Oi gente! E como anda o fim-de-semana? Já curtiram nossos modelos novos de camisetinhas? ;) O blog tá passando por duas semanas de invasão inglesa, então hoje vamos falar um pouquinho de uma marca inglesa já centenária, que revolucionou a moda ao criar o trench coat e transformá-lo em ícone fashion, e que atualmente investe pesado em inovação nos produtos e tecnologia.
Quem se interessa por moda em geral já ouviu falar da Burberry, mas mesmo que você não se ligue em nomes, pode ter certeza que seus olhos já bateram em cima de alguma peça desta grife. Como? Bem, já viu Bonequinha de Luxo? Filme clássico, né? Mas você sabia que na cena clássica do beijo na chuva do final os atores Audrey Hepburn e George Peppard vestiam casacos da empresa?
A marca foi criada por Thomas Burberry em 1856, quando ele tinha somente 21 anos. Apesar da juventude do proprietário, os negócios iam bem, muito devido a sua visão em investir em propagandas numa espécie de antecessor dos outdoors. Em 1879, num projeto de desenvolver um tecido mais resistente, surgiu o gabardine, tradicional tecido em que os trench coats são atualmente confeccionados, e famoso por suas linhas diagonais e sua propriedade à prova-de-água. O gabardine só foi patenteado pela empresa em 1888, mas ele não era visto como um tecido nobre ou muito menos a peça pronta com ele confeccionada. Eram somente casacos práticos e duráveis. Prova disto foi que em 1895 o Ministério da Defesa britânico encomendou peças com este novo tecido a Burberry. Eram abrigos de chuva que faziam parte do uniforme dos militares. Esta peça, denominada tielocken, foi considerada o antecessor do trench coat.
O trench mesmo só nasceu em 1901, mas chegou ao seu auge com a 1º Guerra Mundial, onde foi adotado pelos militares. O segredo pra uma peça conquistar o Exército britânico foi sua funcionalidade. Além de proteger da chuva, possui aba no peito que servia como apoio pra arma, dragonas nos ombros, que serviam pra prender o quepe dobrado ou mapas, e os punhos ajustáveis, que podiam ser apertados e impedir que o vento frio entrasse. Durante o conflito foram confeccionadas 500.000 peças com fins militares. Logo após a guerra os ex-soldados voltaram pra casa e continuaram usado esta peça, que é muito durável, ou casacos similares em seu dia-a-dia. Assim o trench coat ganha popularidade e levou o nome da Burberry para a boca do povo.
Outra grande marca registrada da maison inglesa é o seu xadrez com tonalidades terrosas. De longe conhecemos, não é verdade? Mais por razões estratégicas, já que esta padronagem é um grande alvo da pirataria mundial, ele vem cada vez sendo menos usado e substituído por estampas coloridas, mas ainda com o espírito da grife.
O legal é que com a Burberry vemos todos os ciclos que uma empresa pode passar: nasceu simples, confeccionou peças de fardamento militar, ganhou popularidade, depois se destacou com seus produtos com alto padrão de qualidade e em 1989 virou a fornecedora oficial de roupas para o príncipe Charles (você pode ver um pouquinho mais sobre o vestuário da família real britânica aqui), ou seja, o pico do luxo e sofisticação. Mas apesar disto tudo a marca também passou por um período de decadência nas vendas e esquecimento pelo grande público. E aí veio a grande virada que nós da Maria somos fãs. Todos passam por períodos de dificuldade, mas como sair deste período define a espírito de muitas marcas.
Em 2001 Christopher Bailey foi contratado como diretor de estilo da grife. Sacada de mestre! Com o talentoso jovem de 30 anos formado pela Universidade de Westminster a marca passou por um processo de rejuvenescimento e deu nova vida a seu tradicional xadrez. Junto com a contratação de garotas propagandas como Emma Watson (também já falamos mais dela aqui), Kate Moss e Rosie Huntington-Whiteley seria impossível que a Burberry não chamasse atenção pra si novamente.
Atualmente falar de Burberry é falar de qualidade e tradição, mas sem um "peso" pelos anos de existência. Se há uma empresa que investe pesado em tecnologia, esta é a Burberry. Seus desfiles já são famosos: Já choveu e já nevou em plena passarela, e em 2011 houve um show holográfico! Hoje não precisa de ingresso pra ver um desfile da grife por inteiro. Além de serem transmitidos ao vivo via Livestream, a marca também transmitiu pelos famosos telões da praça Piccadilly Circus em Londres. Ela também investe pesado em new faces, modelos ainda desconhecidos do grande público, pras suas campanhas, mantendo o espírito jovem. Outra sacada brilhante são os vídeos da grife, sejam de bastidores ou de tutoriais, onde junto aos produtos e funcionamento da empresa estão atreladas músicas dos novos nomes do cenário artístico britânico. Além de divulgar estes novos artistas a empresa já atingiu mais de 10 milhões de visualizações no YouTube.
