sucesso rapidamente.

Depois do bafafá gerado pelo ensaio, bastou apenas um único encontro para que o diretor de arte Fabien Baron a recrutasse para ser a garota-propaganda da Calvin Klein nos anos 90. Ela permaneceu no posto por sete anos seguidos. Um recorde super difícil de quebrar!


O sucesso que alcança desde então não diminuí mesmo com o passar dos anos, já que pra muitos modelos possuem carreiras curtas.  Só capas de revistas Moss contabiliza mais de 300. Possuí contratos com cachês altíssimos e ano passado ganhou cerca de 5,7 milhões de dólares, sendo considerada a quarta modelo mais bem paga do mundo. Sem contar com suas colaborações muito bem-sucedidas. As coleções que assinou tanto para a Topshop como para a Longchamp tiveram algumas peças esgotadas em dias e outras em horas!

Mas não é só na moda que ela causa furor. Lucian Freud é o artista que Kate Moss mais admira. Em uma entrevista revelou que adoraria conhecê-lo pessoalmente. Eis que Kate foi apresentada ao pintor quando ela tinha 28 anos, na época ainda grávida de sua filha Lila Grace. Naquela mesma noite Freud, encantado pela moça, a persuadiu a pousar nua para um retrato. Em uma das várias sessões que foram necessárias pra ela pousar para a tela, Freud tatuou as famosas duas andorinhas na base das costas de Moss. Mais tarde, o retrato foi vendido por 4 milhões de libras esterlinas a um colecionador anônimo.


Na música também exerce seu carisma. Já colaborou com bandas como Oasis e Babyshambles, e estrelou em diversos videoclipes. Tem coisa mais linda que aquele I Just Don't Know What To Do With Myself do White Stripes? Além da Kate linda de viver como protagonista, o vídeo ainda foi dirigida pela talentosa Sofia Coppola.

E já que falamos de furor, difícil também não citar sua vida amorosa. Apesar de ser conhecida por conseguir manter sua vida pessoal ultra reservada, seus relacionamentos é assunto pra lá de quente. Como não esquecer o casal sexy formado com Johnny Depp? Ou o namoro polêmico com Pete Doherty vocalista da banda The Libertines? Atualmente está firme e forte, e bem casada desde 2011, com o guitarrista da banda The Kills, Jamie Hince. Mas antes dele também se envolveu com o cofundador da revista Dazed & Confused, Jefferson Hack. Este último é o pai de sua filha.


Mas nem só de amores vive uma modelo tão famosa. A maior polêmica que seu nome foi envolvido sem dúvidas aconteceu em 2005 quando o tabloide Daily Mirror flagrou a top cheirando cocaína. O clique foi parar na capa da revista e virou escândalo no mundo da moda. Contratos milionários foram cancelados e seu carisma foi abalado. Mas foi aqui que sua capacidade de dar a volta por cima foi provada. Logo no ano seguinte estrelou uma das edições mais sexys do famoso calendário Pirelli. Como não se sentir hipnotizado pelos imagens de uma Kate Moss completamente nua feitos pela dupla Mett & Marcus?

Provou mais uma vez que acredita em recomeços quando escolheu John Galliano em 2011 pra fazer seu vestido de noiva. O estilista estava na época recém envolvido em acusações de antissemitismo. As referências da peça, um vestido clássico de chiffon com um toque dos anos 30, foi passada por telefone para Galliano. Logo que saiu da reabilitação, ele se debruçou sobre o longo que virou uma referência entre as noivas moderninhas: uma mistura certeira entre sexy, e romântico.


Mas esta não é a primeira vez que a modelo em si influência a moda com o que veste. Considerada uma grande trendsetter internacional, Moss tem um estilo copiadíssimo. É considerada uma das precursoras dos estilos rock-glam e boho chic, além de ter popularizado o uso da calça skinny e do salto tipo stiletto.

