quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Maria must have: 7 tendências que vão fazer nossa cabeça na temporada 2013/2014

Ok, começamos logo pela palavra polêmica chamada tendência. Mas seja você uma seguidora delas ou não, achamos super interessante como as empresas especializadas em pesquisar comportamento e padrões conseguem desvendar o que vai estar em gosto num futuro próximo. Então seja pra ajudar na suas compras neste mesmo futuro próximo, ou só pra termos aquele momento de meninas tricotando sobre roupas, vamos falar das apostas que a Maria acha super incríveis pra daqui uns dias.




Vai estação, volta estação lá está a bicharada mais uma vez! Mas não é a toa que este print sempre volta. Super clássico, versátil e um curinga, a sacada da vez é usá-lo em casacos com estampa de onça. Se você mora em lugares frios, ou vai viajar pra onde as temperaturas estão despencando, que tal tirar toda a seriedade dos looks invernais com um casaco mais pesado por cima de calças ou macacões? Já se for tempos de Sol e calor, a tal onçinha faz lindo também em forma de blazers leves ou cardigãs por cima de macaquinhos com alpargatas, shorts com sapatilhas e até vestidos românticos e coloridos.

A linda da Olivia Palermo (em que já falamos um pouquinho neste post aqui) conseguiu ficar elegantíssima até no passeio com o mascote, não é?




Tem coisa mais curinga no nosso guarda-roupa do que o jeans, minha gente? Não sabe o que vestir, vai lá e cata a primeira calça que aparece na sua frente e daí pra pensar no look todo é um pulo! Bem, e que tal trocar a calça pela blusa jeans e fugir do óbvio? Uma peça utilitária por  natureza, tal blusa vai do trabalho ao festival de música sem nenhuma dificuldade. Já pensou em combinar a camisa com saia lápis e peep toe e ir pra uma reunião de trabalho ou evento formal? Se o programa for o Rock In Rio agora próximo, podemos te sugerir um máxi colar, calça preta, coturnos e bolsa a tiracolo. Já se a boa for barzinho no fim-de-semana querido, temos a salvação: short-saia, saltão, carteira na mão e coque alto nos cabelos.  Luxo, concordam?




Desde a última semana de moda francesa parece que o mundo da alta-costura virou território underground.  A calça de xadrez, principalmente vermelho, virou um hit entre as badaladas Chanel, Fendi e Saint Laurent. A ordem da vez é combiná-las com saltos poderosos, camisetas podrinhas, acessórios pesados e, claro, muito preto.

Se as tão badaladas maisons investiram tanto nesta peça, alguém ainda tem dúvidas que dentro de muito em breve estaremos correndo pra garantir a nossa?



 

A jaqueta bomber é uma peça emprestada do universo masculino, mas mesmo assim muitas meninas já estão comprando esta ideia. Pode ser feita em várias texturas (como couro, náilon, moletom, paetês, chamois  - uma espécie de camurça, pra quem não conhece - ou até seda), ela agrega feminilidade e despojamento em produções. Inspirada no uniforme do exército americano, a peça virou queridinha no último  inverno estrangeiro (vejam a Taylor Swift toda linda acima) e provavelmente ainda será usada no verão.

Como ela vai bem nos passeios do dia a dia assim como acompanha de forma sofisticada peças de alfaiataria, garantimos que ao comprar a sua bomber você vai usá-la muito. Mas antes de falarmos do próximo item não podemos te deixar sem uma dica de estilo: como a jaquetinha agrega volume a parte de cima do corpo, combine-a com peças sequinhas em baixo, ou uma bolsa calça flare pra equilibrar a silhueta.




 No veludo, no náilon, na renda, no paetê e até no couro a estampa de cobra volta com tudo. Apesar de ser considerada um tanto quanto exagerada por quem é mais clássica, certo é que esta padronagem é atemporal. Sem contar o poder transformador que tem: repagina desde produções casuais, sendo usada com moderação nos acessórios, como até nos transforma em mulheres ousadas. Já pensou em usar o tema píton como estampa de um vestido de festa?