Vai dizer que você não se apaixonou pela Burberry também? ;)
sábado, 8 de junho de 2013
sexta-feira, 31 de maio de 2013
Sonzinho da sexta: Jonas Brothers
Fim-de-semana, delícia!! Então vamos cantar alto pra comemorar os nossos dias mais queridos?
Você pode até não amá-los desde que começaram a carreira, mas é inegável dizer que todas nós os vimos crescer. E como é bonitinho vê-los agora já adultos e com a carreira consolidada.
O Jonas Brothers consiste numa banda formada pelos três irmãos Kevin, Joe e Nick Jonas, todos naturais de Wyckoff, Nova Jérsei. Pode-se dizer que a carreira dos meninos começou quando ainda criança Nick acompanhou sua mãe ao cabeleireiro. Lá, sem vergonha nenhuma dos observadores, começou a cantar em voz alta. Batata! Uma pessoa se impressionou com o talento do garotinho e indicou a mãe a levá-lo a um empresário profissional. Foi este que tratou de encaixá-lo o mais rápido possível em produções da Broadway.
Nos teatros o jovem Nick atuou em montagens bem famosas como A Bela e a Fera e, pasmem, ele atuou como o Gavroche em uma adaptação de Os Miseráveis. Conforme crescia, Nick escreveu músicas pra um CD junto com os irmãos, mas ao apresentar o álbum demo ao presidente da Columbia Records, Steve Greenberg, este não gostou das músicas, mas ficou impressionado com a voz do rapaz. Assim um contrato foi assinado com os três irmãos, tornando-os um grupo.
Oficialmente a carreira dos meninos de Jérsei começou em 2005. Hoje eles contam com quatro álbuns lançados - It's About Time, Jonas Brothers, A Little Bit Longer, e Lines, Vines and Trying Times. Com milhões de cópias vendidas e experiência de sobra, uma vez que eles já abriram shows para nomes poderosos do pop como Kelly Clarkson e Backstreet Boys, seria natural que o som deles crescesse. Hoje o Jonas Brothers, apesar de muito respeitar seus fãs que os acompanham desde o início, mostram uma imagem muito mais madura. Os garotos estão constantemente relacionados a Broadway, mostrando que possuem talento até para a produção das montagens. Também podemos vê-los fazendo pontas em papéis bem interessantes - já viram a primeira temporada de Smash?! Sem falar no som, um pop mais maduro, com abordagem mais inteligente, porém ainda muito gostoso de ouvir.
Deixamos vocês agora com o som super viciante do Jonas Brothers no clip delicinha de ver Pom Poms.
Você pode até não amá-los desde que começaram a carreira, mas é inegável dizer que todas nós os vimos crescer. E como é bonitinho vê-los agora já adultos e com a carreira consolidada.
O Jonas Brothers consiste numa banda formada pelos três irmãos Kevin, Joe e Nick Jonas, todos naturais de Wyckoff, Nova Jérsei. Pode-se dizer que a carreira dos meninos começou quando ainda criança Nick acompanhou sua mãe ao cabeleireiro. Lá, sem vergonha nenhuma dos observadores, começou a cantar em voz alta. Batata! Uma pessoa se impressionou com o talento do garotinho e indicou a mãe a levá-lo a um empresário profissional. Foi este que tratou de encaixá-lo o mais rápido possível em produções da Broadway.
Nos teatros o jovem Nick atuou em montagens bem famosas como A Bela e a Fera e, pasmem, ele atuou como o Gavroche em uma adaptação de Os Miseráveis. Conforme crescia, Nick escreveu músicas pra um CD junto com os irmãos, mas ao apresentar o álbum demo ao presidente da Columbia Records, Steve Greenberg, este não gostou das músicas, mas ficou impressionado com a voz do rapaz. Assim um contrato foi assinado com os três irmãos, tornando-os um grupo.
Oficialmente a carreira dos meninos de Jérsei começou em 2005. Hoje eles contam com quatro álbuns lançados - It's About Time, Jonas Brothers, A Little Bit Longer, e Lines, Vines and Trying Times. Com milhões de cópias vendidas e experiência de sobra, uma vez que eles já abriram shows para nomes poderosos do pop como Kelly Clarkson e Backstreet Boys, seria natural que o som deles crescesse. Hoje o Jonas Brothers, apesar de muito respeitar seus fãs que os acompanham desde o início, mostram uma imagem muito mais madura. Os garotos estão constantemente relacionados a Broadway, mostrando que possuem talento até para a produção das montagens. Também podemos vê-los fazendo pontas em papéis bem interessantes - já viram a primeira temporada de Smash?! Sem falar no som, um pop mais maduro, com abordagem mais inteligente, porém ainda muito gostoso de ouvir.