A fama de Kate é tamanha que alguns de seus cliques ainda do ensaio feito por Corinne viraram retratos icônicos e fazem parte do acervo fixo do Victoria and Albert Museum em Londres.Vai dizer que mesmo com os 25 anos de carreira completados ano passado, Kate Moss não é a personificação de uma geração?

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Sonzinho com a Maria: Deap Vally

Se paramos pra lembrar das histórias das bandas de rock, muuuuitas começaram com encontros em lugares nada glamourosos como a sala de estar da casa da mãe de um membro, quartos, bancos de ônibus, e o clássico ensaio na garagem. Agora, vocês já viram alguma banda em que os membros, ou melhor, as, se conheceram nesses encontros pra tomar chá, café e fazer crochê? Não? Pois temos o prazer de te apresentar Deap Vally!


Lindsey Troy - a loira - e Julie Edwards - a ruiva, se conheceram entre um ponto de crochê e outro em Los Angeles, e logo ficaram bem próximas. Não demorou muita pra descobrirem a paixão mútua que tinham pelo rock'n'roll e o fato de que a primeira tocava guitarra e a segunda bateria. E assim nasceu, em 2011, uma banda super afinada no quesito de mesclar boa música à moda.

No último mês de Julho lançaram seu primeiro álbum, Sistrionix. E o trabalho foi tão bem recebido pela crítica que as meninas não demoraram pra estrear em palcos grandes, como a última edição do festival sonho Glastonbury, na Inglaterra.


O público, conforme vai conhecendo, também ama Deap Vally. Também são tantos motivos: letras que nós, jovens, nos identificamos ao falar sobre amores bandidos e independência; o som, bem cru e experimental, bebendo muito da fonte de bandas como The Kills e White Stripes; e o visual pra lá de descolado das meninas com muitos óculos de Sol, jeans bem destruídos, couro, um toque cigano e hippie, e outro de sensualidade californiana, deixando muito a pele a mostra, mas sem pesar a mão.

Segundo as próprias palavras de Julie o som da banda sofre influências do trabalho do bluesman Robert Johnson, da bossa nova de Tom Jobim, de bandas como Led Zeppelin, Black Sabbath (já falamos um pouquinho sobre estas duas bandas neste post aqui), Yeah Yeah Yeahs, e até do desenho animado dos anos 80 Jem e as Hologramas. Se você concorda ou não com as influências, bem, dá uma chance e escuta o som delas que é muito bom. Deixamos vocês com o maior sucesso que as meninas tem até agora, Gonna Make My Own Money.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Maria mostra: Georgia Jagger

Sim querido leitor, você não está enganado: sempre usamos a tag 'Maria mostra' pra falar de novos artistas ou marcas/ideias que nos encantam com seu espírito inovador. Mas porque não usar a tag também pra falar deste rostinho que temos a certeza que ainda vamos vê-lo muito por aí?


Os traços do rosto não negam: a boca larga e os lábios carnudos do pai, Mick Jagger, e os cabelos loiros e volumosos da mãe, a famosa modelo da década de 70 Jerry Hall, deram a luz a esta realmente merecedora do título de princesa do rock. Com seus 22 anos Georgia May Jagger seguiu a carreira da mãe e já conquistou um espaço digno do seu sobrenome no mundo da moda. Já foi garota-propaganda da Versace e da Chanel - trabalhando pessoalmente com Donatella Versace e Karl Lagerfeld - além de ter colaborado como estilista na badalada Hudson Jeans (além de ter estrelado a própria campanha).

Mas Georgia é realista. Quando perguntada não nega que seu sobrenome pesou sim na sua estreia como modelo. Mas deixa logo bem claro que aprendeu com a mãe que entrar no mercado por indicação pode até ser fácil, mas será por esforços próprios que conseguira se manter nele. Também conta que foi a mãe que a ensinou a defender suas opiniões e nunca se tornar uma vítima da moda.  Mulher elegante é a que se expressa através das roupas, e não aquela que usa somente o que está em gosto.