Mas mesmo ganhando sinal verde pro uso na próxima temporada, regras devem ser seguidas pra usar o print de cobra. Vale lembrar que ele já é o ponto principal do seu look, então invista pra que as outras peças da composição sejam de corte simples, elegantes e em cores sóbrias. Se ficou com medo de errar basta observar quais as cores que estão presentes no fundo da sua estampa de serpente e utilizá-las nas outras peças do look. Mas se a senhorita é ousada, bem, adoraríamos te ver fazendo um mix incrível e usando píton com listras, quem sabe?!




Outra opção legal pra quem está, ou estará, enfrentando frio é o casaco doudoune. Acolchoado, com mangas ou sem, ou em comprimentos variados, vai dizer que não é uma opção iressístivel pra se manter quentinha?

Prático e despojado, fica lindo com calças sequinhas e botas. Basta um bom óculos escuro e uma bolsa colorida e a produção já está perfeita. Mas se o tempo amenizou, já deu uma olhada no look com doudoune laranja acima? Esportivo, mas chique de forma exata pra enfrentar um dia longo sem perder o conforto.




O couro não é novidade, e todos sabem disto, mas se é pra inová-lo, nada melhor que jogar cor nele. Engraçado é como o couro colorido combina com quase tudo, e como ele se transforma em uma alternativa super legal pra produções jovens, porém comportadas o suficiente para o trabalho.

Se seu ganha-pão é em um ambiente mais formal, combinar uma saia de couro em tons escuros, como azul-marinho ou verde-musgo, com camisa, suéter por cima, sapatilhas e bolsa de mão agrega sofisticação e conforto na medida certa. Mas se o ambiente é mais despojado, o colete de couro em tom vibrante, como coral ou amarelo, fica lindo com calça flare, camisa preta e salto.

Estas são nossas apostas pros dias que virão. Esperamos que tenham gostado do post e que vocês se inspirem muito com as peças que listamos e com as fotos dos looks acima.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Maria mostra: Georgia Jagger

Sim querido leitor, você não está enganado: sempre usamos a tag 'Maria mostra' pra falar de novos artistas ou marcas/ideias que nos encantam com seu espírito inovador. Mas porque não usar a tag também pra falar deste rostinho que temos a certeza que ainda vamos vê-lo muito por aí?


Os traços do rosto não negam: a boca larga e os lábios carnudos do pai, Mick Jagger, e os cabelos loiros e volumosos da mãe, a famosa modelo da década de 70 Jerry Hall, deram a luz a esta realmente merecedora do título de princesa do rock. Com seus 22 anos Georgia May Jagger seguiu a carreira da mãe e já conquistou um espaço digno do seu sobrenome no mundo da moda. Já foi garota-propaganda da Versace e da Chanel - trabalhando pessoalmente com Donatella Versace e Karl Lagerfeld - além de ter colaborado como estilista na badalada Hudson Jeans (além de ter estrelado a própria campanha).

Mas Georgia é realista. Quando perguntada não nega que seu sobrenome pesou sim na sua estreia como modelo. Mas deixa logo bem claro que aprendeu com a mãe que entrar no mercado por indicação pode até ser fácil, mas será por esforços próprios que conseguira se manter nele. Também conta que foi a mãe que a ensinou a defender suas opiniões e nunca se tornar uma vítima da moda.  Mulher elegante é a que se expressa através das roupas, e não aquela que usa somente o que está em gosto.


Talvez seja tanto pé no chão que faz com que as equipes que trabalham com ela em shootings saíam encantados. Dizem que ela topa quase tudo que lhe é pedido (tirando mudar a cor das madeixas e ser clicada totalmente nua), encara as longas horas de ensaio com muita simpatia, e é fã de piadas.

Falando em clicks, a senhorita Jagger também é realista em relação aos padrões de beleza exigidos por sua carreira. Não mente que controla sim a alimentação, mas também faz muita atividade física pra gastar as calorias e pra manter tudo no lugar. Apoia a política rigorosa utilizada pelo governo britânico em relação ao uso do Photoshop em campanhas publicitárias e defende que a beleza não pode seguir padrões pré-estabelecidos.