Deixamos vocês agora com o som super viciante do Jonas Brothers no clip delicinha de ver Pom Poms.
Inspirações da Maria: família real britânica
Feriado no meio da semana, êba! Tem coisa melhor pra repor as energias? Descansaram bastante ontem? Nós aqui da Maria recarregamos todas as energias pra em breve trazer mais camisetinhas lindas pra vocês. ;)
Hoje a Maria trás como tema aqui pro blog o dress code que mais influenciou a moda no mundo, e provavelmente colocou a Inglaterra como uma pioneira no mercado da moda. Aproveitando que falamos de uma marca inglesa segunda, porque não falar da própria família real britânica hoje? ;)
Pra começar, seria impossível falar de monarquia britânica sem citar o passado. Super marcante foi o estilo tudor , que deixou um forte traço na arquitetuta com seus prédios medievais, e o estilo elizabetano, que teve como ícone a rainha Elizabeth I e seu vestuário rico em bordados, laços, e enfeites de ouro e pedras preciosas. Então seria até anti-natural pensar que o que a família Windsor usou nas últimas décadas não iria influenciar a moda.
Difícil é dizer qual o primeiro grande marco, que serviu de inspiração pro universo da moda, da família real no século XX. Pra nós da Maria com certeza é o clássico White Wardrobe, os looks de eventos reais usados no período de viuvez pela rainha-mãe Victoria Maria, a avó paterna de Elizabeth II. Nesta época, 1938, Norman Hartnell era o costureiro real, e foi ele que ressuscitou este antigo hábito francês de vestir branco, no lugar do pesado preto, no luto da realeza. Até hoje as pessoas que usam branco pra simbolizar o luto são consideradas extremamente chics e elegantes.
Um pouco antes disso houve o escândalo da sucessão onde o então tio de Elizabeth II, Edward, abdicou do trono pra casar com a socialite norte-americana Wallis Simpson (acima na foto). Um escândalo mundial já que o mundo estava envolto num clima pré-guerra, mas não dá pra negar o quanto Wallis era elegante. Falando nisso, vocês já viram o filme W.E. - O Romane do Século, dirigido por Madonna? Muito bom pra conhecer a história deste casal, um pouquinho dos bastidores pré 2ºGM/abdicação, e um show de figurino lindo!
Já em seu reinado como rainha Elizabeth adotou um dress code que muito a caracterizou no seu período mais jovem: vestido longo, chapéu e peles (na foto, abaixo). Hoje seu guarda-roupa ainda é símbolo de muita admiração e, convenhamos, é um ícone, né? Terninhos de corte impecável em cores alegres, bolsa a tiracolo e chapéus, tudo muto bem harmonizado por joias reais discretas, mas poderosas.
Depois do guarda-roupa da jovem rainha Elizabeth temos sua filha, a jovem princesa Anne, que causou ao ser vista vez ou outra usando a polêmica e recém-criada minissaia. Mas furor mesmo a família real viu no começo dos anos 80 com a chegada de Diana Spencer, ou simplesmente Lady Di. Ela evoluiu das inocentes Sloane Ranger - uma figura bem famosa dos anos 80 de uma garota jovem de Chelsea, que tinha como point a Sloane Street, e que adotava como vestuário da tribo suéteres por cima de camisa com gola pra cima, e nos pescoço lenços ou colar de pérolas - para o ícone fashion dos anos 90 com seus vestidos justos e coloridos da Versace.
O vestido de noiva de Diana foi imitado em todo o mundo no período. Difícil imaginar quem casou nos 80 e não queria um vestido de mangas extremamente bufantes e cauda enooorme! Até sua morte prematura ela foi a cara do Reino Unido: elegância sem esforço. E aqui vem a prova maior da influência da família real na moda britânica. Foi no período em que Diana era ícone de moda e usava não só criações de seu amigos como Versace, mas também joias e chapeleiros britânicos que foi criado o British Fashion Council.
Hoje sabemos que o hábito inglês de usar chapéus descende do dress code real. É um sinal de que mesmo nos períodos em que a monarquia não é vista com tanta importância, sua influência ainda paira sobre os súditos. Após a morte da princesa Diana a realeza passou a ser vista com maus olhos e deixou de ser algo interessante até o noivado do príncipe William com a também plebeia Kate Middleton.