Talvez seja tanto pé no chão que faz com que as equipes que trabalham com ela em shootings saíam encantados. Dizem que ela topa quase tudo que lhe é pedido (tirando mudar a cor das madeixas e ser clicada totalmente nua), encara as longas horas de ensaio com muita simpatia, e é fã de piadas.

Falando em clicks, a senhorita Jagger também é realista em relação aos padrões de beleza exigidos por sua carreira. Não mente que controla sim a alimentação, mas também faz muita atividade física pra gastar as calorias e pra manter tudo no lugar. Apoia a política rigorosa utilizada pelo governo britânico em relação ao uso do Photoshop em campanhas publicitárias e defende que a beleza não pode seguir padrões pré-estabelecidos.


Do pai, Georgia May diz que aprendeu muito sobre negócios. Como guardar pra o futuro e como investir o dinheiro ganho. E claro, aprendeu muito sobre rock'n'roll. Graças a ele diz que tem orgulho de escutar bandas como The Hollies, The Kinks e The Troggs, bandas que muita gente da sua idade desconhece. E aí, vai dizer que ela não é a princesa do rock?

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Maria ama: música britânica

Quem ama música? o/ Então é claro que a Maria não podia deixar de falar de uma paixão que move a gente por aí.


Já pararam pra pensar que muitas das bandas que amamos e que foram influência pra tantos outros conjuntos e músicos saíram da Grã-Bretanha? Seja coincidência, ou não, são sobre grandes nomes do mundo da música que vamos falar hoje.

Londres foi a primeira cidade digamos, cosmopolita, do mundo, pois atingiu a incrível marca de um milhão de habitantes ainda no século XIX. Nesta época, em suas ruas, já circulavam norte-americanos, judeus de descendência polonesa, chineses, africanos, e, claro, britânicos de todas as regiões. Não podemos dizer que era um caldeirão de ideias, uma vez que os tempos não eram tão modernos assim, e o comportamento e "protocolo" britânico ainda imperavam. Mas é inegável que todas estas culturas diferentes convivendo juntas influenciaram - e muito - umas as outras.


Veio um novo século, e uma ferida muito grande no coração do mundo: a Segunda Guerra Mundial. Mas, no após a guerra, Londres se reconstruiu com uma grande rapidez. Um novo ar ganhou as ruas, e novas culturas foram surgindo. Destas novas culturas, a música pop e o rock'n'roll talvez sejam os melhores exemplos.

Ok, o rock é um produto genuinamente norte-americano. O estilo que nasceu misturando os acordes do blues com a melodia do country, e teve como padrinhos Elvis Presley, Little Richard e Buddy Holly chegou a capital britânica na década de 50 e desde então o mundo passou por diversas transformações. Não só no mercado da música em si, mas também naquelas áreas que exercem e sofrem influência da música, como o comportamento e a moda. Desde o rock'n'roll os penteados e os cabelos nunca mais foram os mesmos. E a moda parecia que via cada nova transformação com seus olhos brilhando de excitação.


A conquista do mundo através do rock começou logo com uma ironia das grandes. Um quarteto de rapazes de Liverpool, que usavam terninhos e jaquetas sem colarinho, totalmente inspiradas em Pierre Cardin. Bem-comportados, os Beatles cantavam o amor, e os pais das beatlemaníacas sonhavam que suas filhas casassem com um Paul McCartney. Em 1964, enquanto os Beatles invadiam a América, outra banda já invadia as paradas inglesas. Os Rolling Stones pregavam o sexo, drogas e as bebidas, e faziam pose de rebeldes.

Quase simultâneo ao estouro dos Stones veio o boom do culto aos guitarristas. Estes caras como Pete Townshend do The Who e  Eric Clapton do Cream, exalavam a essência das bandas - genuinamente britânicas, é claro - em que faziam parte. Foi com esta idolatria a guitarra que em 1967 o jovem Jimmi Hendrix abandonou o Exército americano e viajou pra Londres no intuito de revolucionar o som da guitarra.