Do pai, Georgia May diz que aprendeu muito sobre negócios. Como guardar pra o futuro e como investir o dinheiro ganho. E claro, aprendeu muito sobre rock'n'roll. Graças a ele diz que tem orgulho de escutar bandas como The Hollies, The Kinks e The Troggs, bandas que muita gente da sua idade desconhece. E aí, vai dizer que ela não é a princesa do rock?

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Maria mostra: Wall-E de verdade

Aí meu Deus!!!!! Para tudo! Vocês já sabem que a Maria é fã de animações. Amamos mesmo e sempre trazemos este tema pro blog quando possível. Mas começamos esta semana morrendo de amor eterno por uma coisa. Um grupo intitulado The Wall-E Builders Club (ligado a gigante da inovação Yahoo!) fez um protótipo real do robozinho mais simpático que já vimos.


O protótipo do Wall-E, que começou a ser desenvolvido em 2007 (um ano antes do filme estrear nas telonas), só ficou pronto em 2012 e impressiona pela semelhança. A esteira que serve como membros de locomoção, os olhos expressivos, a cor e a textura de desgastado pelo tempo e poeira, o painel indicativo de carga solar, a musiquinha de inicialização da Buy-n-Large (BNL) e, claro, aquela vozinha fofa se apresentando como 'Wall-EEEEEE'!


Claro que não tá a venda, né minha gente? Mas garantimos que se tivesse, estaríamos aqui contando todas as moedinhas e quebrando o porquinho.


quarta-feira, 31 de julho de 2013

Maria ama: Mawi

Lembram daquele post recheado de lindezas que fizemos sobre os acessórios da Butler e Wilson (vocês podem relê-lo aqui)? Bem, com tanto acessório lindo no mundo seria até um crime não falar de mais lindeza, não é?


A Mawi é uma companheira da Butler no quesito acessórios de peso admirados por mulheres igualmente poderosas. Criada pela super viajada designer de origem indiana Mawi Keivom, a marca atualmente conta com uma loja própria em East End, em Londres, apesar de sua fundadora já ter passado temporadas no Quênia, Arábia Saudita, Nova Zelândia, Itália e Estados Unidos, ufa!

Podemos dizer que a empresa começou quando Keivom criava bolsas feitas com tecidos antigos juntamente com seu marido, Tim Awan. Era o início de uma carreira promissora, uma vez que a Mawi ainda tem boa parte da criação centralizada no casal. Mas a marca como a conhecemos hoje, com carteiras e acessórios de tirar o fôlego de qualquer mulher só surgiu em 2003, e já teve uma entrada no cenário local a altura de suas criações: estreou na semana de moda inglesa, e foi reconhecida com o prêmio para a nova geração de criadores, consecutivamente, de 2003 a 2005.


Na Mawi encontramos várias coleções que vão variar de acordo com a inspiração. Das peças mais luxuosas, com ar de joias reais ou bebendo da fonte da arte nouveau (estilo tido como um meio termo entre o neoclassicismo e o modernismo, que imperou entre 1890 e 1910. Influenciou a arquitetura, as cerâmicas, a vidraçaria, as pinturas e artes gráficas, e a escultura. Suas linhas, repletas de arcos e formas arredondadas derivadas de plantas, trouxe uma leveza a materiais pesados, como o ferro, além de modernizar elementos da estética anterior, o Rococó, como as texturas e as conchas.), até as peças repletas de tachas, lâminas e caveiras, tudo mistura uma técnica de fabricação impecável junto com um perfume de nostalgia.

Este mix de influências arrebata os mais diversos fãs, até porque o público da empresa é amplo. Há linha de peças pra serem usadas no dia-a-dia, mas também há linhas mais exclusivas, com acessórios com cara de herança de família. Com esta versatilidade, e muito glamour, o público vai de mulheres como Emma Watson, Gwyneth Paltrow, Kylie Minogue e Alexa Chung, até a super poderosa Disney, que convidou a Mawi para desenhar uma coleção inspirada em seus principais personagens.


Abaixo vocês podem alimentar os olhos com mais belezas da Mawi. Mas antes de irmos vale ressaltar que uma visitinha no site da marca é fundamental. Ah, a Mawi também conta com uma linha exclusiva pros meninos: a Sir by Mawi. Não deixem de ver, ok?

http://www.mawi.co.uk/




segunda-feira, 22 de julho de 2013

Maria ama: música britânica

Quem ama música? o/ Então é claro que a Maria não podia deixar de falar de uma paixão que move a gente por aí.