O casal representa uma renovação da monarquia. Jovens, bonitos, com ensino superior, e um ar de despretensão e sutilidade, porém, elegância natural. Quem não lembra do furor que o anúncio do noivado dos dois causou? Com o vestido azul da marca Issa, comandada por uma brasileira radicada em Londres, que esgotou em poucas horas. E o anel de noivado, que podia ser encontrado uma réplica por R$4 em qualquer loja de venda de bijuterias no atacado.
Kate tem um estilo discreto, mas não menos cheio de personalidade. Usa sempre cintura marcada, valorizando esta linda parte do seu corpo, e revitalizou a febre pelas casquetes, o enfeite de cabeça que se tornou uma versão mais moderna que o chapéu real. Outra recurso muito utilizado pela jovem Middleton é o hi-lo, mistura de peças, num mesmo look, de magazines a couture. O hi-lo é símbolo de quem realmente é antenado em moda, mostrando que não precisa vestir poderosas marcas dos pés a cabeça pra se mostrar elegância e estilo.
As marcas mais usadas pela Duquesa de Cambridge vão desde a Zara até criações exclusivas de Alexander McQueen, marca que produziu seu vestido de noiva. O certo é que tudo o que ele veste se esgota das lojas em poucas horas, e seu nome já figura entre as mulheres mais elegantes do mundo. E nós da Maria ficamos ansiosas pra ver o que Kate Middleton e a família real ainda vai trazer de inspiração pra moda.
Hoje a Maria trás como tema aqui pro blog o dress code que mais influenciou a moda no mundo, e provavelmente colocou a Inglaterra como uma pioneira no mercado da moda. Aproveitando que falamos de uma marca inglesa segunda, porque não falar da própria família real britânica hoje? ;)
Pra começar, seria impossível falar de monarquia britânica sem citar o passado. Super marcante foi o estilo tudor , que deixou um forte traço na arquitetuta com seus prédios medievais, e o estilo elizabetano, que teve como ícone a rainha Elizabeth I e seu vestuário rico em bordados, laços, e enfeites de ouro e pedras preciosas. Então seria até anti-natural pensar que o que a família Windsor usou nas últimas décadas não iria influenciar a moda.
Difícil é dizer qual o primeiro grande marco, que serviu de inspiração pro universo da moda, da família real no século XX. Pra nós da Maria com certeza é o clássico White Wardrobe, os looks de eventos reais usados no período de viuvez pela rainha-mãe Victoria Maria, a avó paterna de Elizabeth II. Nesta época, 1938, Norman Hartnell era o costureiro real, e foi ele que ressuscitou este antigo hábito francês de vestir branco, no lugar do pesado preto, no luto da realeza. Até hoje as pessoas que usam branco pra simbolizar o luto são consideradas extremamente chics e elegantes.
Um pouco antes disso houve o escândalo da sucessão onde o então tio de Elizabeth II, Edward, abdicou do trono pra casar com a socialite norte-americana Wallis Simpson (acima na foto). Um escândalo mundial já que o mundo estava envolto num clima pré-guerra, mas não dá pra negar o quanto Wallis era elegante. Falando nisso, vocês já viram o filme W.E. - O Romane do Século, dirigido por Madonna? Muito bom pra conhecer a história deste casal, um pouquinho dos bastidores pré 2ºGM/abdicação, e um show de figurino lindo!
Já em seu reinado como rainha Elizabeth adotou um dress code que muito a caracterizou no seu período mais jovem: vestido longo, chapéu e peles (na foto, abaixo). Hoje seu guarda-roupa ainda é símbolo de muita admiração e, convenhamos, é um ícone, né? Terninhos de corte impecável em cores alegres, bolsa a tiracolo e chapéus, tudo muto bem harmonizado por joias reais discretas, mas poderosas.
Depois do guarda-roupa da jovem rainha Elizabeth temos sua filha, a jovem princesa Anne, que causou ao ser vista vez ou outra usando a polêmica e recém-criada minissaia. Mas furor mesmo a família real viu no começo dos anos 80 com a chegada de Diana Spencer, ou simplesmente Lady Di. Ela evoluiu das inocentes Sloane Ranger - uma figura bem famosa dos anos 80 de uma garota jovem de Chelsea, que tinha como point a Sloane Street, e que adotava como vestuário da tribo suéteres por cima de camisa com gola pra cima, e nos pescoço lenços ou colar de pérolas - para o ícone fashion dos anos 90 com seus vestidos justos e coloridos da Versace.