No final dos anos 60, com o rock já bem estabelecido na Inglaterra e exercendo grande influência na vida dos jovens, e com o fácil acesso as drogas, o universo da música deu mais um passou e Londres provou que pra surgir algo novo em suas ruas não necessariamente a "ultima onda" teria que ter se esgotado. Nasceu então o rock psicodélico e bandas como o Pink Floyd. Músicas longas, letras estranhas, muitas cores na imagem da banda e referências a temas espaciais. tudo junto no caldeirão das pedras rolantes.

Pouco tempo depois, já nos 70, veio o contrário ao psicodélico: o heavy metal. O peso das guitarras era o menu principal, regados a efeitos de distorção e amplificadores modificados. Era a vez de brilhar dos incríveis Jimmy Page, Robert Plant, John Paul Jones e John Bonham do Led Zeppelin; e de Ozzy Osbourne & cia do Black Sabbath



Quase simultaneamente a cidade também era invadida pelo glam rock. E nada é por acaso. A revolução sexual estava em pleno vapor no mundo. E nada mais a calhar que um estilo de música em que o rock soava bem pop, e a imagem era quase tão importante quanto o som. No glam rock o visual era cheio de brilho e bem andrógino. David Bowie é a estrela máxima deste estilo musical. Revolucionou muito o mercado da música com sua sua carreira de sucesso que perdura até hoje, e, na época, não tinha vergonha nenhuma de subir aos palcos com maquiagem, glitter no rosto, e roupas femininas.

Engraçado é que na época em que surgiu o glam rock o movimento gay ganhava força no mundo e saía da "clandestinidade" em que era julgado por muitos. O glam rock surgiu nos 70, e foi nesta mesma década que Elton John - um deus da música pra nós aqui da Maria - se mudou pra Londres e que nasceu a banda sem palavras de tão boa Queen, encabeçada por Freddie Mercury.


Do outro lado do atlântico, em um bar decadente de Nova Iorque, surgia uma nova onda. Caras estranhos, em um palco esfumaçado, que mal sabiam tocar, mas tinham muita atitude, e enfiados em jaquetas de couros davam à luz ao punk. Ah, e esta banda era o icônico Ramones. Reza a lenda que o empresário, dono da loja SEX, Malcolm McLaren estava presente em apresentações iniciais do Ramones. Percebendo este novo movimento que invadia não só a grande maça, mas a Alemanha também, McLaren voltou pra Londres, reabriu sua loja - que por mais uma coincidência (ou não!) da vida ficava vizinha a loja da não menos visionária estilista Vivianne Westwood - e contratou um grupo de garotos esquisitos pra tocar o punk com a mesma postura. Sabem que garotos eram estes? Bem, já ouviram falar em Sex Pistols?!

Se muitos achavam que o Sex Pistols não sabiam tocar, 1979 veio a redenção do punk com o lançamento da obra prima London Calling dos muito amados também pela Maria dos meninos do The Clash. Com músicas incríveis como "Should I Stay Should I Go" e "Rock the Casbah" o The Clash abriu o caminho para a virada dos 80 e muita coisa que ele trouxe. Os metais do Iron Maiden, o ska dos talentosos garotos do The Police, as letras lindas e um tanto quanto depressivas do Joy DivisionThe Smiths, os primórdios do rock eletrônico com o Depeche Mode, e até o renascimento do glam rock nas figuras de Boy George do Culture Club, e de Simon LeBon do Duran Duran.


Veio o final dos 80, e começo dos 90. E o cenário da Inglaterra eram as cidades de Manchester e Londres em uma rivalidade pra descobrir qual iria lançar o próximo som do momento. Com este cenário de rivalidade bandas locais cresceram, mas também começaram a pipocar talentos de outras cidades. Primeiro veio o Oasis, de Manchester mesmo, e seus rivais londrinos do Blur. Depois veio os garotos de Oxford que formaram a banda linda Radiohead, e por último temos os também londrinos do Coldplay.