Já pararam pra pensar que muitas das bandas que amamos e que foram influência pra tantos outros conjuntos e músicos saíram da Grã-Bretanha? Seja coincidência, ou não, são sobre grandes nomes do mundo da música que vamos falar hoje.

Londres foi a primeira cidade digamos, cosmopolita, do mundo, pois atingiu a incrível marca de um milhão de habitantes ainda no século XIX. Nesta época, em suas ruas, já circulavam norte-americanos, judeus de descendência polonesa, chineses, africanos, e, claro, britânicos de todas as regiões. Não podemos dizer que era um caldeirão de ideias, uma vez que os tempos não eram tão modernos assim, e o comportamento e "protocolo" britânico ainda imperavam. Mas é inegável que todas estas culturas diferentes convivendo juntas influenciaram - e muito - umas as outras.


Veio um novo século, e uma ferida muito grande no coração do mundo: a Segunda Guerra Mundial. Mas, no após a guerra, Londres se reconstruiu com uma grande rapidez. Um novo ar ganhou as ruas, e novas culturas foram surgindo. Destas novas culturas, a música pop e o rock'n'roll talvez sejam os melhores exemplos.

Ok, o rock é um produto genuinamente norte-americano. O estilo que nasceu misturando os acordes do blues com a melodia do country, e teve como padrinhos Elvis Presley, Little Richard e Buddy Holly chegou a capital britânica na década de 50 e desde então o mundo passou por diversas transformações. Não só no mercado da música em si, mas também naquelas áreas que exercem e sofrem influência da música, como o comportamento e a moda. Desde o rock'n'roll os penteados e os cabelos nunca mais foram os mesmos. E a moda parecia que via cada nova transformação com seus olhos brilhando de excitação.


A conquista do mundo através do rock começou logo com uma ironia das grandes. Um quarteto de rapazes de Liverpool, que usavam terninhos e jaquetas sem colarinho, totalmente inspiradas em Pierre Cardin. Bem-comportados, os Beatles cantavam o amor, e os pais das beatlemaníacas sonhavam que suas filhas casassem com um Paul McCartney. Em 1964, enquanto os Beatles invadiam a América, outra banda já invadia as paradas inglesas. Os Rolling Stones pregavam o sexo, drogas e as bebidas, e faziam pose de rebeldes.

Quase simultâneo ao estouro dos Stones veio o boom do culto aos guitarristas. Estes caras como Pete Townshend do The Who e  Eric Clapton do Cream, exalavam a essência das bandas - genuinamente britânicas, é claro - em que faziam parte. Foi com esta idolatria a guitarra que em 1967 o jovem Jimmi Hendrix abandonou o Exército americano e viajou pra Londres no intuito de revolucionar o som da guitarra.


No final dos anos 60, com o rock já bem estabelecido na Inglaterra e exercendo grande influência na vida dos jovens, e com o fácil acesso as drogas, o universo da música deu mais um passou e Londres provou que pra surgir algo novo em suas ruas não necessariamente a "ultima onda" teria que ter se esgotado. Nasceu então o rock psicodélico e bandas como o Pink Floyd. Músicas longas, letras estranhas, muitas cores na imagem da banda e referências a temas espaciais. tudo junto no caldeirão das pedras rolantes.

Pouco tempo depois, já nos 70, veio o contrário ao psicodélico: o heavy metal. O peso das guitarras era o menu principal, regados a efeitos de distorção e amplificadores modificados. Era a vez de brilhar dos incríveis Jimmy Page, Robert Plant, John Paul Jones e John Bonham do Led Zeppelin; e de Ozzy Osbourne & cia do Black Sabbath



Quase simultaneamente a cidade também era invadida pelo glam rock. E nada é por acaso. A revolução sexual estava em pleno vapor no mundo. E nada mais a calhar que um estilo de música em que o rock soava bem pop, e a imagem era quase tão importante quanto o som. No glam rock o visual era cheio de brilho e bem andrógino. David Bowie é a estrela máxima deste estilo musical. Revolucionou muito o mercado da música com sua sua carreira de sucesso que perdura até hoje, e, na época, não tinha vergonha nenhuma de subir aos palcos com maquiagem, glitter no rosto, e roupas femininas.