O vestido de noiva de Diana foi imitado em todo o mundo no período. Difícil imaginar quem casou nos 80 e não queria um vestido de mangas extremamente bufantes e cauda enooorme! Até sua morte prematura ela foi a cara do Reino Unido: elegância sem esforço. E aqui vem a prova maior da influência da família real na moda britânica. Foi no período em que Diana era ícone de moda e usava não só criações de seu amigos como Versace, mas também joias e chapeleiros britânicos que foi criado o British Fashion Council.
Hoje sabemos que o hábito inglês de usar chapéus descende do dress code real. É um sinal de que mesmo nos períodos em que a monarquia não é vista com tanta importância, sua influência ainda paira sobre os súditos. Após a morte da princesa Diana a realeza passou a ser vista com maus olhos e deixou de ser algo interessante até o noivado do príncipe William com a também plebeia Kate Middleton.
O casal representa uma renovação da monarquia. Jovens, bonitos, com ensino superior, e um ar de despretensão e sutilidade, porém, elegância natural. Quem não lembra do furor que o anúncio do noivado dos dois causou? Com o vestido azul da marca Issa, comandada por uma brasileira radicada em Londres, que esgotou em poucas horas. E o anel de noivado, que podia ser encontrado uma réplica por R$4 em qualquer loja de venda de bijuterias no atacado.
Kate tem um estilo discreto, mas não menos cheio de personalidade. Usa sempre cintura marcada, valorizando esta linda parte do seu corpo, e revitalizou a febre pelas casquetes, o enfeite de cabeça que se tornou uma versão mais moderna que o chapéu real. Outra recurso muito utilizado pela jovem Middleton é o hi-lo, mistura de peças, num mesmo look, de magazines a couture. O hi-lo é símbolo de quem realmente é antenado em moda, mostrando que não precisa vestir poderosas marcas dos pés a cabeça pra se mostrar elegância e estilo.
As marcas mais usadas pela Duquesa de Cambridge vão desde a Zara até criações exclusivas de Alexander McQueen, marca que produziu seu vestido de noiva. O certo é que tudo o que ele veste se esgota das lojas em poucas horas, e seu nome já figura entre as mulheres mais elegantes do mundo. E nós da Maria ficamos ansiosas pra ver o que Kate Middleton e a família real ainda vai trazer de inspiração pra moda.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Maria ama: Butler & Wilson
Oi gente! E aí, como foi o fim-de-semana? Segunda delícia, não? E pra começar uma semana cheia de inspirações hoje a Maria vem falar de uma marca que ela admira muito, a Butler & Wilson.
Sabe esta mania de bijuterias máxi que vem invadindo as lojas a cada temporada e ganhando nosso desejo desde 2011? Muito se deve a esta marca inglesa especializada em acessórios. A B&W, como é carinhosamente chamada pelos profissionais da moda, é dirigida por Simon Wilson e fica localizada em Londres na Fulham Road, uma rua estreita onde não passam carros, mas cheia de restaurantes e lojinhas bem atraentes.
A história da marca começa em 1969, quando Simon ao lado de Nicky Butler - que atualmente não faz mais parte do negócio - investiu em joias no estilo art déco (pra quem não sabe art déco é o estilo que surgiu entre os anos 20 e 30 e que sofreu uma certa influência do cubismo. Nela, as peças ganham um toque geométrico e cor, mas são consideradas elegantes, funcionais e modernas). Naturalmente o negócio cresceu e a marca, na década de 70, passou a produzir peças próprias utilizando basicamente como matéria-prima os cristais Swarovski. Atualmente seu leque de materiais cresceu, e além dos cristais citados acima, também é utilizado pedras semipreciosas como a turquesa e o ônix.
A Butler, além dos acessórios, comercializa peças do vestuário vintage. Mas seu destaque fica por conta dos acessórios. As peças são imponentes, poderosas e cheia de cores. Fica até difícil dizer o que é mais lindo quando você vê o trabalho da marca! Agora, se temos que escolher destaques da empresa, com certeza vão ser: os máxi colares - sim, foram eles que lançaram esta peça que estamos super acostumadas a ver por aí, principalmente aquele cheio de pedras coloridas - com muito brilho; as peças trabalhadas em cristais pequenininhos coloridos; e a linha skull, com muitas muitas caveiras.
Mas se engana que com tantos produtos pop no catálogo a Butler é uma marca recém-reconhecida. A B&W já teve a princesa Diana como uma das suas principais incentivadoras e clientes. Hoje ela ainda mantêm a tradição de atender a realeza britânica, uma vez que mesmo com seu estilo comportado, Kate Middleton é sempre vista circulando com um colar, brinco, cinto ou carteira da marca. Mas o legal é que a Wilson soube mesclar sua clientela. Além de arrebatar novas clientes mundo afora com cada novo editorial em revistas de moda, a B&W tem seguidoras fiéis como as não menos estilosas Kate Moss, Madonna, Sienna Miller e Claudia Schiffer.