Mas do final dos 80 pra o começo dos anos 2000, muita coisa aconteceu além do citado acima. Nos Estados Unidos surgiu o grunge, e os olhos do mundo se viraram pra Seattle e seus frutos. A cena alternativa inglesa voltou a ganhar força somente no começo do século XXI com nomes como Bloc Party e Artic Monkeys. No meio destas bandas surgia uma garota com rosto angelical, voz meio que sussurrada, e sem nenhum freio na língua. Lily Allen, que atualmente atende pro Lily Rose Cooper, lançou videos da sua música "Smile" no MySpace e inaugurou a era dos músicos que usam internet como forte ferramenta.


Atualmente a Grã-Bretanha vive uma onda de cantoras femininas muito talentosas: além da Lily que em Março de 2014 vai tá lançando novo álbum, também temos Amy Winehouse, Kate Nash, Adele, Florence Welch (do Florence and The Machine), Eliza Doolittle...

O provável é que enquanto escrevemos estas palavras sobre bandas e músicos que tanto amamos, em toda a extensão daquele país algum grupo de garotos, ou quem sabe um músico solitário, esteja ouvindo os mesmos nomes que citamos acima, e que em pouco tempo, estes garotos ou estes músicos também estejam revolucionando a música de novo.


Abaixo deixamos vocês com muitos destes músicos ingleses que falamos anteriormente e, que te desafiamos em dizer quantos que você já escutou sim - e muito! - o trabalho deles.












terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Maria mostra: Anton Corbijn

Oi gente! As vezes tentamos trazer algo bem legal pra mostrar pra vocês aqui no blog. O problema - no bom sentido! - é que tem tanta coisa boa no mundo que seria impossível catalogá-las. Por isso que o tema de hoje mistura várias tags daqui do blog e assuntos que amamos: "sonzinho", "Maria mostra" e "inspirações da Maria".


Acho que já deu pra perceber que a Maria é fã de fotografia. É uma linda forma de expressão, vocês não acham? E seria impossível falar de fotografia - principalmente as preto e branco que a gente tanto posta aqui! - sem falar de Anton Corbjin. Conhecem?!

Bem, ele é simplesmente "o cara" quando se fala em fotografia de celebridades, e principalmente, fotos de músicos e bandas de rock. Sabe o famoso álbum The Joshua Tree do U2 que marcou uma geração e influenciou tantos músicos de hoje? As fotos do encarte são dele!


A carreira deste talentoso homem natural dos Países Baixos não fica só na fotografia. Além de viver um tempo na estrada com os amigos do U2, e dirigir um videoclipe deles (pra ser mais específica foi o vídeo da música Electrial Storm), Antom também dirigiu vídeos pro Depeche Mode e pro Nirvana. Em 2007, estreou na telona e a escolha mais natural seria fazer algo ligado a música. Brilhou na direção de Control, filme em que o talentoso Sam Riley (o Sal pra quem viu On The Road, como a gente!) interpreta o líder da banda Joy Division. O filme foi tão bem recebido pela crítica que levou prêmios no Edinburgh International Film Festival e  no Festival de Cannes. Em 2010 lançou seu segundo longa, Um Homem Misterioso com George Clooney.


Mas seu sucesso começou mesmo na fotografia. Aos 22 anos lançou seu primeiro livro intitulado Famouz. Suas fotos já viraram imagens icônicas. Fotografou Mick Jagger com roupas de mulher e maquiagem, e fez o impensável ao fotografar Kate Moss cobrindo o seu rosto com uma máscara. O cast de suas sessões é recheado por personalidades que formam o time A da área em que atuam: Jodie Foster, Alexander McQueen, Anthony Kiedis, Naomi Campbell e tantos outros!


Apesar de todo o sucesso, Anton não devaneia. Diz que a febre das celebs não o encanta e que prefere levar uma vida mais calma e pé no chão. Depois de décadas vivendo em Londres, não faz muito tempo que o artista voltou a fixar residência à beira-mar em Haia.

E pra celebrar estes dias nublados e chuvosos, nada melhor que um sonzinho épico! Fiquem agora com a linda Samantha Morton  no vídeo Electrical Storm do U2. ;)