Engraçado é que na época em que surgiu o glam rock o movimento gay ganhava força no mundo e saía da "clandestinidade" em que era julgado por muitos. O glam rock surgiu nos 70, e foi nesta mesma década que Elton John - um deus da música pra nós aqui da Maria - se mudou pra Londres e que nasceu a banda sem palavras de tão boa Queen, encabeçada por Freddie Mercury.


Do outro lado do atlântico, em um bar decadente de Nova Iorque, surgia uma nova onda. Caras estranhos, em um palco esfumaçado, que mal sabiam tocar, mas tinham muita atitude, e enfiados em jaquetas de couros davam à luz ao punk. Ah, e esta banda era o icônico Ramones. Reza a lenda que o empresário, dono da loja SEX, Malcolm McLaren estava presente em apresentações iniciais do Ramones. Percebendo este novo movimento que invadia não só a grande maça, mas a Alemanha também, McLaren voltou pra Londres, reabriu sua loja - que por mais uma coincidência (ou não!) da vida ficava vizinha a loja da não menos visionária estilista Vivianne Westwood - e contratou um grupo de garotos esquisitos pra tocar o punk com a mesma postura. Sabem que garotos eram estes? Bem, já ouviram falar em Sex Pistols?!

Se muitos achavam que o Sex Pistols não sabiam tocar, 1979 veio a redenção do punk com o lançamento da obra prima London Calling dos muito amados também pela Maria dos meninos do The Clash. Com músicas incríveis como "Should I Stay Should I Go" e "Rock the Casbah" o The Clash abriu o caminho para a virada dos 80 e muita coisa que ele trouxe. Os metais do Iron Maiden, o ska dos talentosos garotos do The Police, as letras lindas e um tanto quanto depressivas do Joy DivisionThe Smiths, os primórdios do rock eletrônico com o Depeche Mode, e até o renascimento do glam rock nas figuras de Boy George do Culture Club, e de Simon LeBon do Duran Duran.


Veio o final dos 80, e começo dos 90. E o cenário da Inglaterra eram as cidades de Manchester e Londres em uma rivalidade pra descobrir qual iria lançar o próximo som do momento. Com este cenário de rivalidade bandas locais cresceram, mas também começaram a pipocar talentos de outras cidades. Primeiro veio o Oasis, de Manchester mesmo, e seus rivais londrinos do Blur. Depois veio os garotos de Oxford que formaram a banda linda Radiohead, e por último temos os também londrinos do Coldplay.

Mas do final dos 80 pra o começo dos anos 2000, muita coisa aconteceu além do citado acima. Nos Estados Unidos surgiu o grunge, e os olhos do mundo se viraram pra Seattle e seus frutos. A cena alternativa inglesa voltou a ganhar força somente no começo do século XXI com nomes como Bloc Party e Artic Monkeys. No meio destas bandas surgia uma garota com rosto angelical, voz meio que sussurrada, e sem nenhum freio na língua. Lily Allen, que atualmente atende pro Lily Rose Cooper, lançou videos da sua música "Smile" no MySpace e inaugurou a era dos músicos que usam internet como forte ferramenta.


Atualmente a Grã-Bretanha vive uma onda de cantoras femininas muito talentosas: além da Lily que em Março de 2014 vai tá lançando novo álbum, também temos Amy Winehouse, Kate Nash, Adele, Florence Welch (do Florence and The Machine), Eliza Doolittle...

O provável é que enquanto escrevemos estas palavras sobre bandas e músicos que tanto amamos, em toda a extensão daquele país algum grupo de garotos, ou quem sabe um músico solitário, esteja ouvindo os mesmos nomes que citamos acima, e que em pouco tempo, estes garotos ou estes músicos também estejam revolucionando a música de novo.


Abaixo deixamos vocês com muitos destes músicos ingleses que falamos anteriormente e, que te desafiamos em dizer quantos que você já escutou sim - e muito! - o trabalho deles.