A chave pra este sucesso se deve, segundo as próprias palavras de Simon Wilson, a capacidade da B&W em produzir peças fortes e que expressam a individualidade da cliente, mas sempre com uma pitada de humor, atraindo o público que vive cercado de protocolos até as mais jovens fashionistas. E se o problema for uma cliente de alto-poder aquisitivo a marca também tem uma solução: as peças também podem conter um toque de exclusividade sempre que exigido!
Desde 2011 as peças da Butler & Wilson podem ser compradas aqui no Brasil através de parcerias com lojas tipo a Lool, e principalmente através de e-commerces. O preço médio aqui saí por faixa de R$500. Agora deixamos vocês com mais lindezas desta marca incrível. ;)
Sabe esta mania de bijuterias máxi que vem invadindo as lojas a cada temporada e ganhando nosso desejo desde 2011? Muito se deve a esta marca inglesa especializada em acessórios. A B&W, como é carinhosamente chamada pelos profissionais da moda, é dirigida por Simon Wilson e fica localizada em Londres na Fulham Road, uma rua estreita onde não passam carros, mas cheia de restaurantes e lojinhas bem atraentes.
A história da marca começa em 1969, quando Simon ao lado de Nicky Butler - que atualmente não faz mais parte do negócio - investiu em joias no estilo art déco (pra quem não sabe art déco é o estilo que surgiu entre os anos 20 e 30 e que sofreu uma certa influência do cubismo. Nela, as peças ganham um toque geométrico e cor, mas são consideradas elegantes, funcionais e modernas). Naturalmente o negócio cresceu e a marca, na década de 70, passou a produzir peças próprias utilizando basicamente como matéria-prima os cristais Swarovski. Atualmente seu leque de materiais cresceu, e além dos cristais citados acima, também é utilizado pedras semipreciosas como a turquesa e o ônix.
A Butler, além dos acessórios, comercializa peças do vestuário vintage. Mas seu destaque fica por conta dos acessórios. As peças são imponentes, poderosas e cheia de cores. Fica até difícil dizer o que é mais lindo quando você vê o trabalho da marca! Agora, se temos que escolher destaques da empresa, com certeza vão ser: os máxi colares - sim, foram eles que lançaram esta peça que estamos super acostumadas a ver por aí, principalmente aquele cheio de pedras coloridas - com muito brilho; as peças trabalhadas em cristais pequenininhos coloridos; e a linha skull, com muitas muitas caveiras.
Mas se engana que com tantos produtos pop no catálogo a Butler é uma marca recém-reconhecida. A B&W já teve a princesa Diana como uma das suas principais incentivadoras e clientes. Hoje ela ainda mantêm a tradição de atender a realeza britânica, uma vez que mesmo com seu estilo comportado, Kate Middleton é sempre vista circulando com um colar, brinco, cinto ou carteira da marca. Mas o legal é que a Wilson soube mesclar sua clientela. Além de arrebatar novas clientes mundo afora com cada novo editorial em revistas de moda, a B&W tem seguidoras fiéis como as não menos estilosas Kate Moss, Madonna, Sienna Miller e Claudia Schiffer.
A chave pra este sucesso se deve, segundo as próprias palavras de Simon Wilson, a capacidade da B&W em produzir peças fortes e que expressam a individualidade da cliente, mas sempre com uma pitada de humor, atraindo o público que vive cercado de protocolos até as mais jovens fashionistas. E se o problema for uma cliente de alto-poder aquisitivo a marca também tem uma solução: as peças também podem conter um toque de exclusividade sempre que exigido!
Desde 2011 as peças da Butler & Wilson podem ser compradas aqui no Brasil através de parcerias com lojas tipo a Lool, e principalmente através de e-commerces. O preço médio aqui saí por faixa de R$500. Agora deixamos vocês com mais lindezas desta marca incrível. ;)
terça-feira, 21 de maio de 2013
Estilo: Kristen Stewart
Hoje a nossa inspiração pra tag "estilo" aqui do blog é uma personalidade bem controversa. Seja ela simpática, desencanada ou blasé, bem, o que importa é que estilo ela tem de sobra.
Kristen Jaymes Stewart é natural de Los Angeles, e desde pequena esteve por perto das telas. Ela é filha de um produtor de TV com uma diretora de cinema. Vendo por este lado fica até difícil imaginar Kristen Stewart em outra carreira que não fosse no mundo da sétima arte. Aos 12 anos estrelou seu primeiro filme, O Quarto do Pânico, ao lado de Jodie Foster. Depois fez papéis menores até 2007, onde participou do bem recebido pela crítica Na Natureza Selvagem.
Mas o ano em que realmente virou estrela foi em 2008 com a estreia nos cinemas da primeira parte da saga Crepúsculo, livros adaptados da obra literária de Stephenie Meyer. Há quem goste, assim como não goste, dos filmes e/ou interpretação de Kristen neste trabalho. Mas certo é que este papel alavancou a imagem desta moça de 23 anos e transformou-a numa mega estrela. Difícil é encontrar alguém que nunca ouviu falar de Bella Swan, sua personagem no longa. Foi ainda em Crepúsculo que surgiu Robert Pattinson, companheiro de trabalho e namorado da atriz. Ambos já renderam tantas matérias juntos, que é até complicado falar de um sem citar o outro.
Depois do mega sucesso da saga vampiresca, trabalhos não pararam se surgir. O legal é que Stewart escolheu papeis bem diferentes da moçinha adolescente apaixonada. São papéis intensos, de mulheres de personalidade bem diferente de Bella e que exigem uma interpretação forte. Tais mulheres fortes podem ser vistas em The Runaways e On The Road, mais uma adaptação literária, mas agora da obra-prima de Jack Kerouac, e livro símbolo de uma geração. Foi através deste filme, dando vida a Marylou, que Kristen recebeu muitos elogios.
E com tanto sucesso é óbvio pensar que as câmeras se voltaram pra ela. Assim, com clicks do dia-a-dia ou de looks do tapete vermelho, que a imprensa especializada em moda foi percebendo o olhar afiado e o senso de saber usar a moda a seu favor da jovem atriz. Para sua rotina, uma pegada rock'n'roll sempre está presente: calças skinny, alfinetes e tachas, couro, camisetas podrinhas, óculos escuros e muito preto. Mas tudo sem perder o glamour. Já nos looks festa, inspiração não falta. Muitos vestidos curtos, mas com uma sensualidade na medida, sem beirar o vulgar. Longos também são sempre usados pela atriz, mas com fendas generosas. Rendas e transparências são outros recursos usados por Stewart, mas sempre fugindo do óbvio. Agora se tem algo que nós da Maria amamos na Kristen é a assimetria. Ela utiliza muito este recurso em seu guarda-roupa e, vamos combinar, poucas o usam tão bem quanto ela.
Como a atriz não é muito fã de joias, o arremate de seus looks fica por conta da maquiagem com leve esfumado nos olhos, batons clássicos como o cor de boca e o vermelho, sempre valorizando seus olhos claríssimos, e os sapatos poderosos. E aí, vai se inspirar nos looks da Kristen Stewart também? ;)
Kristen Jaymes Stewart é natural de Los Angeles, e desde pequena esteve por perto das telas. Ela é filha de um produtor de TV com uma diretora de cinema. Vendo por este lado fica até difícil imaginar Kristen Stewart em outra carreira que não fosse no mundo da sétima arte. Aos 12 anos estrelou seu primeiro filme, O Quarto do Pânico, ao lado de Jodie Foster. Depois fez papéis menores até 2007, onde participou do bem recebido pela crítica Na Natureza Selvagem.
Mas o ano em que realmente virou estrela foi em 2008 com a estreia nos cinemas da primeira parte da saga Crepúsculo, livros adaptados da obra literária de Stephenie Meyer. Há quem goste, assim como não goste, dos filmes e/ou interpretação de Kristen neste trabalho. Mas certo é que este papel alavancou a imagem desta moça de 23 anos e transformou-a numa mega estrela. Difícil é encontrar alguém que nunca ouviu falar de Bella Swan, sua personagem no longa. Foi ainda em Crepúsculo que surgiu Robert Pattinson, companheiro de trabalho e namorado da atriz. Ambos já renderam tantas matérias juntos, que é até complicado falar de um sem citar o outro.
Depois do mega sucesso da saga vampiresca, trabalhos não pararam se surgir. O legal é que Stewart escolheu papeis bem diferentes da moçinha adolescente apaixonada. São papéis intensos, de mulheres de personalidade bem diferente de Bella e que exigem uma interpretação forte. Tais mulheres fortes podem ser vistas em The Runaways e On The Road, mais uma adaptação literária, mas agora da obra-prima de Jack Kerouac, e livro símbolo de uma geração. Foi através deste filme, dando vida a Marylou, que Kristen recebeu muitos elogios.
E com tanto sucesso é óbvio pensar que as câmeras se voltaram pra ela. Assim, com clicks do dia-a-dia ou de looks do tapete vermelho, que a imprensa especializada em moda foi percebendo o olhar afiado e o senso de saber usar a moda a seu favor da jovem atriz. Para sua rotina, uma pegada rock'n'roll sempre está presente: calças skinny, alfinetes e tachas, couro, camisetas podrinhas, óculos escuros e muito preto. Mas tudo sem perder o glamour. Já nos looks festa, inspiração não falta. Muitos vestidos curtos, mas com uma sensualidade na medida, sem beirar o vulgar. Longos também são sempre usados pela atriz, mas com fendas generosas. Rendas e transparências são outros recursos usados por Stewart, mas sempre fugindo do óbvio. Agora se tem algo que nós da Maria amamos na Kristen é a assimetria. Ela utiliza muito este recurso em seu guarda-roupa e, vamos combinar, poucas o usam tão bem quanto ela.
Como a atriz não é muito fã de joias, o arremate de seus looks fica por conta da maquiagem com leve esfumado nos olhos, batons clássicos como o cor de boca e o vermelho, sempre valorizando seus olhos claríssimos, e os sapatos poderosos. E aí, vai se inspirar nos looks da Kristen Stewart também? ;)
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Sonzinho da Sexta: Maroon 5
Porque não basta ter várias músicas legais, a banda ainda tem que ter o vocalista mais lindo da face da Terra... concordam? ;)
Maroon 5 é uma banda de pop rock dos Estados Unidos, tendo como vocalista (o lindo e maravilhoso) Adam Levine.
A banda começou na época do colégio, em Los Angeles; os integrantes eram amigos e todos tinham apenas 17 anos. Após o primeiro show, em 1995, a banca começou a ser "perseguida" pela indústria fonográfica e, assim, assinou seu primeiro contrato com a Reprise Records. Na época, o Maroon 5 ainda se chamava Kara's Flowers e seu primeiro CD foi intitulado The Fourth World.
Não obtendo muito sucesso com esse CD, uma parte dos integrantes resolveu continuar o sonho de ser uma mega banda na faculdade. Lá, era comum escutar bastante música gospel, enquanto Levine escutava Missy Elliot, Jay-Z e Stevie Wonder. Inspirando-se nestes e muitos outros compositores, Adam Levine e seu companheiro voltaram a Los Angeles, reecontraram-se com os antigos integrantes da Kara's Flowers e decidiram adicionar um elemento à música que gostariam de fazer: o R&B. Assim, nasceu o Maroon 5.
Até então, a banda já tem 4 álbuns lançados: Songs About Jane, It Won't Be Soon Before Long, Hands All Over e Overexposed. Neste período, o Maroon 5 já vendeu mais de 15 milhões de CDs, ganhou CD de Ouro e de Platina, além de ter várias músicas como topo das grandes billboards musicais.
E quem consegue ficar parado ouvindo o sonzinho deles, hein? :)
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Inspirações da Maria: John Galliano
Nem mesmo as polêmicas conseguem ofuscar todo o brilhantismo de John Galliano.
Nascido Juan Carlos Antonio Galliano Guillén, John Galliano nasceu em Gibraltar e é um estilista britânico.
Filho de pai gibraltino e mãe espanhola, o estilista mudou-se para Londres com a família 6 anos após seu nascimento, em 1966. Lá, Galliano começou a trilhar seus passos para o mundo da moda e aos 24 anos, graduou-se como melhor aluno em Design de Moda na super prestigiada St. Martins College of Arte & Design.
Em 1995, Bernard Arnault (proprietário da LVMH) escolheu Galliano para ser o novo diretor criativo da Givenchy. E assim, a mente brilhante de John Galliano quebrava mais um recorde: ele foi o primeiro britânico a assumir o controle criativo de uma casa de moda francesa.
Após dois anos, Arnault pediu que Galliano levasse seu primoroso trabalho para a Christian Dior S.A, a qual na época (pasmem!) estava em decadência. O estilista não só deu novos ares para a tradiocionalíssima Dior, como criou também sua própria marca, a qual leva seu nome.
De fato, excentricidade e polêmica são os sobrenomes de John Galliano. Em 2011, a maison Dior suspendeu o estilista em consequência do seu comportamento e declarações feitas em locais públicos. Apesar disso, está focado em dar a volta por cima: Galliano participou da última coleção de Oscar de La Renta para a NYFW e, recentemente foi convidado a ser professor da Parsons School of Design, escola de renome que, dentre seus graduados, está ninguém mais ninguém menos que Francisco Costa da Clavin Klein.
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